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Anedota
Um casal recém casado chega ao hotel e a inocente rapariga diz ao marido: – Amor, eu não sei nada destas coisas, então vais ter que me ensinar.
Compreensivo o marido responde: – Minha vida, a partir deste momento, à tua “coisita” vamos chamar-lhe a prisão e a “este” vamos chamar o prisioneiro. Vamos então meter o prisioneiro na prisão…
Depois do primeiro “round”, o tipo atira-se de barriga para cima na cama, mas a rapariga entusiasmada diz ao marido: – Amor, o prisioneiro está fora da prisão..
O esposo não muito entusiasmado diz: – Vamos metê-lo na prisão outra vez.
E seguem com a segunda….
Mas a rapariga é bastante gulosa e diz-lhe: – Amooooooooor, o prisioneiro está fora outra vez!
Levanta-se o tipo como pode, com as pernas tremendo como um recém nascido, e vai para a terceira….
Ao terminar atira-se na cama, exausto.
Mas a rapariga volta a dizer: – Querido, o prisioneiro voltou a sair!
Responde-lhe o esposo, desesperado: – Não me chateies porra!… O prisioneiro não foi condenado a prisão perpétua…
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Anedota
O médico diz ao velhote:
- O senhor está de excelente saúde! Há-de viver pelo menos até aos 80!
- Mas, senhor doutor, eu já tenho 80 anos…
- Vê? O que é que eu lhe disse?
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Anedota
Estava um alentejano à procura da palavra “lógica” num dicionário. Um outro pergunta-lhe: – Mas o que está procurando aí? – Estou a ver se descubro o que é que quer dizer lógica. – Mas isso não tem nada que saber, por exemplo. Você tem um aquário em casa? – Tenho. – Ora o que lhe faz lembrar o aquário? – O mar. – E o que lhe faz lembrar o mar? – Peixes. – E os peixes o que lhe lembram? – Hummm… uma sereia, uma louraça boazona. – Então é lógico que o compadre não é maricas. Todo satisfeito visita um outro compadre: – Compadre, compadre, descobri o que é a lógica. – Lógica? Mas o que é isso? – É assim compadre. Tens um aquário em casa? – Não. – Então é lógico que és maricas.
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Anedota
Três velhinhas estão em casa.
Diz uma delas:- Ai… Estou com a vassoura na mão, mas não me lembro se ia varrer ou se já varri…
Diz outra:
- Xi… Tenho a camisa de dormir vestida, mas não me lembro se acordei agora ou se me ia deitar…
Diz a terceira, conforme bate com a mão na mesa três vezes:
- Bolas, espero nunca ficar como estas duas…
Faz uma pequena pausa e diz:
- Eu já venho, que parece que alguém bateu à porta.
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Anedota
P: O que é preto e castanho e assenta bem num advogado?
R: Um doberman.
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Anedota
Há um culturista que está a mirar-se ao espelho e repara que está todo bronzeado, menos numa parte. Resolve ir para a praia, enterrasse todo na areia e deixa de fora apenas a parte onde não está bronzeado. Entretanto passam duas velhotas e diz uma para a outra:
- Olha para isto Emengarda! Não há justiça no Mundo! Aos dez anos eu tinha medo disto; aos vinte anos eu andava curiosa sobre isto; aos trinta anos eu gozei-o; aos quarenta eu perdi-o; aos cinquenta, eu cheguei a pagar por isto; aos sessenta anos, eu cheguei a rezar por isto; aos setenta anos, até me cheguei a esquecer disto; e agora, que já tenho oitenta anos, estas porcarias até crescem assim na areia!
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Anedota
Um casal de idosos estava sentado na sala de estar quando o homem diz à sua mulher que vai buscar uma taça de gelado. O homem levanta-se para ir à cozinha, mas a sua mulher agarra-o. Como já eram idosos, estavam a ficar muito esquecidos. Por isso, concordaram recentemente em anotar tudo o que iam fazer para se lembrarem. A mulher diz-lhe que também quer uma taça de gelado, mas pede-lhe para anotar. O marido diz:
— Não é necessário, querida, eu não me esqueço.
A meio caminho entre a sala e a cozinha, a mulher grita:
— Põe também um pouco de chocolate em cima!
E o marido responde:
— Eu não me esqueço.
Quando se preparava para entrar na cozinha, a mulher grita de novo:
— Põe uma cereja em cima, e vê lá se anotas tudo, estás a ficar muito esquecido!
O homem responde:
— Deixa estar que eu não me esqueço, filha.
Uns minutos depois, o marido regressa da cozinha e dá à mulher um cachorro quente, no prato. Ela olha para a sanduíche e diz:
— Vês! Eu disse-te para escreveres! Esqueceste-te da mostarda.
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Anedota
Numa escola de Lisboa, onde há alunos de vários estratos sociais, durante uma aula de Português, a professora perguntou:
– Dêem exemplos de frases com a palavra ÓBVIO?
Cátia Vanessa, uma das alunas mais aplicadas da turma, sempre muito bem vestida, ar de menina bem, respondeu:
– Senhora professora, hoje acordei bem cedo, ao nascer do sol, depois de uma óptima noite de sono no conforto do meu quarto. Desci a enorme escadaria da minha vivenda e fui à copa onde tomei o pequeno-almoço. Depois de me deliciar com as mais apetitosas iguarias fui até à janela que dá para o jardim. Vi a porta da garagem aberta e que lá se encontrava guardado o Ferrari do meu pai. Pensei cá com os meus botões: ‘É ÓBVIO que o papá foi trabalhar de Mercedes’.
Luís Cláudio, aluno de família classe média, não quis ficar atrás e disse:
– Professora, hoje não dormi nada bem porque o meu colchão é um bocado duro, mas apesar disso ainda consegui dormir alguma coisa. Tinha ligado despertador e por isso acordei a horas. Levantei- me cheio de sono, comi um pão torrado com manteiga e tomei café com leite. Quando sai para a escola vi o Fiat Uno do meu pai parado na garagem. Disse cá para comigo: ‘É ÓBVIO que o pai não devia ter gasolina e foi trabalhar de autocarro’.
Embalado na conversa, Geofredo Motumba Júnior, um preto da Cova da Moura, também quis responder:
– Féssora, hoje eu quasi num dormiu porqui houve cunfusão lá nos meu rua, com tiro e tudo. Só acordei di manhã porque estava a esmorrer di fome, mas num havia nada pra comer lá nos casa. Espreitei pela janela e viu os minha vó vistido cum os camisola dus Porto e cos jornal dibaixo dus braço e aí eu pensou: ‘É ÓBVIO qui vai cágá. Num sabi ler!!!’.
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Anedota
Um jornalista foi fazer uma reportagem a um asilo de velhos e pergunta a um velhote que estava sentado:
- A que é que se deve a sua idade tão avançada?
- Método, meu filho… Sempre tive uma hora certa para me deitar e para me levantar. O nosso organismo é uma máquina que precisa de método e horário.
O jornalista foi ter com outro e faz-lhe a mesma pergunta, ao que o velho responde:
- Sempre evitei as mulheres, meu jovem!
A seguir pergunta a outro:
- Eu nunca fumei, nunca bebi nem tive vícios de qualquer espécie.
A seguir o jornalista descobre o mais velho, o mais acabado, o mais enrugado de todos e muito admirado pergunta:
- Então, e o senhor, a que deve essa longevidade? Nunca teve vícios, festas ou mulheres?
- Qual quê! Eu nunca tive horário para nada, muita borga, copos, fumava três maços de tabaco por dia, jogo, mulheres com força, noites e noites sem dormir, eu sei lá que mais…
- Então, e quantos anos é que tem?
- Trinta e dois.
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Anedota
Um velhote ia pela auto-estrada a uma velocidade regular, quando um carro da polícia o mandou encostar. Muito surpreendido, o velhote desce o vidro e pergunta ao guarda:
— Mas que foi que eu fiz, senhor guarda?
— Não foi o senhor, foi a sua mulher. A senhora caiu do carro há mais de 20 quilómetros!
— Graças a Deus! — respondeu o velhote com grande alívio. — E eu a julgar que tinha ficado surdo.
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Anedota
Qual a semelhança entre os homens e os computadores?
Sempre há uma amiga que tem um melhor.
Se travam, não há quem os faça mudar de idéia.
Tanto num homem como num computador é preciso investir muito dinheiro para que melhorem.
Pouco tempo depois de se ter um já se quer outro melhor.
Nenhum dos dois e capaz de pensar por conta própria.
Os mais caros são os melhores.
Em certas ocasiões, podem deixar de funcionar.
Ambos têm memória, mas nenhum tem inteligência.
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Anedota
Um pastor que guardava ovelhas, um dia deixou o comboio matar uma. Ao ouvir os ralhos do patrão, o pastor disse-lhe:
— Tem o senhor muita sorte, porque o comboio veio a direito; se viesse atravessado matava-as todas.
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Anedota
Cúmulo do Vegetarianismo
Levar a Cindy Crawford para o mato e comer o mato.
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Anedota
Um camponês compra bilhete para ir no comboio. Mete-o na algibeira e marcha a pé, junto à linha férrea, até chegar ao destino. Aí, já muito cansado, desabafou: Se soubesse que o comboio era assim, tinha vindo a pé, que não me cansava mais.
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Anedota
— Que horas são?
— Falta um quarto.
— Mas falta um quarto para as quantas?
— Não sei. Só tenho o ponteiro dos minutos.

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