O doido, no hospital:
— Senhor director: Já sei que estou curado e venho pedir alta.
— Tu sabes qual era a tua mania? Sabes mesmo que estás curado?
— Sei que tinha a mania que era milho. Mas hoje sou uma pessoa como outra qualquer.
— Bem. Então o que é que vais fazer lá fora?
— Senhor director… eu vou trabalhar, vou constituir família, vou fazer uma vida igual à dos outros homens.
— E achas que já te encontras em condições de fazer uma vida normal?
— Fique descansado, senhor director. Sinto-me completamente curado.
— Bem. Vou-te dar alta. Aqui tens o papel assinado.
O doido vai já à porta do gabinete, quase a sair, volta-se para trás e diz:
— Agradecia-lhe só mais um favor.
— O que é?
— É que avise as galinhas, lá em baixo, no pátio, porque elas não sabem de nada.
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Anedota
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Anedota
— Parece-me que o senhor não trabalha…
— Não senhor… estou doido.
— Mas… há doidos que trabalham.
— Pois há… mas eu não estou tão doido como isso. -
Anedota
O director da manicómio mostra as instalações a umas visitas e entra na sala de convívio. Uns quantos doentes, sentados, vão gritando números.
— Quinze! — diz um, e todos riem às gargalhadas.
— Vinte e oito! — grita outro, e riem perdidamente.
— O que é que esses números querem dizer, para eles, que os fazem rir tanto? – pergunta um dos visitantes.
— Estão a contar anedotas — explica o director — mas corno já todos as sabem, numeram-nas e dizem só o número de cada uma.
— Trinta e quatro! — diz outro, rapidamente. Olham uns para os outros; ninguém ri.
— Essa não, pá! És maluco! Essa refere-se ao senhor director. Não vês que ele está aqui a ouvir? -
Anedota
A ministra da saúde vai visitar um hospício.
Um vez no edifício, cruza-se com um maluco que lhe diz:- Boa tarde. Quem é a senhora?
- Eu sou a ministra da saúde!
- Ai coitadinha… Mas olhe, não se preocupe que eles vão curá-la! Eu quando vim para aqui também julgava que era Napoleão e agora já estou bem!

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