Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa na sua “limousine” quando viu dois homens à beira da estrada, a comer erva. Ordenou ao motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles: – Porque estais a comer erva? – Não temos dinheiro para comida… – disse o pobre homem – . Por isso temos que comer erva. – Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer – disse o banqueiro. – Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore. – Que venham também – disse novamente o banqueiro. E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe: – Você também pode vir. O homem, com uma voz muito sumida disse: – Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo! – Pois que venham também – respondeu o banqueiro. E entraram todos no enorme e luxuoso carro. Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse: – O senhor é muito bom… Obrigado por nos levar a todos! O banqueiro respondeu: – Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Ireis ficar encantados com a minha casa… A erva está com mais de 20 cm de altura! “Quando achares que um banqueiro (ou banco) está a ajudar-te, não te iludas, pensa um pouco antes de aceitares qualquer acordo…”
A Albertina era muito religiosa e cumpria os mandamentos de Deus.Casou-se e teve 11 filhos. Depois o marido morreu. Passado pouco tempo, voltou a casar. Teve mais 17 filhos. Depois o segundo marido morre. Cinco semanas mais tarde, a Albertina morre. No funeral, o padre, olhando a defunta no caixão, comenta: – ‘Ahh… finalmente juntos.’ Uma velhota que se encontrava perto perguntou: – ‘Desculpe padre… mas quando diz finalmente juntos, refere-se à defunta e o seu primeiro marido, ou à defunta e o seu segundo marido ?’ – ‘Refiro-me aos joelhos da Albertina… ‘
Era o dia em que fazia 32 anos, o meu humor não estava lá grande coisa. Naquela manhã, ao acordar, dirigi-me à cozinha para tomar o café, na expectativa de que o meu marido dissesse: – Feliz aniversário, querida! Mas ele não disse nem bom dia… aí, pensei: é este o homem que eu mereço!? Mas continuei a imaginar: as crianças certamente se lembrarão… Quando elas chegaram para o café, não disseram nem uma palavra. Saí bastante desanimada, mas senti-me um pouco melhor quando cheguei ao escritório e o meu estagiário me disse: – Bom dia, Dra., feliz aniversário! Finalmente alguém se tinha lembrado! Trabalhei até ao meio-dia, quando o estagiário entrou no meu gabinete e me disse: – Sabe, Dra. … Está um dia lindo lá fora, e já que é o dia do seu aniversário, poderíamos almoçar juntos, só eu e a senhora. O que acha? Fomos a um lugar bastante simpático, divertimo-nos muito e, no caminho de volta, ele sugeriu: – Dra. com este dia tão lindo, acho que não devemos voltar já para o escritório. Que tal irmos até ao meu apartamento, que fica no caminho, para tomarmos uma bebida? Fomos então para o apartamento dele, e enquanto eu saboreava um martini, ele disse: se não se importa, vou até ao meu quarto vestir uma roupa mais confortável. Tudo bem…, – respondi –. Fique à vontade… Decorridos mais ou menos cinco minutos, ele saiu do quarto com um bolo enorme, seguido do meu marido, dos meus filhos, de amigas, e de todo o pessoal do escritório… todos a cantar “parabéns a você”! E lá estava eu, nua, sem soutien, sem cuecas, sentada no sofá da sala… É por isso que eu digo… “os estagiários só fazem merda!!!…”
À beira da Piscina do clube, quatro pais conversam sobre seus filhos: – Eu tenho cinco garotos, um time completo de basquete – gaba-se o primeiro. – Pois eu tenho seis, dá pra formar uma equipe de volei – rebate o segundo. – Grande coisa: com os onze que eu tenho lá em casa, formo um time de futebol – exagera o terceiro. Em seguida um deles se volta para o quarto homem, que continua quieto em seu canto: – E você, quantos filhos tem? – Filho, nenhum. Mas mulheres, tenho dezoito, um campo de golfe oficial.
Um pai tem cinco filhos. A um domingo reúne-os e diz-lhes: — Muito bem, vamos lá ver quem merece uma recompensa esta semana. Qual de vocês foi o mais obediente e fez tudo o que a mamã pediu? Os cinco, ao mesmo tempo: — Tu, papá…
Quatro amigos encontram-se numa festa após trinta anos sem se verem. Algumas bebidas, e um deles resolve ir à casa de banho. Os que ficaram começam a falar dos filhos. O primeiro falou: — Meu filho é o meu orgulho. Começou a trabalhar como paquete numa empresa, estudou administração, foi promovido a gerente e hoje é o presidente da empresa. Ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu-lhe um carro de presente. O outro disse: — Espectáculo! Meu filho também é um orgulho para mim! Começou a trabalhar como cobrador de autocarro, estudou e tirou o curso de piloto. Foi trabalhar numa grande empresa aérea, resolveu entrar para sócio e hoje é o dono. Ficou tão rico que um dia destes resolveu dar um avião de presente de aniversário a um grande amigo. O terceiro falou: — Parabéns! Também estou orgulhoso do meu filho, que se formou em Engenharia e abriu uma construtora que hoje é um sucesso. Ficou tão rico, que, recentemente, deu um apartamento a um amigo que fazia anos. O amigo que tinha ido à casa de banho voltou e perguntou: — Qual era o assunto? — Estamos a falar do grande orgulho que temos nos nossos filhos. E o seu? O que faz? — Meu filho não é propriamente um grande orgulho… É vagabundo, não quer trabalhar, mas devo admitir que é um grande sortudo e muito esperto. Fez anos no outro dia e ganhou um apartamento, um avião e um carro.
Uma bichinha desesperada, desiludida de tudo, subiu ao 20º andar de um edifício no centro de São Paulo. Encontrou uma sala vazia e entrou, trancou a porta, subiu para a janela tomando coragem para saltar e acabar com a vida. Juntou-se uma multidão lá em baixo. Todos a olhar para cima esperando a qualquer momento que o infeliz saltasse e se esborrachasse no asfalto. Mulheres choravam nervosas, outras rezavam, outras gritavam palavras animadoras. E a “bichinha” suicida lá, indiferente ao que se passava em baixo, preparando-se para saltar. Entretanto, aparecem os bombeiros, todas as emissoras de TV, rádios e a Polícia Militar, o pessoal dos Direitos Humanos. O trânsito parou, engarrafamento total. Os bombeiros subiram até o andar e tentaram arrombar a porta, mas era blindada e não conseguiram. Eis que um bombeiro conseguiu entrar pelo apartamento ao lado, debruçou-se no parapeito e tentou conversar com a bicha suicida para que não cometesse aquele ato: – Pensa nos teu pais, como vão eles sofrer! – implorou o policial. – Eu sou órfão! – Então pensa na tua mulher, nos teus filhos, que vão ficar desamparados! – Eu sou gay! – E no namorado? – Ele terminou comigo. É por isso que quero me matar! Aí o policial ficou atrapalhado sem saber mais o que dizer. Mas teve uma idéia: – Então pensa no SÃO PAULO, meu amigo! Pensa nas grandes conquistas, Tri Campeão do Mundo, da Libertadores, Bi-Brasileiro, Campeão da Copa do Brasil, pensa no Morumbi lotado, Bicha de Deus! – Mas eu sou CORINTHIANA! – CORINTHIANA? Então pula… Antes que eu te empurre!
O dono da casa chega e acha a mulher na cama com o amante. Enlouquecido ele corre e pega uma arma, aponta para a cabeça do amante (a de cima) e está pronto pra atirar. Então, desesperada, a mulher grita:
Meu bem, não faça isso! Você não ia ter coragem de matar o pai dos seus filhos, ia?… ???
😏 Agora ainda mais rápido e catita!
😍 Novo visual da página para ficar mais rápida e funcionar melhor em telemóveis.
😆 Melhorei os links de partilha, agora funcionam yay! ;D
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