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Horrivaldo e Ruinaldinho eram dois amigos inseparáveis, fanáticos por futebol, que jogavam peladas juntos todo final de semana há um tempão. Um dia, um deles sofre um grave acidente de automóvel e o companheiro vai visitá-lo na UTI.

– Horrivaldo, estou morrendo! Sei que dessa eu não escapo!

E o amigo, para consolar:

– Não fica assim, não! Tenho certeza que a outra vida é bem melhor que essa!
– Não sei não! E se lá não tiver futebol?
– É… aí nós ‘tamo lascado!

Uma semana depois Ruinaldinho bate as chuteiras, digo, as botas. Naquela mesma noite, depois do enterro, Horrivaldo é acordado no meio da noite.

– Quem é que tá aí?
– Sou eu, o Ruinaldinho! Eu voltei pra te dar duas notícias: uma boa e outra ruim!
– Fala primeiro a boa! – disse o amigo, ainda assustado.
– A boa é que existe futebol após a morte!
– Puxa, que legal! E a ruim?
– A ruim é que você tá escalado pra partida do próximo domingo!
No bar de sempre, três amigos batem um papo descontraído, até que um deles propõe:

– Que tal se cada um de nós contasse algo que nunca contou pra ninguém?
– Legal – concorda o primeiro – Há dez anos que eu tenho um caso quentíssimo com a mulher do meu chefe!

O segundo confessa:

– Eu nunca contei isso pra ninguém… Eu sou homossexual!!! Ai, pronto, falei!

Os dois olham para o terceiro, para saber o que ele vai confessar e este se defende:

– Ah, eu não sei bem como dizer…
– Coragem, cara! Vai em frente! – encorajam os amigos.
– OK, eu falo… É que… eu não consigo guardar nenhum segredo!
Um homem tinha dois ingressos preferenciais para a final do Mundial de Futebol. Quando ele chega ao estádio e senta, um outro homem nota que o lugar ao lado dele está vazio. Ele se aproxima e pergunta se o assento está ocupado.

– Não, não está ocupado – responde.

Assombrado o outro homem diz:

– É incrível! Quem, em seu juízo perfeito, tem um lugar como este, para a final do Mundial de Futebol, o evento mais importante do mundo e não o usa???

O homem olha para ele e responde:

– Bom, na realidade, o lugar é meu. Eu o comprei há dois anos. Minha esposa viria comigo mas ela faleceu. Este é o primeiro Mundial a que não assistiremos juntos desde que nos casamos, em 1982.

Surpreso, o outro lhe diz:

– Oh!! Que pena que isso tenha acontecido. É terrível, mas você não encontrou outra pessoa que pudesse vir no lugar da sua esposa? Um amigo, um vizinho, um parente ou uma outra pessoa que quisesse o lugar?

O homem nega com a cabeça e responde:

– NÃO!!!! Todos decidiram ficar para o velório…
Dois bêbados conversam num boteco e, a certa altura, um deles propõe irem para a zona.

– Boa idéia – responde o outro, que dá um passo, cai e se esborracha no chão.

O primeiro, ao ver o estado do amigo, conclui que ele jamais teria forças para transar e decide levá-lo para sua própria casa.

Quando chegam, são atendidos por uma mulher velha e mal-encarada.

– Que piranha mais feia! – comenta o segundo bêbado.
– Essa é a minha mãe – diz o outro, chateado.
– Aaaahh!!! Então, desculpe. Vou ficar com ela. Mas é só por consideração, hein?!
O juiz visita a amante de surpresa e a pega nos braços de um advogado. Louco da vida, começa uma violenta discussão com o rival. A amante os interrompe e sugere uma forma mais civilizada de ver quem ficaria com ela: um duelo, mas sem derramamento de sangue.

– Nós três ficamos nus. Então eu começo a desfilar diante de vocês. O primeiro que ficar visivelmente excitado será o vencedor.

Os dois aceitam a idéia mas, tão logo o duelo começa, o advogado percebe o juiz se manipulando disfarçadamente.

– Protesto, senhor juiz! – exclama o advogado. – Vossa Excelência está enganando a testemunha!
– Protesto rejeitado! – sentencia o juiz. – Eu estava apenas tentando refrescar a memória da testemunha
O sujeito chega em casa, tira os sapatos, senta no sofá, liga a TV e grita pra mulher:

– Claudete! Traz uma cerveja aí, antes que comece…

A esposa não diz nada e entrega a cerveja.

Depois de dois minutos, o marido volta a gritar:

– Claudete! Traz uns amendoins pra mim, antes que comece…

A mulher, impaciente, leva os amendoins e volta, bufando.

– Claudete! Claudete! Só mais uma cerveja! Antes que comece, vai…
– Chega! – grita ela, irritada – É sempre a mesma porcaria! Você chega em casa, senta, liga a TV e fica me pedindo tudo! Você não me dá nenhum valor, acha que eu sou uma mercadoria!
– Tá vendo só? – resmunga o marido – Já começou!
Dois meninos estavam a sair do Estádio de Alvalade, quando um deles é atacado por um cão, da raça Rottweiler. O outro menino , imediatamente, agarra num tubo de metal e dá com ele na cabeça do animal, matando-o , permitindo assim que o amigo escape apenas com alguns arranhões. Ao ver a cena, um jornalista que passava pelo local correu para ser o primeiro a cobrir o acontecimento e escreveu no seu caderninho: “Jovem verde e branco, salva amigo do ataque de um cão.” – Mas eu não sou verde e branco, disse o menino. E então, o repórter corrige para: “Bravo pequeno herói benfiquista salva amigo das garras de animal feroz”. – Mas eu também não sou benfiquista, disse o menino novamente. – Desculpa outra vez, apenas pensei que como estamos em Lisboa e não és verde e branco, deverias ser benfiquista. Afinal, de que equipa és tu? – Sou Portista. E o repórter volta a escrever em seu caderninho: “Delinquente portista assassina brutalmente animal doméstico indefeso”
Ciumento, ele ligou para casa à noite, já no primeiro dia de viagem. Atendeu uma voz estranha.

– Quem está falando?
– A empregada.
– Mas não temos empregada.
– Bem, meu senhor, fui contratada hoje.
– Está bem, deixa eu falar com a patroa.
– Não dá, senhor, ela está no quarto com o namorado.

Furioso, ele logo tem a idéia perfeita:

– Quer ganhar 5000 dólares agora?
– Claro, senhor.
– Então vá até a estante do meu escritório, pegue aquela espingarda na parede e atire nos dois, na cama mesmo.

Ele fica na linha. Ouve alguns passos. Silêncio. Dois tiros. A empregada volta ao telefone:

– Tudo certo, senhor. Mas, e os corpos?
– Jogue na piscina.
– Mas, senhor, que piscina? Aqui não tem piscina.
– Uhnnnnn… aí não é o 555 7799?
Depois de cinco anos de namoro e faltando dois dias para se casar, a filha chega para sua mãe e diz:

– Mamãe, faltam dois dias para me casar e meu namorado pensa que sou virgem! o que eu faço?
– Bem minha filha, no dia da Lua de mel, você coloca uma bexiga na vagina.
– Mais mãe!!!! uma bexiga! e se ele desconfiar?
– Pode ficar tranquila, vai por mim.

Chega o dia da Lua de Mel, ela vai ao banheiro, discretamente coloca uma bexiga dentro da vagina e vai peladinha até a cama.

O maridão abre suas pernas e espantado pergunta aos berros para mulher:

– Meu bem… o que significa isso!
– Ora querido é cabaço, você nunca viu?
– Claro que já vi, mas escrito “Parabéns à você”?
– Padre, o senhor soube que o Mário morreu?

– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?

– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.

– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!

– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.

– Pobre Mário! Que morte terrível!

– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.

– Mas que horror se morrer assim!

– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.

– Que morte sofrida, Mãe do Céu!

– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.

– Ave Maria! Que fim terrível!

– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…

– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?

– Padre, eu atirei nele.

– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?

– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
E o delegado, para o genro da vitima:

– Eu não consigo entender como é que o senhor, ao ver um homem agredindo a sua sogra, pôde permanecer de bracos cruzados!

O genro responde:

– Pois é, doutor! Eu até que estava com vontade de fazer alguma coisa, mas…

O delegado interrompe:

– Mas, o que?

Ao que o genro responde:

– Achei que dois caras batendo numa velhinha seria muita covardia!