Actualizações recentes

Na montagem de electricidade de uma fábrica, o oficial diz ao ajudante:
— Ó Malaquias, sobe aqui esta escada. Vês aqueles dois fios?
— Vejo, sim senhor.
— Então agarra um.
O outro sobe a escada, e agarra num fio. Pergunta-lhe o oficial:
— Dá choque?
— Não.
— Então não mexas no outro, que é de alta tensão — 1000 volts.

Um marinheiro, a bordo duma fragata, teve a desgraça de deixar cair ao mar um bule de prata, e, cheio de receio, foi ao camarote do comandante e perguntou:
— Meu capitão: pode dizer-se que está perdida uma coisa que se sabe onde está?
— Não, visto que se sabe o paradeiro.
— Nesse caso, não vale a pena procurar o seu bule, porque eu sei que está no fundo do mar.

A professora notou que um dos alunos tinha algum problema.

  • Vasco, qual é o teu problema?
  • Sou demasiado inteligente para estar no 1o.ano. A minha irmã está no 3o.ano e eu sou

muito mais inteligente do que ela, quero ir para o 3o. Ano também! A professora. vê que não vai conseguir resolver o problema e leva-o ao conselho directivo.
Enquanto Vasco está na sala de espera, a prof. explica a situação ao director. Este decide fazer um teste ao miúdo. A professora. então chama o Vasco e diz que lhe vão fazer um teste e caso ele responda correctamente a todas as perguntas, passará de imediato para o para o 3o. ano.
Entram no gabinete e o Director começa a fazer as perguntas: – Vasco, quantos são 3 x 3 ?

  • 9.
  • E quantos são 6 x 6 ?
  • 36.

O Director continua com as perguntas a que um aluno do 3o. ano deve saber responder e Vasco não erra nada. Então o Director diz para a professora:

  • Acho que vamos ter mesmo que passar o Vasco para o 3o. ano.
  • Posso também fazer algumas perguntas sr. Director? Interroga a professora. O Director concorda, e a professora começa:
  • A vaca tem quatro e eu só tenho duas. O que é? Vasco pensa um instante e responde:
  • Pernas.

Ela faz-lhe outra pergunta:

  • O que é que tu tens nas tuas calças, que eu não tenho nas minhas?

(O Director arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper…)

  • Bolsos. Responde o Vasco.
  • O que é que entra na frente da mulher e só pode entrar atrás no homem?

Estupefacto com as questões, o Director prende a respiração!… – A letra “M”. Responde o miúdo.
A professora. continua o questionário:

  • Onde é que a mulher tem o cabelo mais encaracolado?
  • Em África.
  • O que é que é mole, mas na mão das mulheres fica duro?
  • O verniz.
  • O que é que as mulheres têm no meio das pernas?
  • Os joelhos.
  • O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?

(O Director transpira por todos os poros, está quase a rebentar…) -A cama.

  • Qual o monossílabo que começa com a letra C e termina com a letra U e ora está sujo, ora está limpo?
  • O céu.

-O que é que começa com C tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei a várias pessoas? – CD.
(Não se contendo mais, o Director interrompe, respira aliviado e diz à professora): – Ponha o Vasco no 5o. ano, até agora EU errei todas!!!…

O Joãozinho achou tão excitante o que tinha visto que não se conteve e correu para casa contar à mãe, o que tinha visto.

  • Mãe! Mãe! Eu estava no pátio da escola, quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia. Fui atrás para ver. O pai estava a dar um grande beijo na tia. Depois ele ajudou-a a tirar a blusa, depois a tia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia …

Nesse ponto, a Mãe interrompeu-o e disse:

  • Joãozinho, essa é uma história tão interessante, que vais guardá-la para contar à hora do

jantar!… Quero ver a cara do pai, quando lhe contares tudo isso, à noite.
Ao jantar, a mãe pediu ao Joãozinho para contar a história.

  • Eu estava a brincar no pátio da escola quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia.

Corri para ver. Ele estava a dar um grande beijo à tia. Ajudou-a a tirar a blusa e a tia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia e o pai começaram a fazer as mesmas coisas que a mãe e o tio Jacinto faziam, quando o Pai estava na tropa!
A Mãe desmaiou!

Dois amigos estão no funeral de um terceiro. A dada altura, um pega numa nota de cinquenta euros e atira-a para dentro da sepultura. Admirado com aquilo, o outro pergunta:
— O que estás a fazer?
— Aqui o nosso amigo, em tempos, emprestou-me cinquenta euros e eu nunca lhos paguei. Para não ficar com problemas de consciência, aqui ficam.
— Eh pá! É verdade! Ele também me emprestou cinquenta euros e eu nunca lhos paguei — diz o primeiro e, pegando no livro de cheques, passa um cheque de cem euros, atira-o para a sepultura e recolhe os cinquenta euros que o amigo lá tinha deitado.

Um jovem ambicioso fala com o barão de Rothschild.
— Senhor barão, penso que é altura de encontrar um marido para a sua filha. Venho-me oferecer como candidato.
— De facto, a minha filha preocupa-me. Mas, claro, serei muito exigente quanto às qualidades dos pretendentes.
— Que pensa o senhor de um director do Banco Nacional?
— Seria um bom partido, de facto.
O pretendente dirige-se então ao ministro das Finanças.
— Senhor ministro, é certo que procura um candidato a director do Banco Nacional?
— De facto. Precisava de alguém jovem e com outros atributos importantes.
— Que pensa do genro dos Rothschild?

O pai do Zezinho foi buscá-lo à escola para o levar a uma consulta ao dentista. Sabendo que os papéis, no grupo de teatro da escola tinham sido distribuídos nesse dia, perguntou ao filho se lhe calhara algum. O Zezinho, entusiasmado, disse que sim.
— Calhou-me o papel de um homem que está casado há vinte anos. 
Responde o pai:

— Óptimo, filho. Continua o bom trabalho, que qualquer dia dão-te um papel em que possas falar.

A repórter, voltando dez anos depois ao Kuwait, notou que as mulheres, que antigamente caminhavam sempre meio metro atrás dos maridos, tinham passado a andar pelo menos cincos metros à frente deles. Interessadíssima por esta mudança de comportamento, imaginou que tal deveria significar uma vitória feminina. Então, aproximou-se de uma das mulheres e perguntou:
— Isto é maravilhoso! O que aconteceu aqui que fez com que se extinguisse esse costume absurdo de caminharem atrás dos maridos, pois agora avançam sempre, altivamente, à frente deles?
E a mulher do Kuwail respondeu:
— Minas terrestres.

Numa aldeia, anuncia-se um espectáculo de equilibrismo. Entre duas casas, a vinte metros de altura, é esticado um fio de aço. As gentes reúnem-se para assistir. Surge o artista. Com grande espanto de todos, é um velhinho muito magro, que treme e mal se sustém nas pernas. A multidão, cheia de pena, começa a gritar para que ele não faça o número, porque já não tem idade nem saúde para isso. O velhinho diz:
— Meus amigos, tenho de o fazer, apesar dos meus setenta e cinco anos. A minha mulher está no hospital, eu não tenho reforma, tenho de ganhar algum dinheiro para a ajudar…
Os habitantes da aldeia quotizam-se, exigem que ele não tente o exercício e entregam-lhe um razoável donativo.
— Então, de acordo, meus amigos — diz o velhinho. — Obrigado. Não farei a travessia. Mas queria avisá-los de que a próxima sessão será às dez e meia da noite.

Já que estás a gosta, toma outra do Cavaco:
Cavaco Silva encontra-se com Obama e Lula da Silva.
No meio da conversa, Lula abre a camisa e mostra o peito, – Isto é como o Brasil, forte e invejado!!!
Obama desce as calças, vira o rabo e diz, – Isto é como a América, impenetrável!!!
Cavaco, desce as calças e, mostrando o pirilau e diz, – Isto é como Portugal, nunca mais se vai levantar!!!