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Helena e Gilda, duas solteironas, são donas de uma farmácia… Entra um homem e pede uma camisinha.

Helena atende e traz a camisinha:

– É pequena ! Reclama o freguês.
E Helena traz uma maior:

– Ainda é pequena .. 

E Helena pega a maior do estoque.

– Desculpe, mas tem de ser maior…

Helena grita prá Gilda que está no armazém da farmácia:

- Ó Giiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiilda ! Tem um homem aqui que precisa de uma camisinha maior que a XXL…!!!!! O que é que nós temos para oferecer?

– Casa, comida, roupa lavada e sociedade na farmácia!

Num infantário a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.
Ela faz força, faz força, e parece impossível: as botas estão muito apertadas.
Ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase.
Nisto, diz o miúdo:

  • As botas estão trocadas!

A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tirar-lhe as botas. Mais uma dose de esforço e depois ela torna a calçar-lhas, desta vez nos pés certos.
Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela lá é bem sucedida e diz: – Bolas… estava a ver que não… custou…

  • Sabe é que estas botas não são minhas!

A educadora fecha os olhos, respira fundo e recomeça a descalçar o rapaz novamente. Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:

  • OK! De quem é que são estas botas, então?
  • São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!

A educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai respirando fundo, decide não dizer nada e a calçar novamente o rapaz.
Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
Por fim diz-lhe:

  • Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?

Estão dentro das botas!

O filme está a projectar-se, a sala, está às escuras e quase silenciosa, quando se ouve o estalar de uma valente bofetada, e a senhora, levantando-se, gritar ao homem que lhe apalpara â coxa:
— Seu patife! Seu atrevido! Seu malandro!
O homem levanta-se, pede licença para passar, às pessoas que estavam próximas, olha para trás, para a senhora, e diz-lhe em tom de ameaça:
— E lá em casa levas mais.

— Talvez aqui tenha um bom partido para si — diz o homem da agência de casamento — Uma menina bem linda, filha do dono duma grande empresa metalúrgica.
— Tem fotografias?
— Não. A menina disse que não tinha nenhuma que achasse capaz, mas ficou de me mandar ainda hoje, ou amanhã.
— Não estou, a pensar na fotografia da menina. Pergunto se tem fotografias das instalações metalúrgicas.

No eléctrico vai sentada uma bela rapariga. Um malandrão chega ao pé dela e segreda-lhe: «Se você me mostrasse um bocadinho mais dessa linda perna… eu dava-lhe esta nota!» — e mo-trou-lhe uma nota de cinco euros. A moça pegou na nota e, efectivamente, puxou a saia um centimetrozinho mais acima. O homem, estasiado, aventurou-se novamente:
—Se você puxasse um bocadinho de nada a mais… eu dava-lhe esta notinha… e estendeu-lhe dez euros.
A rapariga puxou a saia um bocadinho mais acima. E em seguida, pergunta-lhe:
— Olhe lá. Quanto é que me daria se eu lhe mostrasse o sítio onde fiz a operação à apendicite?
— Oh! Isso… dou-lhe vinte euros.
— Pois então dê-mos cá.
Ele estendeu-lhe a nota, ela recebeu-a, e ele verificou que ela, quietinha no banco, não fazia menção de levantar a saia. Começou a pensar que estava a ser ludibriado, e perguntou:
— Então? Mas onde é que foi?
— Olhe, foi ali! — e apontou o Hospital de Santa Marta, por onde nesta altura o eléctrico ia passando.

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido: – Amor… Amo-or!

  • Hummmm???!!! – Acorda!!!
  • Hummm?!
  • Acoorda!!!!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta: – O que é que aconteceu?!

  • Estou com um desejo…
  • Desejo???
  • Sim… de comer carne de corvo…
  • Corvo??? Mas onde é que eu vou arranjar

um corvo agora???

  • Vai ao zoo…
  • Estás maluca!!! Não vou agora ao zoo. Vou mas é pintar um frango de preto e depois comes.
  • Não vou comer carne de corvo mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é pretinho, mesmo pretinho. Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

  • Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo e agora o meu filho nasceu preto como o corvo.

A mãe, bem-humorada, consola o filho que está em pranto:

  • Não chores meu filho… Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim cornudo, mas só agora é que se começou a notar.

Na fronteira suíça os guardas interceptam um homem que transporta, numa bicicleta, um grande saco, cheio de areia. Revistam, e verificam que ele não mente: é um saco cheio de areia. O incidente repete-se dois dias depois, e na semana seguinte, e assim durante meses.
— É um louco — diziam os guardas-fiscais.
Os anos passaram. Um dos guardas reforma-se e encontra, por acaso, o ciclista.
— Afinal — pergunta ele —, é capaz de me dizer o que é que você passava noutro tempo, na fronteira, por contrabando.
— Nada. Somente bicicletas.

Na montagem de electricidade de uma fábrica, o oficial diz ao ajudante:
— Ó Malaquias, sobe aqui esta escada. Vês aqueles dois fios?
— Vejo, sim senhor.
— Então agarra um.
O outro sobe a escada, e agarra num fio. Pergunta-lhe o oficial:
— Dá choque?
— Não.
— Então não mexas no outro, que é de alta tensão — 1000 volts.