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Um velho fazendeiro com sérios problemas financeiros comprou uma mula a outro fazendeiro por mil euros e concordou em receber a mesma no dia seguinte. Entretanto, nesse dia, o vendedor da mula procura-o:
— Desculpe-me, mas, infelizmente, tenho más notícias… a mula morreu.
— Tudo bem. Devolva-me o dinheiro.
— Não posso. Já o gastei.
— Okay. Então, traga a mula morta mesmo.
— E o que vai você fazer com ela?
— Vou rifá-la.
— Você não pode rifar uma mula morta.
— Claro que posso. Só não vou dizer a ninguém que ela está morta.
Passado um mês, os dois homens encontram-se novamente, e o vendedor da mula pergunta:
— Que fim levou a mula morta?
— Eu rifei-a, como tinha dito que faria. Vendi quinhentos números a dois euros. Consequentemente, recuperei novecentos e noventa e oito euros.
— E ninguém reclamou?
— Só o tipo que ganhou, mas eu devolvi-lhe os dois euros dele.

A ‘Madame’ abre a porta do bordel e encontra um velhinho vestido com roupa modesta. – ‘Diga ?’ , pergunta ela.

  • ‘Eu quero a Natália’, respondeu o velhinho.
  • ‘Caro senhor, a Natália é uma das nossas melhores ‘meninas’ mais caras. Talvez eu lhe possa apresentar alguma outra…’
  • ‘Não, eu quero a Natália!’, insiste o velhinho.

Então a Natália aparece, um espectáculo de mulher, em saltos altos, corpete, meias e cinto de ligas e diz ao velhinho que o preço é de 500 Euros por visita. O velhote nem pisca e, tirando o dinheiro da carteira, diz que tudo bem. Então ela leva-o para o quarto onde ele passa uma hora inesquecível, com sexo louco como nunca tinha tido. Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente e chama pela Natália.
Ela estranha, diz que nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que ela não faria nenhum desconto pela fidelização. O velhinho tira mais 5 notas de 100 euros e entrega à rapariga, que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior. Na noite seguinte, ninguém acredita: Mais uma vez o velhote entrega o dinheiro à moça, e tornam a ir para o quarto.
Depois da hora que passaram juntos, Natália não resiste e pergunta ao velhinho:

  • ‘Ninguém usou os meus serviços três noites seguidas porque sou a melhor desta casa e levo muito caro.
  • ‘De onde é o senhor? ‘
  • ‘Sou de Cuba! ‘, responde o velhinho
  • ‘Sério? Eu tenho uma irmã que mora em

Cuba!’

  • ‘Eu sei, foi ela que me pediu para lhe

entregar os 1500 Euros.

Um jovem entra numa pastelaria e pede um pastel de nata. Quando o empregado lho vem servir, o jovem pede para o trocar por um bolo de arroz. Quando ia a sair, sem ter pago o bolo que comera, o empregado interpelou-o, dizendo:
— Desculpe, mas não pagou o bolo de arroz.
O jovem respondeu:
— Pois não, troquei-o por um pastel de nata.
O empregado insiste:
— Você não tinha pago o pastel de nata.
— Pois não — respondeu o rapaz —, mas também não o comi.

No exame, o professor fica desiludido com o aluno, que não respondeu acertadamente a nenhuma pergunta. Então, diz-lhe:

  • Faço-lhe uma última pergunta. Se me responder acertado, não o reprovo.
  • Diga-me, então: quantos pêlos há na cauda de um cavalo?
  • 3583 – Responde o aluno sem hesitação.
  • Tem a certeza?
  • Professor, era a última pergunta e está a fazer-me outra

Um enfermeiro do Hospital de Santa Maria, estava namorando uma médica e ela ficou grávida! Ele, não querendo que sua mulher soubesse, disse-lhe para pedir a transferência para Évora.

  • Como te aviso quando o bebe nascer?
  • Manda um postal e escreve só ”Pão alentejano.

Passaram-se alguns meses e, um dia, quando o enfermeiro chegou a casa, a esposa disse-lhe:

  • Recebeste um postal de Évora e eu não consigo entender o significado da mensagem. Ele leu o postal e caiu no chão com um violento ataque cardíaco. Foi levado imediatamente para as urgências.

O cardiologista perguntou à esposa:

  • Aconteceu alguma coisa que possa ter causado o ataque? – Não! Ele apenas leu este cartão postal que diz:

“Cinco pães alentejanos: Três com chouriço e dois sem”

— Não há nada a fazer, senhor doutor — diz o aluno, desanimado, ao seu professor de Português —, embora eu me esforce por aprender sou mesmo muito fraco, pois tudo o que o senhor doutor diz entra-me pelos dois ouvidos e sai-me pelo outro!…
— Entra-te pelos dois ouvidos e sai-te pelo outro?… — pergunta o professor. — Então tu não sabes que só tens dois ouvidos? Responde o aluno:
— Está a ver como é?… Não é só em Português… Em Matemática também sou um desastre!…

Cristo veio à terra ver como isto andava e ao passar pelo passar pelo hospital de Viseu, nas urgências estava lá um médico que trabalhava à mais de 48 horas. Teve pena do médico e vestiu uma bata e disse-lhe que era o novo médico e que vinha substitui-lo. O primeiro doente entra de cadeira de rodas e Cristo pergunta-lhe o que tem. Ele responde que era paralítico à mais de 30 anos e que agora esta estava a ficar com problemas de ossos, etc.. Então Cristo pousa-lhe a mão na testa, e diz-lhe:
– Levanta-te e caminha.
O homem levantou-se pegou na cadeira de rodas e ao passar em frente aos outros doentes, estes perguntam-lhe:
– Então o novo médico como é???? E ele responde:
– É tudo a mesma merda, nem radiografias, nem análises, nem nada, querem e despachar …

— Ouve, Isaac: as tuas notas na escola não são brilhantes. Se eu fosse como os outros pais, castigava-te duramente. Mas não. Vou fazer um contrato contigo: sempre que me mostrares uma nota boa, dou-te vinte euros.
No dia seguinte, o pequeno Isaac vai ter com a professora e diz-lhe:
— Está interessada em ganhar dez euros por semana?

Na aula de Inglês, a professora pergunta ao Zezinho:
— Como se diz peixe em inglês?
E o Zezinho prontamente responde:
— Fish
— Muito bem — aplaude a professora. — E vamos lá a ver se o menino sabe como se diz cardume…
O Zezinho pensa, pensa e responde orgulhoso:
— Ora, é fácil, senhora professora… bué da fish.

O Zezinho chega esbaforido e todo sujo, além de atrasado, à aula. A professora, toda empertigada, interpela-o:
— Então isto é que são horas de chegar? E ainda por cima todo sujo? Isto não tem explicação.
— Tem sim, tive de levar a vaca lá de casa, prò touro cobrir.
— Mas o seu pai não podia fazer isso?
— Poder, podia…, mas acho que a vaca prefere o touro.

A professora reúne os alunos e diz-lhes:
— Meninos, amanhã vem cá um fotógrafo para nos tirar um retrato todos juntos. Acho que devem comprar a fotografia, porque, mais tarde, será muito agradável, olharem para ela. Nessa altura, já adultos, vocês dirão: «Olha, este era o Carlos, o meu melhor amigo», ou «aquele era o Henrique», ou «este aqui é o João, que agora é médico», etc.
Do fundo da aula, ergue-se uma voz:
— Senhora professora, também poderemos dizer: «Olha esta era a nossa professora, coitada, já morreu.»