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Dia de prova na faculdade. Cem alunos na sala, professor chato, impaciente e louco para ir embora. Dez em ponto a prova termina, e quem não entregar até essa hora não entrega mais, diz o professor. Às 10 e 10, um aluno corre com a prova na mão até à mesa do professor, que arrumava as coisas para sair.
— Eu avisei que não aceitaria provas fora do horário! Esqueça!
O aluno, com um ar autoritário, perguntou:
— O senhor sabe com quem está a falar?
A resposta do professor tinha um certo sarcasmo.
— Não, não faço a menor ideia.
Empinando mais o nariz, tornou a repetir:
— Tem certeza disso?
— Absolutíssima!
O aluno levantou a imensa pilha de provas, enfiou a dele no meio, baralhou-as um pouco e disse:
— Agora, descubra!

O miúdo estava a ir muito mal em matemática. Os pais ten­taram tudo: aulas particulares, brinquedos educativos, cen­tros especializados, terapia, nada adiantou. Ouvem dizer que há uma escola de freiras no bairro que é muito boa, e resol­vem fazer mais essa tentativa.
No primeiro dia, o filho volta para casa com cara séria e vai directo para o quarto, sem sequer cumprimentar a mãe. Senta-se na escrivaninha e estuda. Estuda sem parar. A mãe chama-o para jantar. Ele janta depressa e volta imediatamente aos estudos. A mãe nem acredita. Isso dura algumas semanas. Um dia, o rapaz volta para casa com as notas, que entrega à mãe: vinte a matemática! A mãe não se contém, e pergunta:
— Filho, conta à mãe o que te fez mudar? Foram as freiras? O miúdo balança a cabeça negativamente.
— O que foi, então? — insiste a mãe — Foram os livros, a disci­plina, a estrutura de ensino, o uniforme, os colegas, o que foi? Ele olha a mãe e diz:
— No primeiro dia, quando vi um sujeito pregado no sinal mais, percebi que elas não eram para brincadeiras…

Um jovem foi visitar a sua namorada.
A namorada e a sogra receberam com muito prazer o jovem.
Ficara na sala e almoçaram e muito mais…
O jovem chegou na hora de ir para casa.
Começou a chuver muito forte, e a mãe da namorada disse: jovem hoje vais dormir aqui por causa da chuva.
Jovem disse: tudo bem.
A namorada foi arrumar o quarto e a mãe foi fazer o jantar.
Logo voltaram pra o jovem. o jovem não se encontrava na sala.
Procuraram até se aborrecer.
Mais tarde estão a ver o jovem, e lhe perguntaram~ onde é q tu estavas?
O jovem respondeu: foi té com meus pais pra avizar q hoje não vou pode vir…

Irritado com os alunos, o professor lançou um desafio:
— Aquele que se julgar burro, faça o favor de ficar de pé! Toda a gente continua sentada. Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.
— Quer dizer que tu te julgas burro? — perguntou o professor, indignado.
— Bem, para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí de pé sozinho!

A professora está a ter dificuldades com um dos alunos.
— Pedro, qual é o problema?
— Sou muito inteligente para estar na primeira classe. Minha irmã está na terceira e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para a terceira também!
A professora vê que não vai conseguir resolver este problema e manda-o ao director. Enquanto o Pedro espera na antes-sala, a professora explica a situação ao director. Este diz que vai fazer um teste ao garoto, e que, se ele não conseguir responder a todas as perguntas, fica na primeira. A professora concorda. Chama o Pedro, explicam-lhe que vai ter de passar por um teste e ele aceita. Director:
— Pedro, quanto é três vezes três?
Pedro:
— Nove.
Director:
— E quanto é seis vezes seis?
Pedro:
— Trinta e seis.
E o director continua com a bateria de perguntas que um aluno da terceira classe deve saber responder e o Pedro não erra nenhuma. Então diz para a professora:
— Acho que temos mesmo de colocar o Pedro na terceira. A professora pergunta:
— Posso fazer algumas perguntas também?
O director e o Pedro concordam. A professora pergunta:
— O que é que a vaca tem quatro e eu tenho dois? Pedro pensa um instante e responde:
— Pernas.
Ela faz outra pergunta:
— O que é que há nas tuas calças que não há nas minhas?
O director arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper…
— Bolsos — responde o Pedro.
— O que é que entra na frente da mulher e que só pode entrar atrás do homem?
Estupefacto, o director prende a respiração…
— A letra M — responde o garoto.
O director respira aliviado e diz para a professora:
— Ponha o Pedro na quarta classe. Eu mesmo teria errado as três últimas respostas.

A professora pediu aos alunos que levassem para a aula instrumentos utilizados num hospital.
— Cíntia, o que trouxeste?
— Um bisturi.
— Quem to deu?
— A minha mãe.
— E o que disse ela?
— Falou que serve para cortar a pele.
— Ah, parabéns. Vítor, o que trouxeste?
— Uma seringa.
— E quem ta deu?
— O meu pai.
— O que disse ele?
— Falou que serve para aplicar injecções.
— Parabéns. E tu, Joãozinho, o que é essa bola debaixo do teu braço?
— Um balão de oxigénio.
— E quem to deu?
— Tirei-o à minha avó.
— E que disse ela?
— Dá cá isso!… Dá cá i… Dá cá… Dá…