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Um burro morreu bem em frente de uma Igreja e, como uma semana depois, o corpo ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o presidente da câmara.

  • Sr. presidente, tem um burro morto na frente da Igreja há quase uma semana!

E o presidente, grande adversário político do padre, alfinetou:

  • Mas Padre, não é o senhor que tem a obrigação de cuidar dos mortos?
  • Sim, sou eu! Mas também é minha obrigação avisar os parentes!

Conheceram-se. Casaram-se. Ela tinha um terrível mau hálito, ele transpirava horrivelmente dos pés. Aproximaram-se um do outro. Ela, encostando a boca o mais perto que podia do nariz dele, exclamou:
— Querido, tenho uma coisa a confessar-te.
Ele, sentindo o bafo fétido que aquelas palavras transportavam, aproveitou para retorquir:
— Já sei. Engoliste as minhas peúgas!

O marido vem do médico e a mulher pergunta-lhe assim que chegou a casa.
— Então? Que te disse o médico?
— Proibiu-me de fumar e de beber.
— Eu tinha razão: sempre te disse que o fumar e o beber te faziam mal, não te disse?
— Mas… também me proibiu de trabalhar.
— E tu ainda acreditas em tudo o que te dizem os médicos?!