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Andava o senhor abade muito atarefado no quintal, procurando fixar pregos num muro à força de martelo, para segurar uma trepadeira, quando reparou num garotinho que o observava atentamente.
— Então, meu amiguinho, queres aprender a jardineiro?
— Não senhor…
— Então estás admirado de me ver trabalhar assim?
— Ná… Não senhor; era para ouvir o que o senhor abade dizia quando desse com o martelo nos dedos.

A polícia estava a conversar no rádio:
– Meu sargento, chegamos ao local do crime.
– Faça o relatório.
– Uma mulher matou o marido: foram 35 facadas, 2 tiros, depois de o já ter asfixiado.
– Meu Deus! E qual foi o motivo do crime?
– Ele pisou onde ela estava passando o pano!
– E conseguiram capturar a mulher?
– Não, Sargento, estamos à espera que o piso seque!

O polícia de uma pequena cidade apanha um motorista por excesso de velocidade.
– Mas Guarda, eu posso explicar – responde o motorista.
– Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! – diz o polícia.
– Mas, por favor, eu só queria dizer que…
– Silêncio! Você está preso!

Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.
Horas mais tarde, o Guarda volta:
– O chefe está a chegar! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.
– Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!

Sempre tive uma atração irresistível pela vizinha do apartamento ao lado. Vivia obcecado com a ideia fixa de possuí-la… de comê-la… de traçá-la todinha! Um dia, ao conversar com o marido dela, ouvi este comentário: preciso mandar pintar o meu apartamento, mas trabalho o dia inteiro e chego cansado. Tentei contratar um pintor profissional, mas o tipo pediu-me os “olhos da cara!”… Nesse momento, o meu rosto iluminou-se, pois a ideia que eu tive foi simplesmente brilhante!
– Não seja por isso, vizinho! Estou de férias e pintar paredes é o meu hobby favorito! Posso fazer esse serviço para você, com o maior prazer.
O maridão aceitou a oferta e ficou feliz da vida. Não é para me gabar, mas, como sou “bom de papo”, mal comecei a pintar o apartamento, consegui levar aquele mulherão… aquele aviãozão… aquele monumento para a cama! Só que, azar dos azares… estávamos nos preliminares e eu não esperava que o marido se tivesse esquecido dos documentos em casa e que, por isso mesmo, tivesse que voltar justamente naquele momento! A mulher, ouvindo o marido abrir a porta da sala, correu para a casa de banho e o gajo entra no quarto e encontra-me “peladão”, no cimo do escadote, dando umas pinceladas na parede. Aos berros, ele perguntou:
– Que m**** é esta, pá?… Começaste pelo quarto e… todo nu?
– Ora… estou a pintar de graça, começo por onde quiser!
– Mas todo nu?…
– Queria que eu manchasse a minha roupinha nova com tinta?…
– E de pau feito, c******?…
– E onde é que eu vou pendurar a “p****” do balde?…

Estava um polícia a fazer uma investigação e diz, convicto:
– Não há dúvida. Este homem suicidou-se.
– Mas como é que é possível? Então não foi o outro que o matou, com a metralhadora? – pergunta o colega, admirado.
– Foi. Mas quem o mandou fazer frente-a-frente a uma metralhadora com uma simples pistola?

Um homem é parado pela polícia:
– O senhor passou num semáforo vermelho!
– O quê? Não passei nada! Eu não vi!
– Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!
– Não tenho!
– Não tem?! Como não tem?!
– Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!
– Roubado?! Saia já do carro!
– Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!
– O quê?! Uma pistola?
– Então?! Para matar o dono do carro!
– Você matou o dono do carro?!
– Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!

Com a situação, o polícia chama reforços.
Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.
Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.

O chefe, confuso, pergunta:
– Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!
– Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho…

Um tipo sofre um acidente de carro e o seu pénis ficou muito mal tratado. O médico assegura-lhe que a medicina moderna poderá trazer o seu pénis de volta, através de um transplante, mas o plano de saúde não cobrirá a cirurgia, pois é considerada estética. O médico diz que os preços da cirurgia são os seguintes: €5.000,00 – tamanho pequeno; €9.000,00 – tamanho médio; €15.000,00 – tamanho grande. O homem aceita o transplante, só ficando em dúvida quanto ao tamanho: pequeno, médio ou grande. O médico aconselha-o a conversar com a esposa antes de decidir e sai da sala para deixá-lo à vontade. O homem telefona para a esposa e explica a situação. Voltando à sala, o médico encontra o homem profundamente deprimido e pergunta:
– Então, o que decidiram?
– Ela prefere reformar a cozinha.