Etiqueta: pais

A Isabel casou-se e foi morar para o andar de cima, mas mesmo assim continuava a comer com os pais. Certo dia a mãe chama a Isabel e ela:
– Já vou mãe, não demoro.
Diz o Chico (o irmão mais novo):- Não demora não!… Eu sei o que é que eles estão a fazer.
A mãe:- Deixa de ser parvo e cala-te! Isabel, anda p’ra mesa!
– Já vou mãe!
– Ehehe eu sei o que eles estão a fazer!
O puto leva um tabefe e cala-se. Passado quase meia hora:
– Isabel, filha, despacha-te que a comida fica fria!
Diz a filha quase a chorar:- Oh mãe já vou…
O Chico então desata-se a rir:
– Eu sei o que eles estão a fazer… A Isabel pediu-me o tubo da vaselina e eu dei-lhe o da cola!

Estavam uns miúdos a brincar no pátio da igreja por altura do Natal. Até que um deles sem querer esbarra num dos bonecos do presépio e parte-o. Passado um bocado chega o padre e, ao ver o boneco partido, diz:

  • Quem é que partiu o pastor?

Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa. O Padre imediatamente diz:

  • Então tens de pagar o estrago.

E responde o menino:

  • Eu não tenho dinheiro senhor padre.

E o Padre:

  • Então pagam os teus pais.

E o menino

  • Eu já não tenho pais.

E o Padre:

  • Então não tens ninguém? És sozinho no mundo?

Responde o miúdo:

  • Não! Eu tenho uma irmã mais velha.

O Padre:

  • Pronto paga ela.

E responde o miúdo:

  • Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira…

Corrigindo o menino, diz o Padre:

  • Não se diz freira, diz-se esposa de Cristo.

E finaliza o menino:

  • Ah! Então o meu cunhado que pague…
Era um miúdo de 7 anos, que estava sempre a chatear os pais, porque queria saber como é que tinha nascido. Os pais para o correrem, respondiam-lhe sempre:
– Olha, estás a ver aquele buraquinho no tecto? Foi por ali que tu nasceste.
O puto, enfim lá se calava e ia-se embora. Um dia, numa chuvada torrencial, começou a chover dentro de casa através do buraco no tecto. Como o tecto era muito alto, o homem meteu a mulher às cavalitas, para ela meter betume no buraco. Entretanto toca o telefone, e dizem:
– Olha, eu queria falar com a tua mãe.
– A minha mãe agora não pode, está em cima do meu pai a tapar o buraco por onde eu nasci.
À beira da Piscina do clube, quatro pais conversam sobre seus filhos: – Eu tenho cinco garotos, um time completo de basquete – gaba-se o primeiro.
– Pois eu tenho seis, dá pra formar uma equipe de volei – rebate o segundo.
– Grande coisa: com os onze que eu tenho lá em casa, formo um time de futebol – exagera o terceiro.
Em seguida um deles se volta para o quarto homem, que continua quieto em seu canto: – E você, quantos filhos tem?
– Filho, nenhum. Mas mulheres, tenho dezoito, um campo de golfe oficial.

Quatro amigos encontram-se numa festa após trinta anos sem se verem. Algumas bebidas, e um deles resolve ir à casa de banho. Os que ficaram começam a falar dos filhos. O primeiro falou:
— Meu filho é o meu orgulho. Começou a trabalhar como paquete numa empresa, estudou administração, foi promovido a gerente e hoje é o presidente da empresa. Ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu-lhe um carro de presente.
O outro disse:
— Espectáculo! Meu filho também é um orgulho para mim! Começou a trabalhar como cobrador de autocarro, estudou e tirou o curso de piloto. Foi trabalhar numa grande empresa aérea, resolveu entrar para sócio e hoje é o dono. Ficou tão rico que um dia destes resolveu dar um avião de presente de aniversário a um grande amigo.
O terceiro falou:
— Parabéns! Também estou orgulhoso do meu filho, que se formou em Engenharia e abriu uma construtora que hoje é um sucesso. Ficou tão rico, que, recentemente, deu um apartamento a um amigo que fazia anos.
O amigo que tinha ido à casa de banho voltou e perguntou:
— Qual era o assunto?
— Estamos a falar do grande orgulho que temos nos nossos filhos. E o seu? O que faz?
— Meu filho não é propriamente um grande orgulho… É vagabundo, não quer trabalhar, mas devo admitir que é um grande sortudo e muito esperto. Fez anos no outro dia e ganhou um apartamento, um avião e um carro.

O pai estava a passear com o filho. A certa altura, o garoto perguntou:
— Pai, o que é electricidade?
— Bem, não sei ao certo — respondeu o pai. — Tudo o que sei é que é algo que faz as coisas funcionarem.
Mais adiante, o menino fez outra pergunta.
— Pai, como é que a gasolina faz os motores funcionarem?
— Não sei, filho. Não entendo nada de motores. Depois de curto intervalo, o garoto novamente:
— Pai, porque brilha o asfalto, como se estivesse molhado, nos dias de calor?
— Não sei, não entendo de pavimentação.
Outras perguntas se seguiram, com quase os mesmos resultados. Por fim, o garoto interrogou:
— O pai não se aborrece quando faço todas essas perguntas?
— Claro que não, filho. De que outra forma tu aprenderias alguma coisa?

O estudante, em apuros monetários, teve de empenhar o fato, mas não queria que a mãe soubesse. Finalmente, resgatou o fato e levou-o para casa, na mala da roupa. Enquanto o rapaz estava ocupado no seu quarto, a mãe começou a des-fazer-lhe a mala. Ao deparar com a etiqueta da casa de penhores, presa ao casaco, perguntou ao filho:
— João, que etiqueta é esta?
O rapaz não hesitou e replicou:
— É que fui a um baile, ontem à noite… e isso é a etiqueta que lhe puseram no bengaleiro…
Um momento depois a mãe viu uma etiqueta igual presa às calças e perguntou, surpresa:
— João, mas que espécie de baile foi esse?!…

O pai do Zezinho foi buscá-lo à escola para o levar a uma consulta ao dentista. Sabendo que os papéis, no grupo de teatro da escola tinham sido distribuídos nesse dia, perguntou ao filho se lhe calhara algum. O Zezinho, entusiasmado, disse que sim.
— Calhou-me o papel de um homem que está casado há vinte anos.
Responde o pai:
— Óptimo, filho. Continua o bom trabalho, que qualquer dia dão-te um papel em que possas falar.