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Mas quais teriam sido os seus comentários ao partirem?

  • Viste as sandálias que a Maria usava com aquela túnica?
  • O menino não se parece nada com o José!
  • Virgem! Pois está bem! Já a conheço desde o liceu!
  • Como é que é possível que tenha todos esses animais imundos a viver dentro de casa?
  • Disseram-me que o José está desempregado!
  • Queres apostar em como não te devolvem a panela?

Estavam uns rapazes a brincar no pátio da igreja na época de Natal, até que um deles sem querer parte um dos bonecos do presépio. Passado um bocado chega o padre:

  • Quem é que partiu o pastor?

Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa.

  • Então tens de pagar o estrago.
  • Eu não tenho dinheiro senhor padre.
  • Então paga o teu pai.
  • Eu não tenho pai.
  • Paga a tua mãe!
  • Também não tenho mãe…
  • Então não tens ninguém? Estas sozinho no mundo?
  • Não! Eu tenho uma irmã mais velha.
  • Pronto paga ela.
  • Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira.
  • Não se diz freira. Diz-se esposa de Cristo.
  • Okay, então o meu cunhado que pague!

O Joãozinho queria muito uma bicicleta nova. A mãe dele decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes:

  • Bem Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedires para ganhar uma bicicleta?

Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:

  • Querido Jesus, fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.

Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.

  • Querido Jesus, tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.

Bem, o Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto, portanto rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.

  • Querido Jesus, acho que fui um menino bem comportado este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.

Foi então que o Joãozinho olhou para o fundo da sua alma, o que, aliás, era o que mãe dele queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta, saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma Santa e sai a correr para casa. Escondeu a Santinha em baixo da cama dele e escreveu a seguinte carta:

  • Jesus, tenho a Tua mãe! Se queres vê-la novamente, dá-me uma bicicleta! Assinado: Você sabe quem.

Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
É uma longa historia …
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:

  • Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?

Os primos da cidade foram passar o Natal com os parentes alentejanos. Algum tempo após o Natal, estava o primo da cidade a fazer alarde das prendas de Natal que tinha ganho:

  • Primo, viste o que eu ganhei de presente? Um Ipod espectacular e ainda por cima da melhor marca do mercado!

O primo alentejano respondeu:

  • Boa primo, muito bom mesmo!

Aí o da cidade perguntou:

  • E tu, o que ganhaste?

Responde o alentejano:

  • Ganhei o mesmo que tu.

Surpreendido, o primo pergunta:

  • A sério?! Mas quem te deu?

E o alentejano:

  • A minha prima, tua irmã …

Não acreditando o primo:

  • A minha irmã? Não foi nada!

E explica o alentejano:

  • Foi foi… Estávamos no ribeiro nadando nus, quando me cheguei por trás, encostei-me a ela e perguntei: Posso? Ela virou-se e disse: “Aí Pode!”. É bom demais primo! Agora, se tem marca ou não, não sei… nós aqui no Alentejo chamamos-lhe de cú!