Era época de Natal e o juiz sentia-se benevolente ao interrogar o réu.
- De que é acusado?
- De fazer as compras de Natal antes do tempo.
- Mas isso não é crime nenhum!!!!
Com que antecedência as estava a fazer?
- Antes de a loja abrir.
Era época de Natal e o juiz sentia-se benevolente ao interrogar o réu.
Com que antecedência as estava a fazer?
Nesta altura de compras para o natal, a mãe pergunta à filha mais nova:
Responde a menina:
Explica a menina:
Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
Reza a história que, na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada. Desesperado foi beber um copo e ao chegar à adega, esta estava vazia, então voltou a casa para ver se havia algo para petiscar mas os ratos tinham comido tudo. Para além disso a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Este com a pressa de abrir a porta, tropeça e bate com a cara no chão, começando logo a sangrar. Abre a porta e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
A professora pergunta ao menino Joãozinho o que quer ser quando for grande.
O menino responde:
Espantada pergunta a professora:
Explica o Joãozinho:
Um cão vinha todo contente de uma árvore de Natal, então ele pergunta a outro cão:
E responde o primeiro:
Era época de Natal e o juiz começa a interrogar o réu:
E o réu:
Continua o juiz…
E responde o réu:
Estouuuu… é da GNR ?
madeira pra larera.
estavam em casa do Manel. Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora. Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel.
-Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?
Diz o Joãozinho para a mãe:
A mãe:
Responde o Joãozinho:
A mãe:
E diz o Joãozinho:
Mas quais teriam sido os seus comentários ao partirem?
Estavam uns rapazes a brincar no pátio da igreja na época de Natal, até que um deles sem querer parte um dos bonecos do presépio. Passado um bocado chega o padre:
Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa.
O Joãozinho queria muito uma bicicleta nova. A mãe dele decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes:
Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:
Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.
Bem, o Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto, portanto rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.
Foi então que o Joãozinho olhou para o fundo da sua alma, o que, aliás, era o que mãe dele queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta, saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma Santa e sai a correr para casa. Escondeu a Santinha em baixo da cama dele e escreveu a seguinte carta:
Um político sério, um advogado generoso e o Pai Natal estavam a andar pela rua quando viram uma nota de €100.
Qual dos três a apanhou?
Claro que foi o Pai Natal, porque os outros dois não existem!
Conversa entre dois velhinhos:
O que queres de prenda de Natal? – pergunta a mãe à filha de sete anos.
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