Então foi bom o casamento?
Sim, mas acho que não vai durar muito.
Ai não? Então porquê?
Porque quando a noiva disse sim o noivo disse: “não falas comigo nesse tom ouviste?»
Então foi bom o casamento?
Sim, mas acho que não vai durar muito.
Ai não? Então porquê?
Porque quando a noiva disse sim o noivo disse: “não falas comigo nesse tom ouviste?»
A mulher para o marido, que entra embriagado em casa:
— E ainda te atreves a olhar para a minha cara?
— Ó filha… a tudo a gente se habitua.
Numa conferência de imprensa, onde também estava um bêbado ao
fundo da sala, um repórter da RTP fez uma última pergunta aos três
políticos presentes: -“Meus Senhores, se fossem solteiros, com quem
gostariam de casar?”
O primeiro a responder foi Santana Lopes: “Com a Catarina
Furtado, a mulher mais bonita de Portugal!” E o bêbado, lá no fundo,
aplaude e grita:
“Isso mesmo, muito bem, casou pela beleza, muito bem!!!”
A seguir, o Presidente Cavaco Silva responde: “Eu casava-me com
a minha mulher, porque ela me ama!!!” E o bêbado, mais uma vez:
Muito bem, é assim mesmo, casamento por amor! Muito bem!
” Por último, José Sócrates, para ficar bem no retrato, dá a sua
resposta: “Eu casava-me com Portugal pois o meu coração pertence
a este país!” E o bêbado, num grande estardalhaço: “É assim mesmo,
isto é que é um homem honrado: fodeu, tem que casar!!!
Um casal foi entrevistado num programa de televisão, porque
estavam casados há 50 anos e nunca tinham discutido. O repórter curioso
pergunta à mulher:
a criatura que ele mais amava na vida. No dia do nosso casamento, fomos de
lua-de-mel na nossa carroça puxada pela égua. Andámos alguns metros e a
égua, coitada, tropeçou. O meu marido olhou bem para a égua e disse:
Mais alguns metros e a égua tropeçou novamente. O meu marido olhou para a
égua e disse:
Na terceira vez que ela tropeçou, ele sacou da espingarda e deu uns cinco
tiros na bichinha. Eu fiquei apavorada e perguntei:
O meu marido olhou para mim e disse:
Depois disso nunca mais discutimos.
O marido puxou a cadeira para junto da máquina de costura em que sua mulher estava cosendo e sentou-se.
— Não te parece que vais depressa de mais? — disse —. Olha, olha que saltas fora da bainha! Repara nesse canto, agora! Cuidado! Mais devagar, olha que entalas os dedos!
— Mas o que é isso? Para o que te havia de dar! — exclamou a esposa assustada —. Há uma quantidade de anos que coso nesta máquina!
— Então filha, eu só queria ajudar-te, como tu me ajudas quando vou a guiar o carro!…
Foi um casal para a sua lua-de-mel, mas o noivo desconhecia por completo o que teria que “fazer”. Já no quarto, o noivo, muito nervoso, telefona para o seu pai.
O pai, já a par da história diz ao filho: – Calma, presta atenção ao que eu te vou dizer: primeiro tira a tua roupa -e ele tirou; agora tira a roupa dela -e ele tirou; deita-a na cama -e ele deitou; apaga a luz -e ele apagou; e agora atenção, isto é o mais importante, …, atira-te para cima dela!
Ele atirou-se e deu uma valente cabeçada na mesinha de cabeceira.
Pegou novamente no telefone e disse: – Ai, …, ai, e agora?
E ele, agora confiante, continuou a dar valentes cabeçadas na mesinha de cabeceira!…
Na noite de casamento ela para ele que se mostrava um pouco desinteressado:
Na lua de mel diz o noivo para a noiva:
A rapariga tinha casamento marcado, e o burro do noivo jurava a pés juntos que ela era virgem, mas claro que ela não era.
Nervosa, ela pede conselhos à sua mãe :
Dito e feito, na hora do vamos-ver, a rapariga pôs as pedras num copo com água e deixou-o na casa de banho enquanto dissolvia.
A rapariga já estava na cama e o Astolfo foi à casa de banho e foi então que ela se lembrou do copo.
Um índio estava noivo de uma mulher de raça branca. O pai da noiva, que era contra o noivado, diz ao índio:
Responde o índio:
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