Com as etiquetas: carta Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado
-
Anedota
Dois casais, um de brasileiros e outro de angolanos, estavam a jogar cartas e uma carta caiu debaixo da mesa. O angolano baixou-se para apanhar a carta e deu uma olhada na boazona da mulher do brasuca por momentos. Ela estava sem cueca. Alguns minutos depois o mangolé, a transpirar, levantou-se para beber água e a mulher do brasileiro disfarçou e foi atrás dele. Chegando à cozinha ela perguntou:
– E aí? O que achou?
- Maravilhoso – respondeu o mangolé.
– Qualquer 1.000 dólares e a gente conversa – disparou a brasileira safada e oportunista, porém gostosa.
- Tudo bem, é só dizer quando!
– Amanhã à tarde o meu marido não estará em casa e você pode ir lá.
– Combinado!
No outro dia à tarde, o angolano chegou na hora marcada, pagou os 1.000 duras e comeu a mulher do brasileiro. Serviço completo.
No fim da tarde, o brasileiro chega do trabalho e pergunta à mulher:
– O angolano esteve aqui hoje à tarde?
– Sim, respondeu a mulher assustada.
– Deixou 1.000 dólares?
- Sim, respondeu a mulher, completamente apavorada.
- Ufa! Que alívio. Aquele mbumbo filho da puta esteve no meu escritório pela manhã, me pediu 1.000$ emprestados e disse que passava aqui hoje à tarde sem falta para me pagar. -
Anedota
Um açougueiro entra no escritório de um advogado e pergunta:
– Doutor, se um cachorro solto na rua entra num açougue e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento do dono do cachorro?
– Sim, é claro – responde o advogado.
– Então, o senhor me deve 8 reais. Seu cachorro estava solto e roubou um filé da minha loja!
Sem reclamar, o advogado preenche um cheque no valor de 8 reais e entrega ao açougueiro. Alguns dias depois, o açougueiro recebe uma carta do advogado, cobrando 200 reais pela consulta. -
Anedota
Encontram-se dois alentejanos. Pergunta um deles: – “Atão compadri, já conseguiste a carta de condução?”
Responde o outro: – “nam, chumbê”
Pergunta o primeiro: – “como é que foi isso?”
Resposta: – “ora, cheguê a uma rotunda onde tava um sinal a dizer 30!”
– “E atão?”
– “Dê 30 voltas à rotunda.”
– “E depois?”
– “Chumbe!”
Diz o primeiro: – “Atã, contaste mal?” -
Anedota
Mê querido filho
Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.
Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.
O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa. Por isso, mudámo-nos pra mais longe.
Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-to pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí prega-os de novo.
No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção: foi a primeira vez, em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.
Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.
A tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia. O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava aberta.
Se vires o Sr. Alcino, diz-lhe que mando lembranças. Se nã o vires, nã lhe digas nada.
Tua Mãe Mariana
PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.
DESCULPA a minha lêtra, mas eu tenho andado muito rouca. -
Anedota
O Joãozinho queria muito uma bicicleta nova. A mãe dele decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes:
- Bem Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedires para ganhar uma bicicleta?
Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:
- Querido Jesus, fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.
Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.
- Querido Jesus, tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.
Bem, o Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto, portanto rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.
- Querido Jesus, acho que fui um menino bem comportado este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.
Foi então que o Joãozinho olhou para o fundo da sua alma, o que, aliás, era o que mãe dele queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta, saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma Santa e sai a correr para casa. Escondeu a Santinha em baixo da cama dele e escreveu a seguinte carta:
- Jesus, tenho a Tua mãe! Se queres vê-la novamente, dá-me uma bicicleta! Assinado: Você sabe quem.
-
Anedota
Joãozinho falava com sua mãe pedindo uma bicicleta nova. Sua mãe decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes e falou:
- Bem, Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedir para ganhar uma bicicleta?
Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:
“Querido Jesus: Fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.”
Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.
“Querido Jesus: Tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.”
Bem, Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto. Rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.
“Querido Jesus: Acho que fui um menino bonzinho este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.”
Foi então que Joãozinho olhou para o fundo de sua alma, o que, aliás, era o que sua mãe queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta e saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma santa e sai a correr para casa. Escondeu a santinha em baixo da sua cama e escreveu a seguinte carta:
“Jesus, tenho a sua mãe! Se quiser vê-la novamente, dê-me uma bicicleta!
Assinado: Você sabe quem.”

Responder