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Duas amigas caídas de bêbedas e aflitas para fazer xixi, vão fazê-lo no cemitério. Uma limpou-se à cuequinha, e a outra, como não tinha, limpou-se a uma fita de uma coroa de flores que estava perto.
No dia seguinte um dos maridos ligou ao outro:

  • A minha mulher chegou bêbeda e sem cuecas. Acabei o casamento!

Diz o outro.

  • Eu também! A minha trazia uma fita presa no cu, que dizia:

”jamais te esqueceremos. Carlos, Tiago, Pedro e todo o pessoal da faculdade.”

O motorista de táxi gabava as suas qualidades ao freguês provinciano, que se admirava como o trânsito conseguia fazer-se àquela velocidade, na cidade, com tanto movimento. Pretendendo causar maior admiração ao cliente, diz-lhe:
— Quer ver como ainda apanho aquela velhinha que está quase a chegar ao passeio? Acelera o carro, e quase a atingir a senhora, faz um ligeiro desvio para a esquerda; e quando vai a endireitar a direcção sente uma pancada no carro, ouve um corpo a cair, e pára o carro com uma travagem brusca, sem perceber o que se passava.
— Vocês, cá na cidade, afinal, têm muito pouca pontaria! Se eu não abrisse a porta, aqui do meu lado, você não conseguia apanhar a velhota.

Um casal foi entrevistado num programa de televisão, porque
estavam casados há 50 anos e nunca tinham discutido. O repórter curioso
pergunta à mulher:

  • Mas vocês nunca discutiram mesmo?
  • Não – responde a mulher.
  • Como é possível isso acontecer?
  • Bem, quando casámos o meu marido tinha uma égua de estimação. Era

a criatura que ele mais amava na vida. No dia do nosso casamento, fomos de
lua-de-mel na nossa carroça puxada pela égua. Andámos alguns metros e a
égua, coitada, tropeçou. O meu marido olhou bem para a égua e disse:

  • Um.

Mais alguns metros e a égua tropeçou novamente. O meu marido olhou para a
égua e disse:

  • Dois.

Na terceira vez que ela tropeçou, ele sacou da espingarda e deu uns cinco
tiros na bichinha. Eu fiquei apavorada e perguntei:

  • Seu ignorante desalmado, porque é que tu fizeste uma coisa dessas homem?

O meu marido olhou para mim e disse:

  • Um.

Depois disso nunca mais discutimos.

Iam dois tipos a fazer corridas com os seus carros. Um, com um Lamborghini, engana-se no caminho e separa-se do outro. O do Ferrari, julgando que o outro tinha desistido, vai mais devagar, com calma. Entretanto, vê um tipo num Mini Mil, que estava a precisar de ajuda.
— Então amigo, problemas com o carro?
— Sim, algo com o carburador, não anda, será que me podia rebocar até à garagem mais próxima.
— Tudo bem!
Eles atam o Mini ao Ferrari e seguem viagem. Mais à frente, num outro cruzamento, o do Lamborghini torna a juntar-se ao do Ferrari e, ao notar que este está a rebocar outro carro, abranda, e põe-se ao lado dele. O do Ferrari, esquecendo-se do Mini, acelera e passa o Lamborghini. Este último volta a pôr-se ao lado do Ferrari, e assim sucessivamente, até ambos os carros atingirem grandes velocidades. O tipo do mini, que ia atrás, fartava-se de buzinar, mas ninguém o ouvia. Ao passarem por um polícia que estava na berma da estrada, este resolve notificar o chefe.
— Chefe, estou a precisar de férias.
— Porquê? Ora diga lá.
— Veja lá o chefe que acabo de ver um Ferrari e um Lamborghini em plena disputa, e ia um gajo num Mini Mil atrás, a apitar para ultrapassar.

Num carro, iam um homem, a mulher e a sogra, que era meio surda. O homem olha pelo retrovisor e repara que está a polícia a segui-lo. Abranda logo e guia o melhor que pode. A polícia segue-o durante um bom bocado e depois manda-o encostar. Pergunta o homem, muito aflito:
— Então senhor guarda, há azar? Fiz alguma asneira?
— Não… não… O senhor ia a conduzir muito bem e por isso o vínhamos a seguir. Fique sabendo que acaba de ganhar o prémio de melhor condutor da semana. O prémio é de quinhentos euros. Já tem alguma ideia do que vai fazer com esse
dinheiro?
— Bem, os quinhentos euros já devem dar para comprar a carta, não?
Diz a mulher:
— Senhor guarda, não lhe ligue que ele está bêbado…
Diz a sogra:
— Eu não vos dizia que isso de andar a conduzir carros roubados ainda nos ia trazer chatices?

Um agente de trânsito manda parar um automobilista que ia com excesso de velocidade.
— A sua carta.
— Não tenho. Foi-me apreendida por manobra perigosa — diz o automobilista.
— O livrete e o registo de propriedade.
— O carro não é meu. Roubei-o.
— Abra o porta-luvas.
— Não é preciso. Tenho lá uma pistola.
— Tem uma arma?!
— Tenho. Pu-la lá depois de matar a dona do carro e de ter metido o seu corpo na bagageira.
— O quê? Tem um morto lá atrás?!
— Tenho.
O agente pede ajuda pela rádio. Daí a pouco estão no local várias viaturas policiais. O chefe da brigada dirige-se ao automobilista:
— A sua carta.
— Aqui tem.
— Está em ordem — diz o chefe.
— O livrete e o registo de propriedade.
— Faça favor.
— Então, o carro é seu?
— Claro.
— Abra o seu porta-luvas. Dê-me a pistola.
— Qual pistola? Não tenho pistola nenhuma. Como vê, o porta-luvas está vazio.
— E o corpo?
— Qual corpo?
— Não tem um corpo na bagageira?
— Faça favor de ver. Também está vazia.
— Não compreendo. O agente que o mandou parar disse que o senhor não tinha carta, tinha roubado o carro, possuía uma pistola e levava um morto no porta-bagagens.
— Ah, pois… Até aposto que esse mentiroso lhe disse que eu ia com excesso de velocidade, não foi?

O marido puxou a cadeira para junto da máquina de costura em que sua mulher estava cosendo e sentou-se.
— Não te parece que vais depressa de mais? — disse —. Olha, olha que saltas fora da bainha! Repara nesse canto, agora! Cuidado! Mais devagar, olha que entalas os dedos!
— Mas o que é isso? Para o que te havia de dar! — exclamou a esposa assustada —. Há uma quantidade de anos que coso nesta máquina!
— Então filha, eu só queria ajudar-te, como tu me ajudas quando vou a guiar o carro!…