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Consciência pesada é um problema sério…
Um casal estava a dormir profundamente como inocentes bebés.
De repente, lá pelas três horas da manha, escutam ruídos fora do quarto.
A mulher, sobressaltada e totalmente espantada, diz para o homem: – Aaaaaiiiiiii, deve ser o meu marido!!!…
O homem levanta-se espantadíssimo e nu, pula como pode pela janela e cai em cima de uma planta com espinhos.
Em poucos segundos, volta e diz: – Olha lá sua desgraçada… o teu marido sou eu!!!
– É?!?!? E saltaste da janela porquê?

Num convento de freiras, a madre superiora, ao despertar, murmura:
— Que noite linda! Hoje não vou perturbar as pobres das freiras. Vou tratá-las bem.
Levanta-se e dirige-se aos claustros.
— Bom dia, irmã Josefa. Está com boa aparência. É uma camisola o que está a tricotar!?
— Obrigada, madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não!?
A madre não gostou do comentário, mas continuou. No claustro seguinte repetiu:
— Bom dia, irmã Maria, que boa aparência tem hoje! E que bonito está a ficar o seu bordado.
— Obrigado, madre. A senhora também está com bom aspecto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama.
A madre superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Porém, todas as freiras respondiam o mesmo. Assim, quando chegou à quinta freira já estava irritadíssima e saudou-a com os dentes cerrados.
— Bom dia, irmã Leonor. Seja-me sincera. Estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
— Sim, madre.
— E porquê?
— É que a senhora calçou as chinelas do padre António.

Uma senhora decidiu saber se os maridos das suas três filhas gostavam dela. No dia seguinte foi dar uma voltinha com o primeiro e na beira de um lago escorrega, cai e sem saber nadar, começa-se a afogar. O genro, sem pensar duas vezes atira-se à água e resgata a sogra. No dia seguinte encontra na porta da sua casa um Peugeot 206 com o seguinte recado:

  • Obrigado. Da tua sogra que te adora!

Foi dar uma voltinha com o segundo e na beira de mesmo lago escorrega, cai e sem saber nadar, começa-se a afogar. O homem, sem vacilar atira-se à água e a resgata. No dia seguinte encontra na porta da sua casa um Peugeot 206 com o seguinte recado:

  • Obrigado. Da tua sogra que te adora!

Foi com o terceiro e na beira do mesmo lago escorrega, cai, e, de novo, começa-se a afogar.
O genro, fica a olhar para a sogra a afogar-se e diz:

  • Velha dum raio… Há anos que esperava por isto!

E vai embora. No dia seguinte encontra na porta da sua casa um Mercedes Benz 500SL com o seguinte recado:

  • Obrigado. Do teu sogro que te adora!

A freira vai ao médico:
— Doutor, tenho tido ataques de soluços que não me deixam viver. Não durmo, não como e sinto dores no corpo de tanto movimento compulsivo involuntário.
— Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.
Ele examina-a e diz:
— Irmã, a senhora está grávida.
A freira levanta-se e sai a correr do consultório, com cara de pânico.
Uma hora depois, o médico recebe uma chamada da madre superiora do convento:
— Doutor, o que disse o senhor à irmã Cármen?
— Cara madre superiora, como ela tinha uma forte crise de soluços, eu disse-lhe que estava grávida. Espero que com o susto tenha parado de soluçar!
— Sim, a irmã Cármen parou de soluçar, mas o padre Paulo atirou-se da torre da igreja!

Uma mulher entra numa farmácia e diz…

  • Por favor, quero comprar arsénico.

O farmacêutico pergunta:

  • Qual a finalidade?
  • Matar o meu marido.
  • Mas, não posso vender isso para esse fim!

A mulher abre a mala e tira uma fotografia do marido na cama com a mulher do farmacêutico…

  • Ah, não sabia que a senhora tinha receita…

Numa farmácia do Entroncamento, entra um cliente e dirige-se ao empregado:
— Bom dia, eu queria um comprimido!
O empregado vai lá dentro e traz-lhe um comprimido aí com meio quilo.
— Então! — diz o cliente. — Apresenta-me isto?!
— Caro senhor, aqui no Entroncamento é tudo à grande! — responde o empregado.
— Olhe, já agora, queria um pacotinho de algodão!
E o empregado traz-lhe um pacote enorme de algodão.
— Ena! — diz o homem.
— Caro senhor, eu já lhe disse! Aqui no Entroncamento é tudo à grande!
O empregado faz a conta e pergunta-lhe:
— Não quer mais nada?
— Olhe, eu queria supositórios, mas vou comprá-los a Lisboa!

— Na minha terra é que há grandes coisas. Olha, agora, temos lá uma couve com uns vinte metros de altura e que pesa aí uns trezentos quilos.
— Na minha também há coisas muito grandes. Agora estão lá uns trinta homens a trabalhar numa panela, já há que tempos. Vai ser uma coisa desconforme. De altura tem quase cinquenta metros e de largo tem para aí uns vinte e cinco.
— Mas para que é que vocês querem uma panela tão grande?
— É para cozer a couve que há lá na tua terra.

Estouuuu… é da GNR ?

  • É sim, em que posso ajudá-lo ?
  • Queria fazer queixa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da

madeira pra larera.

  • Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado. No dia seguinte os guardas da GNR

estavam em casa do Manel. Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora. Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel.
-Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?

  • Já.
  • E racharam-te a lenha toda?
  • Sim! – Então feliz Natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!

Um homem ainda novo, muito gordo, apresentou-se ao director de um circo a pedir um emprego, e estabeleceu-se entre eles o seguinte diálogo:
— Quem és tu?
— Sou o Tomás, o papa-ovos.
— Qual é a tua habilidade?
— Como três dúzias de ovos de galinha e três dúzias de ovos de pata em cada espectáculo.
— Conheces o nosso programa?
— Como é?
— Damos quatro espectáculos por dia.
— Está bem.
— E pensas que podes fazer isso?
—Tenho a certeza de que posso.
— Aos sábados damos seis espectáculos.
— Muito bem.
— Nos dias feriados geralmente damos um espectáculo por hora.
Finalmente, desta vez, o jovem deu sinal de indecisão.
— Nesse caso, há-de concordar numa coisa, antes de eu me dispor a assinar o contrato.
— O que é?
— Não me importo com o tempo em que tenha de trabalhar, mas o senhor tem de me dar tempo para ir ao hotel tomar as minhas refeições habituais.

Mê querido filho
Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.
Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.
O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa. Por isso, mudámo-nos pra mais longe.
Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-to pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí prega-os de novo.
No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção: foi a primeira vez, em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.
Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.
A tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia. O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava aberta.
Se vires o Sr. Alcino, diz-lhe que mando lembranças. Se nã o vires, nã lhe digas nada.
Tua Mãe Mariana
PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.
DESCULPA a minha lêtra, mas eu tenho andado muito rouca.

Dois homens conversam.
— Sabes lá… é complicado, à noite, adormecer o meu filho. Eu e a minha mulher demoramos horas a pô-lo a dormir.
— Mas há processos para se conseguir isso. O meu pai, por exemplo, tinha um.
— Para te adormecer quando eras pequeno?
— Sim.
— Isso interessa-me. Como é que ele fazia?
— Pegava-me ao colo e atirava-me ao ar, cada vez mais alto.
— E com isso adormecias?
— Claro. Assim que batia com a cabeça no tecto.