Etiqueta: exagero

Certo dia uma senhora decide comprar um animal de estimação para oferecer ao seu marido. Dirige-se a uma loja de animais e analisa as várias hipóteses: – Cão………………… 450 Euros – Gato……………….. 400 Euros – Iguana……………… 350 Euros – Papagaio……………. 450 Euros A senhora, apesar de querer agradar ao marido, não está com disponibilidade para gastar tanto dinheiro e pergunta ao Sr.da loja se não tem nada mais barato. – Tenho. Um sapo por 75 Euros – 75 Euros por um sapo? Parece-me um exagero… – Parece, mas não é. Este sapo é o sapo-boi e está treinado para fazer sexo oral. Estou certo que o seu marido irá gostar. A senhora, que não era muito fã do sexo oral que tinha que fazer ao seu marido, pôs-se a pensar que tinha encontrado a solução para 2 problemas ao mesmo tempo e comprou o sapo. Chegou a casa e explicou ao marido as qualidades do sapo e as vantagens que ele tiraria do pobre animal. O marido, ao princípio estava um pouco relutante em experimentar, mas lá concordou. Na manhã seguinte, quando a mulher acorda, repara que o marido não está na cama. Levanta-se, procura pela casa e vai encontrá-lo na cozinha, sentado em frente à mesa, onde está o sapo e uma série de livros de culinária. – Que é que estás a fazer? Pergunta a mulher. – Se eu conseguir ensinar o sapo a cozinhar, podes ir fazendo as malas…

— Na minha terra é que há grandes coisas. Olha, agora, temos lá uma couve com uns vinte metros de altura e que pesa aí uns trezentos quilos.
— Na minha também há coisas muito grandes. Agora estão lá uns trinta homens a trabalhar numa panela, já há que tempos. Vai ser uma coisa desconforme. De altura tem quase cinquenta metros e de largo tem para aí uns vinte e cinco.
— Mas para que é que vocês querem uma panela tão grande?
— É para cozer a couve que há lá na tua terra.

Um homem ainda novo, muito gordo, apresentou-se ao director de um circo a pedir um emprego, e estabeleceu-se entre eles o seguinte diálogo:
— Quem és tu?
— Sou o Tomás, o papa-ovos.
— Qual é a tua habilidade?
— Como três dúzias de ovos de galinha e três dúzias de ovos de pata em cada espectáculo.
— Conheces o nosso programa?
— Como é?
— Damos quatro espectáculos por dia.
— Está bem.
— E pensas que podes fazer isso?
—Tenho a certeza de que posso.
— Aos sábados damos seis espectáculos.
— Muito bem.
— Nos dias feriados geralmente damos um espectáculo por hora.
Finalmente, desta vez, o jovem deu sinal de indecisão.
— Nesse caso, há-de concordar numa coisa, antes de eu me dispor a assinar o contrato.
— O que é?
— Não me importo com o tempo em que tenha de trabalhar, mas o senhor tem de me dar tempo para ir ao hotel tomar as minhas refeições habituais.

Dois homens conversam.
— Sabes lá… é complicado, à noite, adormecer o meu filho. Eu e a minha mulher demoramos horas a pô-lo a dormir.
— Mas há processos para se conseguir isso. O meu pai, por exemplo, tinha um.
— Para te adormecer quando eras pequeno?
— Sim.
— Isso interessa-me. Como é que ele fazia?
— Pegava-me ao colo e atirava-me ao ar, cada vez mais alto.
— E com isso adormecias?
— Claro. Assim que batia com a cabeça no tecto.

Dois amigos encontram-se.
— Foi bom encontrar-te. Como foram as duas semanas de férias? Correu tudo bem na minha casa de campo? Valeu a pena eu ter-te emprestado as chaves?
— Ali, foi tudo óptimo! Só ouve um probleminha: o teu papagaio morreu.
— Como? O meu papagaio que veio da Amazónia! Que me cuslou uma fortuna! Como foi?
— Olha, morreu porque comeu carne de cavalo estragada.
— Que carne de cavalo estragada?
— Dos teus cavalos. Morreram de cansaço ao puxarem uma carroça com bidões de água para a casa.
— Os meus cavalos de raça! Os meus cavalos premiados! Porque é que eles estavam a puxar uma carroça?
— Para apagar o fogo.
— Que fogo, meu Deus?
— Da tua casa. Ardeu.
— A minha casa de campo? A casa que eu levei anos para construir! Como é que se incendiou?
— Bom, uma vela caiu na cortina; e, da cortina para casa, foi um instante.
— Mas para que era a vela, se a casa tem electricidade?
— Tens convir que um velório fica muito mais bonito com velas.
— Que velório?
— Ah, esqueci-me de te dizer. O velório era da tua mulher. Ela chegou lá de madrugada sem avisar, eu achei que era um ladrão e disparei um tiro nela.
— Ah, meu Deus…
O homem não aguentou mais. Completamente desesperado, caiu morto no chão.
— Bolas! Este tipo era louco pelo papagaio…

Num lugarejo da Suécia havia um lenhador extraordinário: baixinho, magrinho, mas, diziam, conseguia derrubar dez árvores em dez minutos. A sua fama, como era de se esperar, espalhou-se pelo mundo todo. A CNN mandou um repórter entrevistá-lo:
— É verdade que você derruba dez árvores em dez minutos?
— Às vezes mais.
— E onde foi o primeiro emprego?
— No deserto do Sara!
— Essa é boa! No Sara não há nenhuma floresta.
— Agora!