Dobrar uma esquina.
Dobrar uma esquina.
O patrão diz ao empregado:
Um alentejano, perdido de bêbado às 10am, entra num banco e pede: Um copo de vinho. O homem do banco responde-lhe: “Isto aqui não é nenhuma taberna” O alentejano responde: “Como não é? Se eu vi la fora escrito!” O homem do banco pega no alentejano e leva-o até à rua. “Lei-a o que está escrito no painel.” O alentejano lê: “Branco, Tinto e do melhor.” O homem do banco diz-lhe,o que está escrito é: “Banco Pinto e Sotto Mayor”
Um executivo envia um fax à sua esposa:
«Compreenderás que agora que tens 55 anos, eu tenho certas necessidades que tu já não
podes satisfazer.
Sou muito feliz contigo, considero-te uma esposa maravilhosa e sinceramente, espero que
não te sintas ferida ou ofendida ao saber que quando receberes este fax, vou estar fazendo sexo no Hotel RITZ com Vanessa, a minha secretária, que tem 18 anos.
Não obstante, chegarei a casa antes da meia-noite.»
Quando o tipo regressa a casa, encontra uma nota sobre a mesa da sala, que diz:
«Querido esposo:
Recebi o teu fax, e não poderia deixar de agradecer-te a gentileza de me avisares. Aproveito a oportunidade para recordar-te que também tens 55 anos.
Ao mesmo tempo, comunico-te que quando leres este bilhete, estarei dando umas cambalhotas no Hotel Riviera com o Joca, o meu instrutor de Aeróbica, que, tal como a tua secretária, também tem 18 anos.
Como, para além de seres um empresário de sucesso, também és Licenciado em Matemáticas, poderás compreender facilmente que estamos em igualdade de circunstancias, mas… com uma pequena diferença:
18 entra mais vezes em 55, que 55 em 18!
Portanto, não me esperes esta noite!
Chegarei amanhã de amanhã.
Recebe um beijo da tua esposa, que verdadeiramente te compreende.»
O empregado chegou atrasado ao emprego e encontrou o patrão à porta do escritório.
— Onze e meia! — diz o outro com cara de poucos amigos. — Como explica o senhor um atraso destes?
— É que vou ser pai… — responde o empregado.
— Homem —abrandou o patrão—, se a razão era essa, podia ter ficado até a criança nascer!
— Também não era preciso tanto! Ainda faltam nove meses…
Um tipógrafo vai ao gabinete do gerente e diz-lhe:
— Peço-lhe desculpa, mas… tem de me aumentar o ordenado! Há duas empresas que me estão a assediar!
— Duas empresas?
— Sim: a da Água e a da Electricidade.
No comboio:
— Minha senhora: por acaso o fumo do tabaco incomoda-a?
— Sim, confesso-lhe que me incomoda um bocado.
— Então queira fazer o favor de se apear, porque vou acender um cigarro.
Numa repartição pública, o homem pergunta ao porteiro se pode fumar. Responde o porteiro:
— O senhor não sabe ler?
— Então mas o que é?
— Não viu o letreiro, ali è entrada da porta? Não sabe que é proibido fumar aqui?
O homem olha para o chão e vê pontas de cigarros (por toda a parte).
— Não estou a perceber!… Então o chão está cheio de beatas…
— Essas são dos que não perguntam.
O marido está em casa a ver um jogo de futebol, quando a mulher sai e volta logo a seguir, dizendo-lhe:
Assim fez e bebeu durante algumas horas. Entretanto, começou a sentir-se culpado pela forma como tinha tratado a mulher e decidiu voltar para casa e ajudá-la. Ao chegar a casa viu que o carro já estava na garagem e a luz da porta de entrada já funcionava.
Dirigiu-se ao frigorífico em busca de uma cerveja e percebeu que a porta do mesmo também tinha sido arranjada.
O marido disse:
Entre amigos:
— Quando eu era rapaz, o médico aconselhou-me a não fumar e disse-me que, se teimasse, acabaria idiota.
— Então porque teimaste?
Uma rapariga que trabalhava num escritório foi a um restaurante almoçar. Como estavam todas as mesas ocupadas, sentou-se numa em que já estava uma velhota. Começaram em silêncio, sem trocar palavra, até que a rapariga, terminada a refeição, acendeu um cigarro.
— Preferia cometer o adultério do que fumar em público! — observou a velha com dignidade.
— Eu também — concordou calmamente a rapariga. — Mas só tenho uma hora para o almoço.
O carro pára no princípio duma subida, por falta de gasolina. A freira vai à bomba mais próxima, mas o homem diz que não têm vasilha que lhe empreste para levar a gasolina até ao carro, mas que vá a um ferro-velho que há ali perto. A freira vai; a única vasilha que arranjou foi um penico. Compra o penico, compra a gasolina, vem para o carro e começa a deitar cuidadosamente a gasolina no depósito.
Nesta altura aproxima-se outro carro. O condutor olha, pára, vê o líquido amarelado a correr do penico para o depósito e não se conteve:
— Eh, irmã. Isso é que se chama ter fé em Deus!
Quando é que um preto vai á escola? Quando está a construir-la!
Duas freiras vão a caminho do convento e começam a ser perseguidas por um homem. Diz uma para a outra:
— Irmã, vamos separar-nos, cada uma vai pelo seu caminho. Ele só pode perseguir uma, e a outra consegue chegar ao convento.
E assim fizeram. A primeira entra no convento, muito cansada, a arfar, e conta o que se passou. Algum tempo depois chega a outra, também ofegante.
— Então, irmã, como foi?
— Eu comecei a fugir, e o homem sempre atrás de mim, até que me meti por uma rua sem saída.
— Irmã! E depois como foi?
— Depois virei-me para ele e disse: «Calças abaixo!»
— Fez uma coisa dessas? E depois?
— Depois, saias acima.
— Não acredito que tenha feito isso! E depois?
— Depois, fugi. Uma mulher com as saias levantadas corre mais depressa do que um homem com as calças em baixo.