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Era meia-noite e um homem passava em frente ao cemitério, completamente apavorado. De repente, notou que havia uma moça atrás dele.
Ele ficou ainda mais apavorado, mas para disfarçar o medo, puxou conversa com ela:
– Você não tem medo de passar em frente ao cemitério à meia-noite?
Ela responde: – Eu tinha muito medo quando estava viva, mas agora já não tenho mais…

Era muito velho o homem. Andava quase pelos noventa. Havia tempos que lhe doía uma perna. Foi consultar o médico e explicou-lhe o caso.
— Essa dor que sente é consequência da idade — disse-lhe o médico.
— Qual idade, qual carapuça! — replicou o velho, com aborrecimento — A outra perna tem a mesma idade desta e não dói nada.

No posto médico de urgência entra um homem que se dirige ao médico de serviço: Senhor doutor, eu…
— Entre para ali e dispa-se.
— Ó senhor doutor, mas é uma coi…
— Entre para ali e dispa-se.
— Ó senhor doutor, mas é só…
— Entre para ali e dispa-se.
O homem não teve outro remédio, entrou e já lá encontrou mais de uma dúzia de indivíduos, todos nús; encara os outros, e desabafa:
— Este médico parece que é maluco. Eu vinha só para tirar uma areia que me entrou para um olho, e ele manda-me entrar para aqui a despir-me!
— Inda isso não é nada, amigo! Imagine você que eu vim só para entregar um telegrama!