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Um casal de jovens recém casados resolvem confessar-se. Diz a mulher:
– Olha meu amor, tenho um segredo para te contar, é que eu sou lisa, completamente lisa, não tenho mamas nenhumas.
– Ó meu amor isso não tem importância, o que interessa é a confiança um no outro e o amor. Eu tambem tenho um segredo, o meu pénis é como um bebé.
– Ó meu querido isso não interessa, o que importa é o nosso amor.
Na 1ª noite, ela despe-se e era de facto completamente lisa. Ele despe-se, ela olha e desmaia. Quando fica consciente diz:
– Então tu não tinhas dito que o teu pénis era como um bebé?
– Então não é? 50 cm e 2 kg!

Estava toda a gente na sala, após a chegada da mãe, que passara o fim-de-semana viajando com amigas. Era uma família rica, mas muito unida. Todos conversando animadamente: mãe, pai, empregada, a filha mais velha, a sogra e o Joãozinho, o filho do casal.
A mãe conta dos passeios, distribui os presentes, e tudo vai bem até que o Joãozinho, sagaz como sempre, abre a boca:
— Mãe, no sábado choveu muito durante a noite e o pai dormiu «com eu»!
— «Comigo», Joãozinho! — corrigiu a empregada.
— Não, Conceição! — retruca o Joãozinho, cheio de moral. — Com você foi na sexta e eu disse «no sábado»!

Quase 6 horas da manhã, era no tempo de verão. O Chifuxi acordou muito preocupado, pensou em pagar a conta do senhor Pereira.
Chegou ao portão do quintal e perguntou ao criado, dizendo: o senhor Pereira está?
-Para que o queira? – Indaga o criado que fora atender à porta!
-É assunto de Dinheiro… disse o Chifuxi.
O senhor Pereira saiu ontem – respondeu o criado, julgando que o Chifuxi queria fazer débito para não atrasar o pagamento do seu dinheiro, visto que estava quase no fim do mês.
-É pena, pois pretendia pagar-lhe uma conta.
Exclamou o criado com a voz do arrependimento! – Ele foi ontem, mas regressou agora mesmo, queira entrar.
Uma bichinha desesperada, desiludida de tudo, subiu ao 20º andar de um edifício no centro de São Paulo.
Encontrou uma sala vazia e entrou, trancou a porta, subiu para a janela tomando coragem para saltar e acabar com a vida.
Juntou-se uma multidão lá em baixo.
Todos a olhar para cima esperando a qualquer momento que o infeliz saltasse e se esborrachasse no asfalto. Mulheres choravam nervosas, outras rezavam, outras gritavam palavras animadoras. E a “bichinha” suicida lá, indiferente ao que se passava em baixo, preparando-se para saltar.
Entretanto, aparecem os bombeiros, todas as emissoras de TV, rádios e a Polícia Militar, o pessoal dos Direitos Humanos. O trânsito parou, engarrafamento total. Os bombeiros subiram até o andar e tentaram arrombar a porta, mas era blindada e não conseguiram.
Eis que um bombeiro conseguiu entrar pelo apartamento ao lado, debruçou-se no parapeito e tentou conversar com a bicha suicida para que não cometesse aquele ato:
– Pensa nos teu pais, como vão eles sofrer! – implorou o policial.
– Eu sou órfão!
– Então pensa na tua mulher, nos teus filhos, que vão ficar desamparados!
– Eu sou gay!
– E no namorado?
– Ele terminou comigo. É por isso que quero me matar!
Aí o policial ficou atrapalhado sem saber mais o que dizer. Mas teve uma idéia:
– Então pensa no SÃO PAULO, meu amigo! Pensa nas grandes conquistas, Tri Campeão do Mundo, da Libertadores, Bi-Brasileiro, Campeão da Copa do Brasil, pensa no Morumbi lotado, Bicha de Deus!
– Mas eu sou CORINTHIANA!
– CORINTHIANA? Então pula… Antes que eu te empurre!

Um homem vai ao quarto do filho para lhe dar boa-noite e vê que o miúdo está a ter um pesadelo. O pai acorda-o e pergunta-lhe se está bem. O filho responde que sente medo porque sonhou que a tia Albertina tinha morrido. O pai garante que a tia está muito bem e diz ao miúdo que volte a dormir sossegado. No dia seguinte, a tia Albertina morre. Uma semana depois, o homem volta ao quarto do filho para lhe dar boa-noite. O miúdo está com outro pesadelo. O pai acorda-o e pergunta-lhe o que aconteceu. O filho responde que sente medo porque sonhou que o avô havia morrido. O pai garante que o velhote está muito bem e manda-o dormir de novo. No dia seguinte, o avô morre. Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto do filho para lhe desejar boa-noite. O miúdo está com mais um pesadelo. O pai acorda-o e pergunta o que tinha sido desta vez. O filho responde que sente medo porque sonhou que o pai tinha morrido, mas este garante estar bem e manda-o dormir novamente.
Contudo, o homem vai para cama e não consegue dormir. No dia seguinte, acorda apavorado. Tem a certeza de que vai morrer. Sai para o trabalho e conduz com o maior cuidado para evitar uma colisão. Não almoça, com medo de que a comida possa estar envenenada. Evita toda a gente, com medo de ser assassinado. Tem um sobressalto a cada ruído e a qualquer movimento suspeito esconde-se debaixo da secretária. Ao voltar para casa, diz para a mulher:
— Meu Deus, tive o pior dia da minha vida!
E ela responde:
— Tu achas que foi o pior? E o leiteiro, coitado, que morreu aqui à porta, hoje de manhã?

— Papá: como é que começa a guerra?
— Olha: supõe que a Espanha, por exemplo, apreendia um barco dos nossos…
— Ó homem! Não ensines uma coisa dessas à criança. A Espanha nunca nos fazia isso. De mais a mais, estamos em óptimas relações.
— Mas isto é só uma suposição…
— Mas é uma suposição parva. Não tem jeito nenhum.
— Ó mulher, cala-te. Isto é só como exemplo…
— Cala-te tu, que tu é que estás dizendo as asneiras.
— Fazes-me perder a paciência, diabo!
— O quê? Estás a ameaçar? Julgas que me metes medo?
— Ó mulher… eu…
— Pronto, papá! Pronto! Já sei como é que começa a guerra.