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À noite, num café, um grupo de tipos parecia estar numa animada festarola. O dono do estabelecimento ia servindo as bebidas e a certa altura teve curiosidade e perguntou:
— Porque estão tão animados? Têm alguma coisa a celebrar?
— Sim — explicou logo um. — Acabámos um puzzle e só levámos dois meses!
— Dois meses?! Mas isso é imenso tempo! — exclamou o outro.
— O senhor diz isso porque não viu o que dizia na caixa!
— E o que era? — perguntou o outro.
— 2 a 3 anos!

O Rei Artur estava pronto para ir para as Cruzadas.
Antes de partir, Vai ver o mago Merlin e pede-lhe para fabricar o melhor cinto de Castidade que pudesse. Isso para que nenhum cavaleiro atentar contra a Virtude de sua linda esposa. No dia seguinte, Merlin volta com um cinto que, contrariamente a todas as expectativas do Rei Artur, possui Um buraco exatamente onde não deveria ter…
– Merlin!!! – berra o Rei – Estás a gozar comigo?
– Observe, Majestade, – diz o Mago, mostrando uma pequena guilhotina com uma lâmina afiada – ela funciona assim que se introduz algo no Buraco…
– Excelente! Realmente excelente. Traga-me a Rainha, para que possamos instalar a geringonça!
Três anos depois, Artur volta das Cruzadas. Ao chegar a Camelot, convoca todos os cavaleiros: * Vamos lá! Baixem as calças, é o exame médico!
Todos os cavaleiros alinham-se em frente ao Rei e baixam as calças.
Para horror e estupefação do Rei, todos estão amputados!!!
Todos, excepto o fiel Lancelot. O Rei, vendo que seu fiel amigo não o traiu, agarra-o pelos ombros e diz: Lancelot, estou orgulhoso de ti! Enquanto nenhum dos outros resistiu à tentação de dormir com a Rainha, conseguiste domar os teus Impulsos. Por isso, concedo-te o que quiseres. Faz a tua escolha.
E Lancelot ficou mudo…
– Que foi, Lancelot? Perdeste a língua???

Dois tipos entram numa taberna e o taberneiro diz–lhes:
— Contaram-me agora uma adivinha e queria saber se vocês são capazes de acertar na resposta: «Qual é a coisa qual é ela que tem quatro pernas e cheira mal que tresanda?»
Nenhum dos dois acerta, de maneira que o outro diz:
— São vocês os dois!
Os dois saem da taberna a sentirem-se gozados. Pouco depois encontram dois amigos e perguntam-lhes logo:
— Vejam lá se adivinham esta: «Qual é a coisa qual é ela que tem quatro pernas e cheira mal que tresanda?»
— Não sabemos — respondem os outros.
— Somos nós os dois …

O Chico, o Manei e o Quim andavam perdidos no deserto. Já não tinham camelos, nem comida, nem sequer uma gotinha de água, mas encontraram uma velha lâmpada de latão. Esfregaram a lâmpada e surgiu-lhes de repente um génio que lhes disse:
— Concedo-vos um desejo a cada um, mas olhem que é mesmo só um!
O Chico, que era muito caseiro, pediu:
— Eu queria era estar em casa com a minha Maria…
E de repente desapareceu da vista dos outros.
O Manei pediu:
— Eu queria era estar num hotel da capital, numa piscina cheia de mulheres boas!
E também ele desapareceu subitamente.
E o Quim percebeu que estava sozinho no meio do deserto, sem camelo, nem comida, nem sequer uma gotinha de água.
— Quem me dera que o Chico e o Manei estivessem aqui comigo…

A lâmpada fundiu-se, a mãe pediu um escadote ao vizinho e o moço desaparafusou-a. O pai mandou buscar outra lâmpada, mas quando o moço voltou, o vizinho do escadote tinha saído.
— Não faz mal — diz o pai —. Eu agacho-me, tu pões-te em pé, em cima de mim, e atarrachas a lâmpada.
Assim fizeram. Mas passou-se um bocado e o moço não saltava para o chão.
— Atão que raio é isto? Já estou cansado desta posição. Que diabo é que estás a fazer?
— Atão o que há-de ser?! Estou à espera que o pai ande à roda!

Lula estava nadando no lago Paranoá e começou a se afogar. Foi salvo por três meninos. Agradecido, disse que eles poderiam lhe pedir qualquer coisa.
Um deles, gaúcho, falou:
– Meu pai trabalhava na fábrica de sapatos e perdeu o emprego. Quero um trabalho para ele.
– Está mais do que feito! – disse o presidente.
Outro, do Piauí, reclamou que estava sem escola.
– A vaga já está garantida! – respondeu Lula.
O terceiro era mineiro:
– Quero um enterro de estadista, com salva de tiros, flores, banda de música e tudo!
Estupefato, Lula perguntou:
– Você é tão novo! Por que essa preocupação com a morte?
E o garoto:
– Uai, o que o senhor acha que vai acontecer comigo quando eu chegar lá em Minas e disser que salvei um político?!

Pedia um pretendente a herói uma condecoração que para todo o sempre o assinalasse.
— E que fizeste para a merecer? — perguntaram-lhe.
— Salvei cento e cinquenta homens durante a última campanha
— Tu?..
— Sim, eu! A minha companhia marchava contra uma trincheira e já no alto daquela fortificação improvisada descobria-se o inimigo com pontaria feita e quase a despedaçar-nos. «Salve-se quem puder!» gritei eu… e fugi. Todos me seguiram. Se não fosse este meu expediente, tinhamos ficado ali em postas.

Chega ao quartel um telegrama para o soldado 31, comunicando que o pai tinha morrido. Como o 31 era extremamente nervoso, o sargento não sabia de que maneira lhe devia dar a notícia. Então, um soldado desenrascado disse:
— Deixe lá, que eu dou-lhe a notícia.
Chega ao pé do colega e diz-lhe:
— Ó 31: chegou um telegrama para ti. Sabes? Morreu toda a tua família.
— O quê?! — diz o pobre rapaz, já prestes a desmaiar.
Responde então o outro:
— É pá! É mentira. Foi só o teu pai.
— Ah! — diz então o 31, recompondo-se.

Numa pequena cidade onde havia um acampamento do exército, um soldado encontrou dificuldades para descontar um cheque. O caixa explicou-lhe:
— O senhor precisa de arranjar algum amigo para avalizar a sua identidade.
Ao que o soldado respondeu desesperadamente:
— Mas, eu não tenho amigos no acampamento… Eu sou o corneteiro.