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Há um culturista que está a mirar-se ao espelho e repara que está todo bronzeado, menos numa parte. Resolve ir para a praia, enterrasse todo na areia e deixa de fora apenas a parte onde não está bronzeado. Entretanto passam duas velhotas e diz uma para a outra:

  • Olha para isto Emengarda! Não há justiça no Mundo! Aos dez anos eu tinha medo disto; aos vinte anos eu andava curiosa sobre isto; aos trinta anos eu gozei-o; aos quarenta eu perdi-o; aos cinquenta, eu cheguei a pagar por isto; aos sessenta anos, eu cheguei a rezar por isto; aos setenta anos, até me cheguei a esquecer disto; e agora, que já tenho oitenta anos, estas porcarias até crescem assim na areia!

Um casal de idosos estava sentado na sala de estar quando o homem diz à sua mulher que vai buscar uma taça de gelado. O homem levanta-se para ir à cozinha, mas a sua mulher agarra-o. Como já eram idosos, estavam a ficar muito esquecidos. Por isso, concordaram recentemente em anotar tudo o que iam fazer para se lembrarem. A mulher diz-lhe que também quer uma taça de gelado, mas pede-lhe para anotar. O marido diz:
— Não é necessário, querida, eu não me esqueço.
A meio caminho entre a sala e a cozinha, a mulher grita:
— Põe também um pouco de chocolate em cima!
E o marido responde:
— Eu não me esqueço.
Quando se preparava para entrar na cozinha, a mulher grita de novo:
— Põe uma cereja em cima, e vê lá se anotas tudo, estás a ficar muito esquecido!
O homem responde:
— Deixa estar que eu não me esqueço, filha.
Uns minutos depois, o marido regressa da cozinha e dá à mulher um cachorro quente, no prato. Ela olha para a sanduíche e diz:
— Vês! Eu disse-te para escreveres! Esqueceste-te da mostarda.

Numa escola de Lisboa, onde há alunos de vários estratos sociais, durante uma aula de Português, a professora perguntou:
– Dêem exemplos de frases com a palavra ÓBVIO?
Cátia Vanessa, uma das alunas mais aplicadas da turma, sempre muito bem vestida, ar de menina bem, respondeu:
– Senhora professora, hoje acordei bem cedo, ao nascer do sol, depois de uma óptima noite de sono no conforto do meu quarto. Desci a enorme escadaria da minha vivenda e fui à copa onde tomei o pequeno-almoço. Depois de me deliciar com as mais apetitosas iguarias fui até à janela que dá para o jardim. Vi a porta da garagem aberta e que lá se encontrava guardado o Ferrari do meu pai. Pensei cá com os meus botões: ‘É ÓBVIO que o papá foi trabalhar de Mercedes’.
Luís Cláudio, aluno de família classe média, não quis ficar atrás e disse:
– Professora, hoje não dormi nada bem porque o meu colchão é um bocado duro, mas apesar disso ainda consegui dormir alguma coisa. Tinha ligado despertador e por isso acordei a horas. Levantei- me cheio de sono, comi um pão torrado com manteiga e tomei café com leite. Quando sai para a escola vi o Fiat Uno do meu pai parado na garagem. Disse cá para comigo: ‘É ÓBVIO que o pai não devia ter gasolina e foi trabalhar de autocarro’.
Embalado na conversa, Geofredo Motumba Júnior, um preto da Cova da Moura, também quis responder:
– Féssora, hoje eu quasi num dormiu porqui houve cunfusão lá nos meu rua, com tiro e tudo. Só acordei di manhã porque estava a esmorrer di fome, mas num havia nada pra comer lá nos casa. Espreitei pela janela e viu os minha vó vistido cum os camisola dus Porto e cos jornal dibaixo dus braço e aí eu pensou: ‘É ÓBVIO qui vai cágá. Num sabi ler!!!’.

Um jornalista foi fazer uma reportagem a um asilo de velhos e pergunta a um velhote que estava sentado:

  • A que é que se deve a sua idade tão avançada?
  • Método, meu filho… Sempre tive uma hora certa para me deitar e para me levantar. O nosso organismo é uma máquina que precisa de método e horário.

O jornalista foi ter com outro e faz-lhe a mesma pergunta, ao que o velho responde:

  • Sempre evitei as mulheres, meu jovem!

A seguir pergunta a outro:

  • Eu nunca fumei, nunca bebi nem tive vícios de qualquer espécie.

A seguir o jornalista descobre o mais velho, o mais acabado, o mais enrugado de todos e muito admirado pergunta:

  • Então, e o senhor, a que deve essa longevidade? Nunca teve vícios, festas ou mulheres?
  • Qual quê! Eu nunca tive horário para nada, muita borga, copos, fumava três maços de tabaco por dia, jogo, mulheres com força, noites e noites sem dormir, eu sei lá que mais…
  • Então, e quantos anos é que tem?
  • Trinta e dois.

Um velhote ia pela auto-estrada a uma velocidade regular, quando um carro da polícia o mandou encostar. Muito surpreendido, o velhote desce o vidro e pergunta ao guarda:
— Mas que foi que eu fiz, senhor guarda?
— Não foi o senhor, foi a sua mulher. A senhora caiu do carro há mais de 20 quilómetros!
— Graças a Deus! — respondeu o velhote com grande alívio. — E eu a julgar que tinha ficado surdo.

Qual a semelhança entre os homens e os computadores?
Sempre há uma amiga que tem um melhor.
Se travam, não há quem os faça mudar de idéia.
Tanto num homem como num computador é preciso investir muito dinheiro para que melhorem.
Pouco tempo depois de se ter um já se quer outro melhor.
Nenhum dos dois e capaz de pensar por conta própria.
Os mais caros são os melhores.
Em certas ocasiões, podem deixar de funcionar.
Ambos têm memória, mas nenhum tem inteligência.