O promotor pergunta pro réu, o cara que matou a mãe na primeira piada: -O senhor matou sua mãe?
Já devidamente orientado pelo advogado, ele responde:
-Não, eu não sou o assassino.
-O senhor sabe da pena por perjúrio, isto é, mentir no tribunal? -Sei, sim. É muuuuito menor do que a de assassinato!
Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:
– Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.
– Estou a caminho.
Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:
– O caso é grave?
– É sim – responde ele, muito sério – é tão grave, que já há outros três médicos no local.
A mãe: Estiveste então a comer cerejas lá no cinema. Espero que não tenhas deitado os caroços para o chão.
— Ah, não, mãezinha! Deitei-os no chapéu do senhor que estava ao meu lado.
Uma mulher ao passar numa loja de animais e, ao ver um papagaio, fica com vontade de também ter um em casa. Entrou e comprou um. Quando estava a levar a gaiola com o novo papagaio, o vendedor disse:
– Olhe, tenho que a advertir que este papagaio pertencia a uma dona de um bordel e, de vez em quando, ele diz algumas asneiras.
– Não faz mal. Levo-o na mesma — pensando ela, atendendo ao baixo preço que pagou.
O papagaio chega à nova casa e diz:
– Casa nova, dona nova.
A mulher acha divertido. Algum tempo depois, chegam as duas filhas adolescentes da escola. O papagaio diz:
– Casa nova, dona nova, p**.. novas.
Inicialmente ofendidas, as miúdas acabam por se rir. Mais tarde, chega o marido. O papagaio diz:
– Casa nova, dona nova, p**.. novas, clientes velhos. Olá, Zé!
— Mãezinha: foi Nosso Senhor que a fez, mãezinha?
— Pois com certeza, meu filho.
— E também me fez a mim?
— É claro que sim.
— Ah… mãezinha: não acha que Nosso Senhor tem feito progressos no seu trabalho?
O brasileiro, todo feliz da vida foi patentear sua mais nova invenção: a água em pó ! É tão simples de se utilizar que só é preciso acrescentar água .
— Mãezinha! — chamou a pequenina.
— O que é, filha?
— Sabe, aquela jarra que a mãezinha diz que tem passado, há muitos anos, na família, das mãos duma geração para a outra?
— Sim. E então?
— Olhe: esta geração deixou-a cair das mãos.
Um agente da ASAE vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho agricultor:
– Preciso inspecionar a sua propriedade. Há uma denúncia de plantação ilegal.
O agricultor diz:
– Ok! Inspecione o que quiser, mas não vá àquele campo ali.
E aponta para uma determinada área.
O agente da ASAE diz, indignado:
– O senhor sabe que tenho o poder da autoridade comigo?
E tira do bolso um crachá, mostrando ao agricultor:
– Este crachá dá-me a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?
O agricultor, muito educado, pede desculpa e volta para o que estava a fazer.
Poucos minutos depois, ouve uma gritaria e vê o agente de autoridade a correr para salvar a sua própria vida, perseguido pelo Asdrúbal, o maior touro da quinta.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será apanhado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O agente está apavorado.
O agricultor larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças dos seus pulmões:
– O crachá, mostre-lhe o CRACHÁ!
No outro dia, fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.
Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…
Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…
Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota, espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.
Vendo isto, os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.
E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).
No dia seguinte, a minha mãe acorda-me e diz:
– Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?
Após 3h a fazer amor com a namorada, o rapaz diz à rapariga:
– Durante algum tempo vais deixar de me ver…
– Mas vais de férias? Vais deixar-me???
– Não! — responde ele: – Vira-te!
A mulher do Joaquim foi ao médico:
- Ai, doutor! Eu não consigo mais dormir. Se dormir deitada de costas, fico tossindo a noite toda. Se deitar para o lado esquerdo, sinto dor nos rins. Se dormir do lado direito, fico com dor nas costelas. O que é que eu faço, doutor?
- Por que a senhora não experimenta dormir de bruços?
- Aí o Joaquim me ataca… e fico com dor em outro lugar. . .
Conversa entre duas amigas:
– Apanhei o meu marido a masturbar-se na sala!
– Ai, sim! E o que fizeste? — pergunta a outra.
– Fiz-lhe uma mamada! Sempre é mais fácil lavar os dentes que o sofá…
— Sabes, mãezinha? O termómetro desceu.
— Desceu? Muito?
— Três andares… Caiu-me da janela.
Entre miúdas:
— E o teu pai, o que faz?
— Tudo o que a mamã quer.
Um tipo comprou um carro topo de gama e estava a dar uma volta numa estrada municipal à noite.
A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.
Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.
– “De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes” – pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.
A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.
Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:
– “Mas que raio é que eu estou a fazer?!” – e logo de seguida encostou.
O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.
– Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!
– Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia – disse o homem – e eu estava com medo que a quisesse devolver!
Diz o polícia:
– Tenha uma boa noite!
O pai, zangado: Não sei como te hei-de corrigir desse péssimo costume de dizer mentiras. Eu, quando tinha a tua idade, nunca mentia.
O petiz: E que idade tinha quando começou, paizinho?