Etiqueta: bar

No meio da selva com um calor terrível, o único bar existente tem uma fila de quilómetros. Um coelho vai a passar a correr ao lado da fila mas ao chegar ao lado do leão leva uma patada e o leão diz-lhe: – Vai para o fim da fila. O coelho passa ao lado do leão e continua a correr. O tigre dá-lhe outra patada e manda-o para o fim da fila. Passa ao pé do crocodilo e leva outra patada. O coelho já farto de levar patadas e ser mandado para o fim da fila grita: – SE CONTINUAM ASSIM, NÃO ABRO O BAR HOJE!!!!!
Uma loira e uma ruiva encontram-se num bar depois do trabalho para uma bebida, onde estavam a ver as notícias das 6. Uma das notícias mostra um homem que ameaça saltar da Ponte sobre o Tejo.
A loira aposta 10 contos com a ruiva como o homem não saltará da ponte. A ruiva aceita a aposta. O homem, no entanto, salta mesmo da ponte e a loira teve de dar os 10 contos à ruiva.
A ruiva diz que não pode aceitar o dinheiro, admitindo que já tinha visto esta notícia no noticiário das 5.
A loira responde que uma aposta é uma aposta, e que também tinha visto esse noticiário. Só que nunca esperou que o homem saltasse outra vez.
Um tipo vai ao bar. Senta-se ao pé de uma loura e diz: – Importa-se que conte uma piada de louras? A loura diz-lhe:
– Eu, sou loura, tenho 1.90m, 95 kg, e sou guarda redes em hóquei no gelo. A minha amiga aqui também é loura, tem 1.85m, 92 kg e está na NBA feminina. A outra amiga também é loura, tem 1.85m, 85 kg, e é kickboxer profissional. Ainda tem a certeza que quer contar uma piada de louras?
O sujeito pensa um momento e diz:
– Bom, se tenho que explicar três vezes não vale a pena…
Um turista hospeda-se num hotel, algures no Brasil… Como fazia muito calor, resolve ir até ao bar. Senta-se numa mesa e pede um whisky. Logo, o barman coloca na sua frente um copo enorme.
– Que loucura, dá p’ra nadar aqui dentro! Porque é tão grande?
– É que aqui na cidade tudo é grande e exagerado. Respondeu o empregado.
– Que maravilha! E, rapidamente, bebeu tudo.
– Pode trazer outro!
Lá veio o barman com mais um canecão. – Aqui tudo é grande, que desbunda imensa!
E emborcou p’ra dentro, de novo.Figurão, já torto, ri à toa, feliz da vida, e diz: – OOiiiiiiiiiiiiiii, onde ffffica a casa de banho?
– No final daquele corredor, à direita.
O homem levanta-se e, cambaleando, segue na direcção indicada, mas no final do corredor, confunde-se e vira à esquerda. Dá de caras com a piscina do hotel, e começa a rir mais ainda: – Não é pozzzzzzzível, aqui é grande mesmo! Olha-me sssssó essssssste mijadeiro enorme!!!! E começa a urinar, feliz da vida.
Com o corpo balançando por causa da bebedeira, o coitado cai na piscina e começa a gritar desesperado: – Socorro! Socorro!!!! Não puxem o autoclismo!
O porteiro do hotel – um negrão – vê a situação do bêbado e pula p’rá piscina para salvá-lo, começando a nadar na sua direcção. O bêbado, em pânico, começa a mandar água na direcção do negrão gritando: – Xô cagalhão! Xô cagalhão!
Três amigos conversavam num bar, quando começaram a falar dos presentes que iriam dar às suas namoradas. O amigo médico disse:
– Vou dar à minha namorada um colar de ouro com brilhantes e um anel de rubis. Se ela não gostar do colar, tenho a certeza de que ela vai gostar do anel.
O amigo advogado continuou:
– Hoje à noite a minha namorada vai ganhar um telemóvel novo, o mais leve do mundo, e um vídeo gravador com 8 cabeças. Se ela não gostar do telemóvel, vai gostar do vídeo.
E por último falou o amigo engenheiro:
– Vou dar à minha namorada uma blusa da Zara e um vibrador.
Os amigos ficaram curiosos e quiseram saber porquê um vibrador.
E ele respondeu:
– Se não gostar da blusa, ela que se f*da!
Um marinheiro e um pirata encontraram-se num bar e começam a contar as suas aventuras nos mares. O marinheiro nota que o pirata tem uma perna de pau, um gancho e uma pala sobre um olho. Curioso, pergunta:


– Por que é que tens essa perna de pau?O pirata explica:

– Nós estávamos no meio de uma tormenta no mar. Uma onda enorme passou por cima do navio e atirou-me ao mar. Eu caí no meio de um monte de tubarões. Lutei contra eles e consegui voltar para o navio, mas um tubarão conseguiu abocanhar a minha perna.

- Que história! Mas e o gancho? Foi culpa do tubarão também?
– Não, o gancho foi outra história. Nós estávamos a abordar um barco inimigo e, enquanto lutávamos, fui cercado por quatro marinheiros. Consegui matar três, mas o sacana do quarto cortou-me a mão…

– E a pala no olho?

– Uma gaivota cagou-me no olho.

– E perdeste o olho só por causa da gaivota?!?!

– Era o meu primeiro dia com o gancho…
São sete horas da manhã. Um homem volta para casa e encontra a mulher à sua espera.

– Então Super-homem, estamos a chegar um bocado tarde…
- Eu explico. Lamento, mas estive com clientes…

– E estiveste a negociar toda a noite, até às sete da manhã, não foi, Super-homem?

– Deixa-me falar, se faz favor: arranjei novos clientes lá para a empresa, fomos comer a um restaurante fino e…

– E isso até às sete da manhã, não foi, Super-homem? Achas que sou parva?

– Bem, depois fomos a um bar até às três da manhã beber qualquer coisa…

– Até às três, Super-homem? E até às sete?

– Hã… Depois fomos a um espectáculo com dançarinas, mas eu só estive a ver… Nem tinha interesse, nem nada…

– Pois, Super-homem, achas mesmo que eu nasci ontem… Só olhaste e ficaste sossegadinho, não foi, Super-homem?

– Deixa-me explicar … Mas, por que razão não paras de me chamar Super-homem?

- Porque só o Super-homem é que usa as cuecas por cima das calças…
Uma mulher bela e elegante sai de um bar com uma enorme bebedeira.

Caminha em direcção do seu automóvel, um BMW novíssimo e, com a chave, tenta abrir a porta mas o seu estado alcoólico não o permite.

Quando se baixa um pouco para se aproximar da fechadura acaba por cair e ficar sentada de pernas abertas ao lado da porta.

Desesperada com a situação, olha para baixo e reparando que não tem cuecas começa a falar com a sua própria vagina:


- Tu pagaste o carro… tu pagaste as jóias… tu dás-me tanto dinheiro…. tu permites que escolha o homem que me apetecer… tu pagas a casa que comprei… tu…


De repente começa a urinar-se e diz:


– Não precisas de chorar que eu não estou zangada contigo !

O marido está em casa a ver um jogo de futebol, quando a mulher sai e volta logo a seguir, dizendo-lhe:

  • Querido, podes arranjar o meu carro? Ele parou de funcionar assim que saiu da garagem…
  • Consertar o teu carro? Helloooo! Estás a ver Fiat escrito na minha testa? A mulher volta à carga:
  • Então podes arranjar a porta do frigorífico? Ela não está a fechar bem… E ele respondeu:
  • Arranjar a porta do frigorífico? Hellooooo! Estás a ver Siemens escrito na minha testa?
  • Está bem – disse ela. Então podes pelo menos trocar a lâmpada da porta da frente? Ela está queimada há semanas. E o marido:
  • Trocar a lâmpada da porta da frente? Hellooooo! Estás a ver Philipps escrito na minha testa? Eu não te aguento mais! Vou para o bar beber umas cervejas!

Assim fez e bebeu durante algumas horas. Entretanto, começou a sentir-se culpado pela forma como tinha tratado a mulher e decidiu voltar para casa e ajudá-la. Ao chegar a casa viu que o carro já estava na garagem e a luz da porta de entrada já funcionava.
Dirigiu-se ao frigorífico em busca de uma cerveja e percebeu que a porta do mesmo também tinha sido arranjada.

  • Querida – perguntou ele – como é que todas estas coisas foram arranjadas? E ela respondeu:
  • Bem, quando tu saíste, eu sentei-me lá fora e estava a chorar. Então, apareceu um jovem muito simpático, que me perguntou o que é que me tinha acontecido e eu contei-lhe. Ele ofereceu-se para arranjar tudo, e eu só tinha que escolher entre ir para a cama com ele ou fazer-lhe um bolo.

O marido disse:

  • Então, que tipo de bolo é que lhe fizeste, meu amor? Ao que ela respondeu:
  • Helloooooooo! Tu estás a ver ‘DANCAKE’ escrito na minha testa?

Um homem sem os dois braços chegou ao balcão do bar e pediu:
— Sirva-me uma cerveja.
— Perfeitamente — disse o barman, e encheu um copo de cerveja ao freguês.
— Queira desculpar — falou o aleijadinho —, mas não tenho os dois braços. Quer ter a gentileza de segurar o copo para que eu possa beber?
— Com todo o prazer — e o barman segurou o copo na posição adequada.
— Agora, será que pode tirar o lenço do bolso das minhas calças e limpar a espuma dos meus lábios?
Novamente, o barman atendeu-o.
— E do bolso esquerdo das calças pode pegar no dinheiro para pagar a cerveja?
O barman tirou o dinheiro, registou na caixa e colocou o troco no bolso das calças do aleijadinho, que logo desabafou:
— É duro ser assim aleijado. Fico sempre encabulado por ter de pedir às pessoas para fazerem as coisas para mim. Por falar nisso, onde fica a casa de banho?
— Não temos — apressou-se a dizer o barman.