— Na minha terra é que há grandes coisas. Olha, agora, temos lá uma couve com uns vinte metros de altura e que pesa aí uns trezentos quilos.
— Na minha também há coisas muito grandes. Agora estão lá uns trinta homens a trabalhar numa panela, já há que tempos. Vai ser uma coisa desconforme. De altura tem quase cinquenta metros e de largo tem para aí uns vinte e cinco.
— Mas para que é que vocês querem uma panela tão grande?
— É para cozer a couve que há lá na tua terra.
Actualizações recentes Página 300 Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado
-
Anedota
-
Anedota
Estouuuu… é da GNR ?
- É sim, em que posso ajudá-lo ?
- Queria fazer queixa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da
madeira pra larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado. No dia seguinte os guardas da GNR
estavam em casa do Manel. Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora. Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel.
-Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?- Já.
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim! – Então feliz Natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!
-
Anedota
Um homem ainda novo, muito gordo, apresentou-se ao director de um circo a pedir um emprego, e estabeleceu-se entre eles o seguinte diálogo:
— Quem és tu?
— Sou o Tomás, o papa-ovos.
— Qual é a tua habilidade?
— Como três dúzias de ovos de galinha e três dúzias de ovos de pata em cada espectáculo.
— Conheces o nosso programa?
— Como é?
— Damos quatro espectáculos por dia.
— Está bem.
— E pensas que podes fazer isso?
—Tenho a certeza de que posso.
— Aos sábados damos seis espectáculos.
— Muito bem.
— Nos dias feriados geralmente damos um espectáculo por hora.
Finalmente, desta vez, o jovem deu sinal de indecisão.
— Nesse caso, há-de concordar numa coisa, antes de eu me dispor a assinar o contrato.
— O que é?
— Não me importo com o tempo em que tenha de trabalhar, mas o senhor tem de me dar tempo para ir ao hotel tomar as minhas refeições habituais. -
Anedota
O canalizador:
— Pronto; aqui estou eu. Desculpem ter demorado mais um bocadinho.
O dono da casa (já com a água por cima do joelho):
— Ah! Está bem. Enquanto estivemos à sua espera, ensinei a minha mulher a nadar. -
Anedota
Dois alentejanos foram à caça. Um deles, olha para o ar e vê um homem a fazer asa delta. O outro saca a arma e dispara! O amigo diz:
– Ó compadre, que pássaro era aquele?!
– Nã sei compadre, mas o sacana já largou o homem que levava! -
Anedota
Um indivíduo passa na rua e vê sair labaredas de uma água-furtada. Vai ter com a porteira e diz-lhe que a água-furtada está a arder. Batem à porta, vem a senhora, e dizem-lhe que as labaredas já se vêem da rua.
— Oh, não há problema! É que o meu marido é bombeiro e trouxe trabalho para casa. -
Anedota
Um turista, que passava numa aldeia, perguntou a outro natural da mesma.
— Esta terra é saudável?
— Muito saudável. Em dez anos só me lembro de ter morrido um homem.
— Quem foi?
— O médico. Coitado, morreu de fome! -
Anedota
Mê querido filho
Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.
Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.
O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa. Por isso, mudámo-nos pra mais longe.
Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-to pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí prega-os de novo.
No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção: foi a primeira vez, em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.
Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.
A tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia. O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava aberta.
Se vires o Sr. Alcino, diz-lhe que mando lembranças. Se nã o vires, nã lhe digas nada.
Tua Mãe Mariana
PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.
DESCULPA a minha lêtra, mas eu tenho andado muito rouca. -
Anedota
Dois homens conversam.
— Sabes lá… é complicado, à noite, adormecer o meu filho. Eu e a minha mulher demoramos horas a pô-lo a dormir.
— Mas há processos para se conseguir isso. O meu pai, por exemplo, tinha um.
— Para te adormecer quando eras pequeno?
— Sim.
— Isso interessa-me. Como é que ele fazia?
— Pegava-me ao colo e atirava-me ao ar, cada vez mais alto.
— E com isso adormecias?
— Claro. Assim que batia com a cabeça no tecto. -
Anedota
Porque é que os Alentejanos pintam a casa de preto? Porque o Bin Laden disse que ia atacar a casa branca.
-
Anedota
Dois amigos encontram-se.
— Foi bom encontrar-te. Como foram as duas semanas de férias? Correu tudo bem na minha casa de campo? Valeu a pena eu ter-te emprestado as chaves?
— Ali, foi tudo óptimo! Só ouve um probleminha: o teu papagaio morreu.
— Como? O meu papagaio que veio da Amazónia! Que me cuslou uma fortuna! Como foi?
— Olha, morreu porque comeu carne de cavalo estragada.
— Que carne de cavalo estragada?
— Dos teus cavalos. Morreram de cansaço ao puxarem uma carroça com bidões de água para a casa.
— Os meus cavalos de raça! Os meus cavalos premiados! Porque é que eles estavam a puxar uma carroça?
— Para apagar o fogo.
— Que fogo, meu Deus?
— Da tua casa. Ardeu.
— A minha casa de campo? A casa que eu levei anos para construir! Como é que se incendiou?
— Bom, uma vela caiu na cortina; e, da cortina para casa, foi um instante.
— Mas para que era a vela, se a casa tem electricidade?
— Tens convir que um velório fica muito mais bonito com velas.
— Que velório?
— Ah, esqueci-me de te dizer. O velório era da tua mulher. Ela chegou lá de madrugada sem avisar, eu achei que era um ladrão e disparei um tiro nela.
— Ah, meu Deus…
O homem não aguentou mais. Completamente desesperado, caiu morto no chão.
— Bolas! Este tipo era louco pelo papagaio… -
Anedota
O pai presenteia a jovem filha com um casaco de pele de raposa prateada. Satisfeitíssima, ela afaga o presente, comentando:
— Como pode uma coisa tão maravilhosa vir de um animal tão pequeno, sem aparência, totalmente insignificante…
— Alto aí! Se não queres agradecer-me, vá lá. Mas também não precisas de me ofender!…
-
Anedota
Uma senhora entra numa drogaria da província e pede:
— Uma ratoeira, se faz favor. Mas depressa, tenho de apanhar o comboio.
O empregado muito calmo:
— Assim tão grande não temos. -
Anedota
Uma mulher leva um bebe ao consultório do pediatra.
Depois da apresentação o médico começa a examinar o bebê vê que o seu peso está abaixo do normal e pergunta: – O bebê bebe leite materno ou mamadeira?
– Leite materno – diz a senhora.
– Então, por favor, mostre-me os seus seios…
A mulher obedece e o médico toca, apalpa, aperta ambos os seios; gira os dedos nos mamilos; primeiro suavemente, depois com mais força, coloca as mãos embaixo e os levanta; uma vez, duas vezes; três vezes, num exame detalhado;
Inconformado chupa os mamilos diversas vezes. Sacode a cabeça para ambos os lados e diz: – Pode colocar a blusa…
Depois da senhora estar novamente composta o médico diz: – É claro que o bebê tem peso a menos… A senhora não tem leite nenhum.
– Eu sei, doutor. Eu sou a avó. Mas adorei ter vindo… -
Anedota
Num lugarejo da Suécia havia um lenhador extraordinário: baixinho, magrinho, mas, diziam, conseguia derrubar dez árvores em dez minutos. A sua fama, como era de se esperar, espalhou-se pelo mundo todo. A CNN mandou um repórter entrevistá-lo:
— É verdade que você derruba dez árvores em dez minutos?
— Às vezes mais.
— E onde foi o primeiro emprego?
— No deserto do Sara!
— Essa é boa! No Sara não há nenhuma floresta.
— Agora! -
Anedota
De um navio de passageiros é avistado um homem barbudo numa pequena ilha, que grita desesperadamente e faz sinais com as mãos.
— Quem é? — pergunta um passageiro ao capitão
— Não faço a menor ideia. Todos os anos, quando a gente passa por aqui, ele fica assim louco.

Responder