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Anedota
Conversa entre o empregado e o chefe, ambos Angolano:
– Chefe, os nossus arquivo estão superlotados… posso jogar fora os que têm mais de 10 anos?
– Sim, craro ! … mas antes tira uma cópia di cada. -
Anedota
O carcereiro para o preso:
— Porque te prenderam?
— Porque perdi o comboio.
— Só por causa disso?
— Sim… Se o tivesse apanhado, teria passado a fronteira! -
Anedota
Num dos calabouços do Torel um preso, que se encontrava incomunicável, certa noite e a altas horas desata num berreiro ensurdecedor, a chamar o guarda que estava de seviço.
— Ó senhor guarda! ó senhor guarda! — Gritava o homem com toda a força dos seus pulmões, descarregando socos e pontapés na porta.
Finalmente, o polícia, com passo vagaroso, decide-se a ir saber o que o impertinente hóspede deseja.
— Que diabo quer você com esse espalhafato? — pergunta-lhe mal humorado.
Com inacreditável serenidade, o preso responde:
— O senhor guarda seria tão amável que me indicasse a saída em caso de incêndio? -
Anedota
É um casal que está deseperadamente a tentar ter um filho. Já consultaram todos os médicos, fizeram todos os exames, tentaram todos os métodos… Em vão. Até o dia em que ouvem falar de um super professor americano que consegue milagres. Eles compram uma passagem para os Estados Unidos e vão consultar o professor. Como eles não falam inglês e nem o professor fala português, este dá a entender por gestos que ele quer que eles façam amor para que ele possa diagnosticar. Inicialmente envergonhado, o casal começa a “trabahar”. O professor os examina sob todos os ângulos, e depois de um tempo manda-os parar. Ele vai até à mesa dele e escreve uma receita. Super feliz, o casal volta para casa. Assim que chega, o marido vai à farmácia e pergunta:
– O senhor tem Triteoterol?
O farmacêutico responde:
Triteoterol?… Triteoterol?… Não conheço. O senhor tem a receita?
O sujeito dá a receita ao farmacêutico. Esse lê e responde:
– O senhor leu errado. Está escrito “Try the Other Hole”! -
Anedota
O capelão de uma prisão passa nas celas, um pouco antes do Natal, para distribuir aos detidos as gulodices de circunstância. Um deles, recentemente encarcerado, parece tão afectado pela sua sorte que o capelão lhe propõe:
— Quer que escreva a alguns dos seus amigos, pedindo-lhes que venham vê-lo? Isso levantar-lhe-ia a moral.
— Não vale a pena — resmunga ele —. Os compinchas já estão todos aqui. -
Anedota
O professor perguntou aos alunos: quantos corações temos nós?
-Dois, senhor professor. Respondeu um dos alunos
-Dois? Como?!… Replicou o professor.
-Dois, sim senhor professor: o meu e o seu.
Agir como se pensa é a coisa mais difícil do mundo. Disse o professor. -
Anedota
O director da cadeia, ao ver o preso, exclama:
— Outra vez aqui?
— Sim, senhor director. Por acaso vieram algumas cartas para mim, enquanto estive ausente? -
Anedota
Um alentejano à sombra de um chaparro e com um garrafão de água no lado; e um lisboeta pergunta-lhe: estas a transpirar porque não bebe água. Porque o garrafão não é só meu e a minha parte é a do fundo do garrafão.
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Anedota
O director da penitenciária reúne os presos no pátio e fala ao megafone:
— Atenção, vamos fazer uma faxina para limpar este presídio, porque amanhã o governador vem aí.
No meio do pátio, um dos presos comenta:
— Até que enfim que o apanharam! -
Anedota
Dona Marisa Lula morreu e foi para o céu. Enquanto estava em frente a São Pedro nos Portões Celestiais, ela viu uma enorme parede com relógios atrás dele.
Ela perguntou:
– Que são todos aqueles relógios?
São Pedro respondeu:
– São Relógios de Mentira. Todo mundo na Terra tem um Relógio de Mentira. A cada vez que você mente, os ponteiros de seu relógio se movem.
– Oh – disse Dona Marisa – De quem é aquele relógio ali?
– É o de Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.
– E aquele, é de quem?
– É o de Abraão Lincoln. Os ponteiros só se moveram duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida.
Dona Marisa perguntou:
– E cadê o Relógio do meu marido?
– Ah! O do Lula está na minha sala. Estou usando-o como ventilador de teto. -
Anedota
No salva-vidas andam quatro homens à deriva, há já uns poucos de dias. Não há comida e o barco começa a meter água. Diz um: É preciso que alguém se sacrifique para salvar a vida a três. O americano prepara-se para se atirar ao mar. Abre os braços, atira-se, e grita com quanta força tem: Viva a América!
O barco continua a meter água, e a fome aperta cada vez mais. Diz o português: Um de nós tem de sacrificar a vida para salvar os outros dois. O inglês prepara o salto, olha para o céu, levanta o braço, e no momento de se atirar à água, grita: Viva a Inglaterra!
O barquinho está cada vez mais metido na água. Então o chinês diz, lamentosamente: Um de nós tem de morrer para que o outro se salve. Não há outro remédio., O português hesita. Levanta-se, enche o peito de ar, atira o chinês pela borda fora, e grita: Viva Por-tu-gal! -
Anedota
A professora chega à aula sem cuecas e pergunta ao Zezinho: – Zezinho, diz-me o nome de três estados do Brasil. O puto pôs-se a olhar para as pernas da professora e diz: – Bela Vista!… Pernambuco!… Mato Grosso! -
Anedota
Em Londres, um português pergunta ao inglês:
— Oiça: você é capaz de me dizer onde é que se mija?
O inglês, que por acaso sabia português, respondeu-lhe:
— Olhe: ao fundo do corredor há uma porta que diz: «Gentlemen». -
Anedota
O inglês chega à recepção do hotel e diz: «Dar a chave do quarto 28. Mim ser inglês da Inglaterra». Entrou no elevador e diz ao ascensorista: «Segundo piso. Mim ser inglês da Inglaterra». O rapaz do ascensor, que já tinha ouvido aquilo na recepção, responde-lhe: Pois com certeza; se o senhor é inglês é da Inglaterra. Se fosse francês, era da França; se fosse alemão era da Alemanha. Nós já sabemos isso.
—Sim, mas mim, à porta de hotel, pisar pé de porteiro, e ele dizer: «Seu inglês da porra!» -
Anedota
Português, espanhol e francês combinam que pagará o jantar aquele que não for capaz de desejar tanto dinheiro como os outros. Sai o francês:
— Eu queria que a água do mar se transformasse cm tinta, e eu, com uma caneta, fosse escrevendo o dinheiro que quisesse, todo para mim.
— Eu, diz o espanhol, queria que todo o baguinho, de terra ou de areia, por mais pequeno que fosse, se transformasse numa nota de conto de réis, e fosse todo meu.
— Já ganhei — diz o português —. Eu queria que viesse um raio que os partisse a vocês, e que esse dinheiro fosse todo para mim. -
Anedota
Numa escola o Director discursa: essa escola foi fazida em 1965…
Um aluno intervém: – Não é fazida sr. Director, é feita!
O director diz: não importa se é fazida ou feita, o que importa é que a palavra foi dizida!

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