Actualizações recentes Página 267 Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado
-
Anedota
Três sacerdotes católicos estavam reunidos conversando sobre as agruras da vida e os seus pecados.
Um disse que tinha um pecado terrível que cometia seguidamente, mas que não tinha coragem de falar dele para o seu confessor. O segundo e o terceiro disseram que o mesmo acontecia com eles.
Então, um deles teve uma ideia: – Por que não fazemos o seguinte: oferecemos a nós mesmos um jantar generoso e depois contamos uns aos outros nossos pecados e nós mesmos nos absolvemos?
– Excelente ideia, irmão! Aquiesceram os outros dois.
E assim fizeram. Mandaram-lhes servir um lauto jantar, regado a vinhos de nobres estirpes, como só os padres sabem dar-se a si mesmos.
Terminado o jantar, chegou a hora das confissões. E o primeiro deles foi logo se adiantando e disse: – Eu tenho um pecado terrível! Sou tomado pelo vício do jogo. Mal reúno uma quantia considerável das dádivas dos fieis para a reforma da igreja, eu febrilmente a desperdiço nos jogos de azar.
O segundo padre se apressou em dizer: – É um grave pecado, irmão, mas eu te absolvo!
E logo em seguida, começou a contar do seu pecado: – Pois saiba irmão que eu tenho um terrível pecado, um vício horrível! Quando as senhoras se confessam e contam de seus pecados carnais, eu sou tomado por um desejo animalesco e ali mesmo no confessionário eu me masturbo.
O primeiro ouviu e disse: – É um pecado infame, meu irmão. mas – em tom solene – eu te absolvo!
Sorriram e olharam para o terceiro padre que até então estava em silêncio: – E então, ir mão, qual é o seu pecado?
O padre olhou e disse sorrindo: – Eu sou um danado de um fofoqueiro e estou doido para sair daqui e contar pra todo mundo os pecados de vocês. -
Anedota
Havia um alentejano que tinha um grande amigo que era comandante de um navio.Um dia o comandante morreu e no dia seguinte o alentejano apareceu morto, a boiar em frente à praia. Os amigos demoraram algum tempo a descobrir que ele se tinha afogado ao tentar concretizar o último desejo do seu amigo.
Isto é,estava a cavar um túmulo para o amigo que queria ser sepultado no mar. -
Anedota
Uma vez, num daqueles cafés de bairro com televisão, estava a passar um discurso do Primeiro Ministro, transmitindo as novas medidas que ia tomar e, como habitualmente, eram só a lixar o cidadão.
Dizia ele:
– Agora tenho de aumentar uma vez mais os impostos, mas é para vosso bem, pois com o respetivo dinheiro posso melhorar a qualidade do ensino público.
Naturalmente, todos os espectadores faziam os piores comentários:
– Gatuno! Cabrão! ….
Havia apenas uma mulher que, em vez de se insurgir contra as medidas, apenas dizia:
– Beija-me! Beija-me!
Continuava o Primeiro Ministro:
– Vou ter de reduzir o abono de família e baixar as reformas, mas o povo é que ficam a ganhar, porque com o dinheiro poupado vou melhorar a qualidade do Serviço Nacional de Saúde. Novamente os piores comentários dos espectadores. Apenas a mulher continuava a dizer:
– Beija-me! Beija-me!
E assim sucessivamente, até que um dos espectadores, cheio de curiosidade, perguntou à mulher:
– Diga-me por favor! Está tudo revoltado por mais um conjunto de medidas a roubar o povo. Apenas a senhora parece não se importar, e está constantemente a pedir ao Primeiro Ministro que a beije! Pode-me explicar porquê?
Respondeu a mulher:
– É muito simples de explicar. É que eu, quando me estão a foder, gosto que me deem beijinhos! -
Anedota
Estavam uns miúdos a brincar no pátio da igreja por altura do Natal. Até que um deles sem querer esbarra num dos bonecos do presépio e parte-o. Passado um bocado chega o padre e, ao ver o boneco partido, diz:
- Quem é que partiu o pastor?
Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa. O Padre imediatamente diz:
- Então tens de pagar o estrago.
E responde o menino:
- Eu não tenho dinheiro senhor padre.
E o Padre:
- Então pagam os teus pais.
E o menino
- Eu já não tenho pais.
E o Padre:
- Então não tens ninguém? És sozinho no mundo?
Responde o miúdo:
- Não! Eu tenho uma irmã mais velha.
O Padre:
- Pronto paga ela.
E responde o miúdo:
- Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira…
Corrigindo o menino, diz o Padre:
- Não se diz freira, diz-se esposa de Cristo.
E finaliza o menino:
- Ah! Então o meu cunhado que pague…
-
Anedota
Houve uma altura em que um dos aviões da TAP foi pilotado por um alentejano.Então, certo dia durante uma viagem o avião tem um problema e um dos motores pára. O alentejano através do rádio diz para os passageiros:
-Devido a um problema técnico,vamos chegar ao nosso destino com meia hora de atraso
Passados alguns instantes, o segundo motor pára e novamente o piloto diz aos passageiros:- Lamento informar, mas vamos chegar com uma hora de atraso.
Mais alguns instantes passaram e os motores param todos. Com uma calma incrível, o piloto diz aos passageiros:
- Lamento informar, mas vamos passar o resto da noite no ar…
-
Anedota
Dois alentejanos encontram-se em França. Diz um deles:
- Então Manuel, como é que vais?
- Eu não me chamo Manuel e nunca o vi na minha vida.
- Não é possível! Então não estivemos juntos em Lisboa?
- Eu nunca estive em Lisboa.
- Espera, eu também nunca estive em Lisboa…
- Se calhar, foram outros dois.
-
Anedota
No velho oeste já havia alentejanos e um deles era sentinela no forte do General Custer.
Estava ele no seu posto de trabalho, quando se apercebe de um bando de índios a aproximarem-se do forte e então dá o alarme:- General, general! Índios à vista!
- São amigos? – pergunta o general.
- Devem ser, general. Eles estão todos juntos!
-
Anedota
Telefona um alentejano para a esquadra da policia e diz:
- Estouuuu… é da polícia?
- É sim, em que posso ajudá-lo? – responde do outro lado o policia.
E o alentejano:
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.
E o policia:
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os agentes da polícia estavam em casa do Manel. Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha e, usando machados, abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:
- Oh Maneli, já aí foram os tipos da polícia?
E o Manel:
- Já.
E o outro alentejano:
- E racharam-te a lenha toda?
Responde o Manel:
- Sim…
E finaliza o alentejano todo contente:
- Então Feliz Natal, amigo! Este foi o mê presente deste ano.
-
Anedota
Era época de Natal e o juiz sentia-se benevolente ao interrogar o réu.
- De que é acusado?
- De fazer as compras de Natal antes do tempo.
- Mas isso não é crime nenhum!!!!
Com que antecedência as estava a fazer?
- Antes de a loja abrir.
-
Anedota
- Porque é que os vinhos alentejanos são os melhores?
- Porque não trabalham no estômago!
-
Anedota
Uma garotinha sentou-se no colo de Papai Noel, no shopping center, e Papai Noel perguntou, como de costume:
– E o que você vai querer de presente de Natal?
A menina, com ar de espanto, horrorizada por alguns segundos, respondeu:
– Você não recebeu meu e-mail? -
Anedota
Qual a diferença entre a manga verde e o homem?
A manga verde amadurece! -
Anedota
Diz um alentejano para o outro:
- Então o compadri vai-se casar por amor ou por enteressi?
- Deve ser por amori que eu nã tenho enteresse nenhum na gaja!
-
Anedota
Nesta altura de compras para o natal, a mãe pergunta à filha mais nova:
- Então o que gostavas que o Pai Natal te desse?
Responde a menina:
- Um preservativo.
- Um preservativo?! – Diz chocada a mãe.
Explica a menina:
- Sim, é que eu tenho cinco bonecas e não quero ter mais nenhuma.
-
Anedota
Precisando de mais um piloto para a sua frota de aviões, uma empresa comercial lisboeta pôs um anúncio no jornal pedindo candidatos.
Entre outros, aparece um alentejano.
Eis o conteúdo da sua entrevista:- Então o senhor tem brevet de pilotagem?
- Tenho o queim?
- O senhor sabe pilotar aviões?
- Nã senhori.
- Percebe alguma coisa de coordenadas de voo?
- Nã senhori.
- Sabe, ao menos, falar Inglês?
- Nã senhori.
- Então o que é que veio cá fazer?
- Ê vim cá dzêri, pá nã contarem cá comigo!
-
Anedota
Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na rua.
– Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado responde:
– Não interessa filho! Olha antes para esta loja. Já viste os portáteis que ali estão?
– Sim, sim, já vi. Mas, quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas? – São… São… São senhoras que vendem na rua.
– Ah, sim?! Mas vendem o quê?, pergunta admirado o garoto.
– Vendem… vendem… Sei lá… Vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras. Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer! No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe:
– Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor?
A mulher fica admirada e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas, de morango e chocolate. Já era tarde quando o rapaz chega a casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado e o garoto respondeu-lhe:
– Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer!
O pai fica amarelo:
– E… E então! Como é que se passou?
– Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me para voltar amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras. Só comi as outras para mostrar que sou homem!!! Posso ir amanhã, novamente, pai?
O pai desmaiou !

Responder