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Um grupo de anões resolve jogar futebol num domingo e alugam um campo. Formadas as equipas, cada um pega no seu equipamento, quando reparam que o campo de futebol não tem balneário. Resolvem então perguntar ao dono da tasca ao lado se podem utilizar a casa de banho para trocar de roupa. Entram na tasca, vão até à casa de banho, vestem-se e começam a sair da casa de banho. Um bêbado, que estava sentado ao balcão, vê passar por ele a equipa de azul, estranha, mas continua a beber. Quando, ao fim de pouco tempo, vê passar a equipa de vermelho, vira-se para o dono do bar e diz: – Eu não me quero meter, mas os teus matraquilhos acabam de fugir…

Um miudo índio perguntava ao pai:

  • Por que é que os nomes dos índios são diferentes dos das outras pessoas?
  • Sabes, na nossa raça damos os nomes às crianças consoante determinados acontecimentos. Tua irmã que nasceu numa noite de Lua Nova, chama-se Lua Nova, teu irmão chama-se Cavalo Sentado porque quando nasceu estava um cavalo sentado à porta da nossa tenda. Percebeste, Preservativo Routo?
Na época do apartheid na África do Sul, nas escolas, os alunos brancos sentavam-se nas fileiras da frente e os negros nas fileiras de trás.

depois da vitória de Mandela, um dos professores, branco, anuncia para a sua classe:

– Neste momento, estamos comemorando o fim do racismo no nosso país. A partir de hoje, não existem mais brancos, nem pretos. Todo mundo é igual, todo mundo é verde!
– Portanto, gostaria de deixar bem claro que, durante a minha aula, os verdes claros devem sentar na frente, enquanto os verdes escuros sentam atrás.

Um aluno que estudava em Inglaterra, estava sempre a pedir dinheiro ao pai que estava em Portugal, afirmando que era para livros para estudar para um exame, todas as vezes:

  • Ó pai tenho um exame preciso de dinheiro.

Um dia o Pai escreve-lhe uma carta:

  • Meu filho, tens estudado muito, tens feito muitos exames precisas de descansar. Estou te mandando dinheiro para vires passar uns dias a Portugal.

Estavam pai e filho a passear à beira rio e diz o pai:

  • Filho, um dos exames que fizeste, como dizias numa carta, foi de Latim, descreve-me esta paisagem em Latim.
  • Mas ó pai…
  • Vá lá, tens esta bela paisagem, o rio a ponte , estas arvores, descreve-me lá isto em Latim.
  • Ó paisório, debaixo desta pontório há peixório nadadório…
  • Pára meu filho, pára. Ó meu filhosório tu estás bonzório para pegar num enxadório e cavar batatório.
Duplamente desconfiado, da mulher e da amante, Jorge resolve mandar as duas num mesmo cruzeiro para depois investigar como cada uma havia se comportado.

Na volta, Jorge pergunta à mulher como foi a viagem, como eram os passageiros, o que eles faziam, até identificar a amante.

– Como era mesmo essa mulher?
– Ah, uma sirigaita! – ela responde – Não se passou uma noite sem que aquela mulherzinha dormisse com um homem diferente…

Meio desconcertado, Jorge procura a amante e faz a mesma pergunta.

– Ah, essa tal coroa era uma verdadeira dama – conta.
– Como assim? – pergunta Jorge, meio aliviado.
– Ora, ela subiu a bordo com o marido e durante o cruzeiro inteiro não saiu do lado dele um segundo!

Dois lavradores encontram-se:

  • Tive um problema com o meu touro premiado. Ficou impotente, mas foi lá o veterinário e deu-lhe um remédio que disse ser especial, e parece que deu resultado. – disse o primeiro.

Na semana seguinte o segundo lavradoura procura o primeiro:

  • É pá, o meu touro também está impotente, que remédio é que o veterinário deu para, o teu?
  • Não sei, só sei que sabe a chocolate.

Certo dia, três amigos foram apanhados por uma grande tempestade e tiveram de dormir numa única cama de casal da única casa que descobriram para se abrigarem. Como o tipo que ficou no meio tinha um hálito bastante forte, ficou combinado que sempre que quisesse falar, tocaria nos ombros dos outros e estes enfiavam a cabeça debaixo das mantas.
A meio da noite, o tipo do meio acordou e tocou no ombro dos outros. Estes enfiaram imediatamente a cabeça debaixo das mantas. Então o tipo diz:

  • Peidei-me!