Durante a Guerra, um soldado português, um americano, um italiano e um francês, encontram uma vaca. Diz o francês:
- Ai se fosse a Brigitte Bardot…
O Americano:
- Ai se fosse a Bo Derek…
O italiano:
- Ai se fosse a Laura Antonelli…
O português:
- Ai se fosse de noite…
Um miudo índio perguntava ao pai:
- Por que é que os nomes dos índios são diferentes dos das outras pessoas?
- Sabes, na nossa raça damos os nomes às crianças consoante determinados acontecimentos. Tua irmã que nasceu numa noite de Lua Nova, chama-se Lua Nova, teu irmão chama-se Cavalo Sentado porque quando nasceu estava um cavalo sentado à porta da nossa tenda. Percebeste, Preservativo Routo?
depois da vitória de Mandela, um dos professores, branco, anuncia para a sua classe:
– Neste momento, estamos comemorando o fim do racismo no nosso país. A partir de hoje, não existem mais brancos, nem pretos. Todo mundo é igual, todo mundo é verde!
– Portanto, gostaria de deixar bem claro que, durante a minha aula, os verdes claros devem sentar na frente, enquanto os verdes escuros sentam atrás.
- Oiça, doutor, o meu marido pode assistir ao parto?
- Pode e deve, o pai deve sempre assistir ao parto!
- Ah… Entäo deixe, ele e o meu marido detestam-se…
Debaixo de uma árvore de natal, toda iluminada, diz um cão ao outro:
- Finalmente, puseram luz na casa de banho !!
Um aluno que estudava em Inglaterra, estava sempre a pedir dinheiro ao pai que estava em Portugal, afirmando que era para livros para estudar para um exame, todas as vezes:
- Ó pai tenho um exame preciso de dinheiro.
Um dia o Pai escreve-lhe uma carta:
- Meu filho, tens estudado muito, tens feito muitos exames precisas de descansar. Estou te mandando dinheiro para vires passar uns dias a Portugal.
Estavam pai e filho a passear à beira rio e diz o pai:
- Filho, um dos exames que fizeste, como dizias numa carta, foi de Latim, descreve-me esta paisagem em Latim.
- Mas ó pai…
- Vá lá, tens esta bela paisagem, o rio a ponte , estas arvores, descreve-me lá isto em Latim.
- Ó paisório, debaixo desta pontório há peixório nadadório…
- Pára meu filho, pára. Ó meu filhosório tu estás bonzório para pegar num enxadório e cavar batatório.
Na volta, Jorge pergunta à mulher como foi a viagem, como eram os passageiros, o que eles faziam, até identificar a amante.
– Como era mesmo essa mulher?
– Ah, uma sirigaita! – ela responde – Não se passou uma noite sem que aquela mulherzinha dormisse com um homem diferente…
Meio desconcertado, Jorge procura a amante e faz a mesma pergunta.
– Ah, essa tal coroa era uma verdadeira dama – conta.
– Como assim? – pergunta Jorge, meio aliviado.
– Ora, ela subiu a bordo com o marido e durante o cruzeiro inteiro não saiu do lado dele um segundo!
Dois lavradores encontram-se:
- Tive um problema com o meu touro premiado. Ficou impotente, mas foi lá o veterinário e deu-lhe um remédio que disse ser especial, e parece que deu resultado. – disse o primeiro.
Na semana seguinte o segundo lavradoura procura o primeiro:
- É pá, o meu touro também está impotente, que remédio é que o veterinário deu para, o teu?
- Não sei, só sei que sabe a chocolate.
– Quero te comunicar que hoje eu decidi tomar uma das mais importantes decisões da minha vida.
– O que foi?
– Vou me separar!
– Acho uma boa decisão! A sua mulher realmente é uma vagabunda. E todo mundo aqui da Assembleia já dormiu com ela.
– Eu estava pretendendo me separar do partido…
- Qual é a diferença entre um penico e um tacho?
- Não sei, qual?
- Ca granda rabaldaria que deve ser lá em tua casa!
Certo dia, três amigos foram apanhados por uma grande tempestade e tiveram de dormir numa única cama de casal da única casa que descobriram para se abrigarem. Como o tipo que ficou no meio tinha um hálito bastante forte, ficou combinado que sempre que quisesse falar, tocaria nos ombros dos outros e estes enfiavam a cabeça debaixo das mantas.
A meio da noite, o tipo do meio acordou e tocou no ombro dos outros. Estes enfiaram imediatamente a cabeça debaixo das mantas. Então o tipo diz:
- Peidei-me!
Já na fila da Rodoviária, observa atentamente como faz a moça à sua frente:
– Me dá uma passagem para Aparecida, ida! – pede ela.
E na vez dele, não teve dúvidas:
– Me dá uma passagem para Aracaju, ju!
- Mamã, porque é que o papá está tão pálido?
- Cala-te e continua a cavar!
O criado para o patrão:
- Vens agora da farra, hem, velho estúpido?
- Não, Ambrósio, venho do médico que me curou da surdez.
O miúdo:
- Oh mãe! O pai está-se a queimar!
A mãe:
- Cala-te e vai lá virá-lo!