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Anedota
Dia de prova oral. A professora, novata, é supervisionada pelo diretor. Chega a vez de Joãozinho, que está muito nervoso, e professora pergunta:
– O que Dom Pedro disse quando proclamou a república?
Logo depois de fazer a pergunta a professora derruba o lápis no chão e se abaixa para pegá-lo. O diretor fica abismado com a visão do decote da professora e faz um comentário bem masculino.
– E então, Joãozinho? – torna a professora – O que Dom Pedro disse?
– Peitinhos maravilhosos!
– O quê? – gritou a professora, indignada – Não é nada disso! Vai ficar com zero!
– Pô, diretor! exclama Joãozinho – Se não sabe, não sopra! -
Anedota
A professora pergunta ao Joãozinho:
– Diz dois animais que são da mesma espécie?
Diz então o Joãozinho.
– Uma vaca e a professora! -
Anedota
Havia uma professora que era acusada de ser racista, pois nas suas aulas colocava sempre à frente os alunos brancos, e no fundo os pretos. Depois de muita contestação a professora foi trocada. Logo na primeira aula que deu, diz a nova professora:
- Quero que fique bem claro que ao contrário do que a outra professora achava, os homens são todos iguais. E a partir de hoje não vai haver distinção de cor da pele! Não há brancos nem pretos, daqui para a frente seremos todos azuis!
Ouviu-se uma salva de palmas ecoar na sala.
- Pronto, visto que estão todos felizes com a atitude tomada, vamos começar a aulas. Mas primeiro vamos organizar-nos um pouco: Os meninos azuis claros à frente, os azuis escuros atrás!
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Anedota
Numa escola de pretitos a professora:
- Juaquim, úatis ióneime?
- Qué?
- Manere, úatis ióneime?
- Qué?
- Marcelimo, úatis ióneime?
- My name is Marcelino, my father’s name is João my mother’s is Maria, and I have no brothers nor sisters! – Diz o Marcelino todo contente.
Ao que a professora responde
- Qué?
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Anedota
Em um desses emocionantes debates políticos o mediador pergunta a um candidato:
– Candidato, como o senhor começou a sua carreira política?
– Ah, foi logo na infância! – disse o político, orgulhoso – Quando eu estava no primário!
Os outros candidatos caem na risada.
– Me desculpe, senhor candidato! – disse o mediador – Mas começar a carreira no primário é demais! O senhor quer se explicar melhor?
– Pois é… Um dia meu pai me chamou e disse “Filho, a partir de hoje eu vou te dar mil cruzeiros toda vez que você tirar uma nota maior que sete!” No dia seguinte eu chamei a professora de canto e falei “Escuta, Dona Clotilde… O que a senhora acha de ganhar 500 cruzeiros de vez em quando?” -
Anedota
No meio da aula de matemática a professora vê que Joãozinho está distraído e resolve fazer uma pergunta:
– Joãozinho! Quantos ovos tem uma dúzia?
– Não sei, fessora!
– Muito bonito, né? Vê se presta mais atenção na aula!
– Pode deixar, fessora! Será que eu posso fazer uma pergunta pra senhora também?
– Pode! – responde ela, desconfiada – O que você quer saber?
– A senhora sabe quantas tetas tem uma porca?
– Não! – respondeu a professora, pensativa.
– Viu, fessora? A senhora me pegou pelos ovos e eu te peguei pelas tetas! -
Anedota
Na escola, a professora vira-se para os alunos e pergunta:
– Mariazinha, diga o nome de um fruto que começa por M, e é ótimo?
– Maçã?
– Ótimo, Ótimo! Luisinho, agora um que começa por P?
– Pêra?
– Ótimo, ótimo! Joãozinho, agora você, um por O!
O Joãozinho pensa, pensa… E solta:
– Orgasmo!
– Joãozinho, orgasmo não é um fruto!
– Eu sei, mas é ótimo, ótimo! -
Anedota
O garotinho está num canto do pátio chorando muito até que e a professora vai dar uma força e diz:
– Não chore, Joãozinho! Sabe por quê?
– Não sei, não professora!
– Porque quando gente pequena chora muito acaba crescendo e ficando feia…
– Então professora quando a senhora era pequena deveria ser a maior chorona da turma, não é mesmo? -
Anedota
A professora pede ao Joãozinho:
– Diga três coisas de chupar!
– Picolé.
– Tá bem. Mais uma.
– Pirulito.
– Muito bom, agora diga a última!
– Cueca, professora.
– Errado! Cueca não é de chupar!
– Claro que é! Ainda ontem ouvi minha mãe dizendo para o meu pai “Tira a cueca que eu quero chupar!” -
Anedota
O cara está na fila do caixa no supermercado quando uma loira escultural lhe faz sinais com a mão e lhe lança um sorriso daqueles. Ele deixa o carrinho das compras na fila, dirige-se a ela e diz:
– Desculpe, será que não nos conhecemos?
Ela responde, sempre com aquele sorriso:
– Pode ser que eu esteja enganada, mas acho que o senhor é o pai de uma das minhas crianças…
Ele puxa pela memória e pergunta a queima-roupa:
– Não me diga que você é aquela stripper que eu comi sobre uma mesa de bilhar, naquela suruba com os meus amigos, completamente bêbado, enquanto uma das suas amigas me flagelava com uns nabos molhados e me enfiou um pepino no traseiro?
– Bem, não… – responde ela, sem graça – Eu sou a nova professora do seu filho! -
Anedota
O professora pergunta para Joãozinho:
– Joãozinho, o que você quer ser quando crescer?
– Soldado! – responde ele, convicto.
– Mas soldado vai pra guerra e o inimigo mata! – diz a professora.
– Ah! Então eu quero ser inimigo de soldado! -
Anedota
No primeiro dia de aula, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão.
A aula começa e a professora:
– Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: Dê-me a liberdade ou a morte? Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão:
– Patrick Henry em 1775 em Filadélfia.
— Muito bem, Suzuki.
E quem disse: O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?
Suzuki:
– Abraham Lincoln, em 1863, em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
– Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês! Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
– Japonês filho da puta!
– Quem foi?, grita a professora.
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
– General McArthur, em 1941, em Pearl Harbour.
A turma fica super silenciosa. Apenas se ouve do fundo da sala:
– Acho que vou vomitar.
– Quem foi?, grita a professora novamente.
E Suzuki:
– George Bush Sénior, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tókio, em 1991.
Um dos alunos fala:
– Chupa-me o pau!
E a professora, irritada:
– Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
– Bil Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
E outro aluno fala ao fundo:
– Suzuki de merda!
E Suzuki responde:
– Valentino Rossi, no Grande Prêmio de Moto de Velocidade, no Rio de Janeiro, em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o diretor, que diz:
– Que merda é essa? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto:
– Mariano Gago para José Sócrates em 2007, após ter recebido o relatório da inspeção feita à Universidade Independente. -
Anedota
A professora pergunta ao menino Joãozinho o que quer ser quando for grande.
O menino responde:- Quero ser o Pai Natal!
Espantada pergunta a professora:
- O Pai Natal?! Então mas porquê?
Explica o Joãozinho:
- Ora! Ao menos assim só trabalhava uma vez por ano…
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Anedota
Numa manhã, a professora pergunta ao aluno: – Diz-me lá quem escreveu Os Lusíadas?
O aluno, a gaguejar, responde:
– Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
– Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
– Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu Os Lusíadas e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele…
Diz o pai:
– Bem, ele não costuma ser mentiroso. Se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão! Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da GNR, diz-lhe o comandante:
– Parece que o dia não lhe correu muito bem!
– Pois não! Imagine que perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas! Respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
Diz o comandante do posto:
– Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um aperto e vai ver que ele confessa tudo! Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
– Então o dia correu bem?
– Ora, deixa-me cá. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da GNR quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de eu fazer a isto?
O marido, confortando-a:
– Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras! -
Anedota
O Joãozinho chega à escola e diz à Sra. Professora:
– A minha gatinha teve 4 gatinhos e são todos do Benfica.
A professora fica muito espantada com a saída da criança. No outro dia o Director vai visitar a escola e a Professora, como achou muita piada ao miúdo, pergunta:
– Joãozinho, diga lá o que aconteceu à sua gatinha?
Diz o Joãozinho:
-A minha gatinha teve 4 gatinhos, 2 são do Sporting e 2 são do Benfica.
A Professora fica intrigada e diz:
– Então não eram os 4 do Benfica?
– Responde o Joãozinho:
– Eram, mas 2 já abriram os olhos! -
Anedota
– Uma professora do 1.o ano decidiu contar a his- tória dos três porquinhos aos alunos, até que chegou à parte em que os porquinhos tentavam angariar materi- ais para construir as suas casas.
– ”E então, o primeiro porquinho chegou-se ao pé de um carroceiro que transportava fardos de palha, e perguntou:
– O senhor não se importa de me ceder um pouco da sua palha para que possa construir a minha nova casa?” – contou ela.
Depois, virando-se para os alunos, perguntou:
– “E o que acham vocês que o homem disse?” Responde uma das criancinhas:
– O homem deve ter dito: “Porra, um porco que fala!!!”

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