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Pai e filho estão viajando de carro quando se deparam com uma cena inusitada: um homem levantando o rabo de um cavalo e analisando as suas partes íntimas.

– O que é isso, pai? – pergunta o filho, curioso.
– É muito simples! – esclarece o pai – Este senhor está querendo comprar o cavalo daquele outro senhor. E a melhor maneira de ver se um cavalo está bem de saúde é olhando o seu traseiro!
– Nossa! – exclamou o garoto, preocupado – Então eu acho que a mamãe não tá nada bem…
– Como assim? – pergunta o pai, confuso.
– Todos os seus amigos olham pro traseiro dela e até hoje nenhum deles comprou!

O pai chama o filho para que acorde e vá para a escola:

  • Pai, vou-te dar três razões para não ir:

1a. Estou com muito sono.
2a. Não gosto de ir a escola.
3a. As crianças riem-se de mim
Ao que o pai responde:

  • Assim, então, eu vou te dar três razões para ires:

1a. É a tua obrigacão.
2a. Você tem 45 anos.
3a. Você é o director da escola.

A mãe levou o filho ao circo.
O filho ao passar pelos camelos, olhou para os tomates do camelo e perguntou:
-Ó mãe o que é aquilo? – apontando para os tomates.
A mãe disse-lhe:
-Ó filho aquilo nãe é nada.
O tratador dos camelos ouvindo dizer aquilo dos camelos, respondeu:
-Se aquilo não é nada, o seu marido deve ser o super-homem.

O mais mulherengo e cafajeste de todos os homens da paróquia ajoelha-se no confessionário:

– Vim me confessar, seu padre.
– Quais são seus pecados, meu filho?
– Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta paróquia.
– Diga-me o nome dessa senhora, meu filho.
– Isso não seria direito, padre.
– Diga-me, não foi a esposa do farmacêutico, aquela loura?
– Não, não!
– Ah, meu filho. Então foi a mulher do promotor.
– Também não.
– Ah, já sei: só pode ter sido a irmã da Dona Julinha!
– Não. Nenhuma dessas, padre.
– Se você não me confessar quem foi, eu não poderei lhe dar a absolvição.

O pecador se zanga e sai bruscamente do confessionário. Na porta da igreja encontra um amigo que lhe pergunta:

– O padre o absolveu?
– Não. Mas me deu três dicas sensacionais!

Uma cigana está ao balcão de uma pastelaria com o filho de quatro anos ao colo. Este arregalava os olhos para os bolos e pastéis. Uma senhora já de idade, que se encontrava ao seu lado, oferece um pastel ao garoto. O rapaz come o bolo num ápice. Pergunta a mãe cigana ao filho :

  • Filho, o que se diz à senhora ?

Responde o filho :

  • Oh senhora, dê-me outro !
Dia de prova na faculdade, 100 alunos na sala, professor chato, impaciente e louco para ir embora.

Dez em ponto a prova termina, e quem não entregar até esta hora não entrega mais! – diz o professor. As 10:10, um aluno corre com a prova na mão até a mesa do professor que arrumava as coisas para ir embora.

Eu avisei que não aceitaria provas fora do horário! Esqueça!

O aluno, com ar de autoritarismo, perguntou:

– Você sabe com quem está falando?

A resposta do professor tinha um certo sarcasmo:

– Não, não faço a menor ideia.

Empinando mais o nariz, o aluno tornou a repetir:

– Tem certeza disso?

– Absolutíssima! -respondeu o professor.

O aluno levantou a imensa pilha de provas, enfiou a dele no meio, deu uma embaralhadinha e disse:

– Então descobre, filho da mae…
– Padre, o senhor soube que o Mário morreu?

– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?

– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.

– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!

– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.

– Pobre Mário! Que morte terrível!

– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.

– Mas que horror se morrer assim!

– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.

– Que morte sofrida, Mãe do Céu!

– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.

– Ave Maria! Que fim terrível!

– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…

– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?

– Padre, eu atirei nele.

– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?

– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
Deitado em seu leito de morte, Salim chama o seu filho mais velho, tira um antigo relógio do bolso com dificuldade e diz:

– Filho… Está vendo este relógio aqui?
– Sim, papai… – responde o filho, com lágrimas nos olhos.
– Ele era do meu bisavô! – continuou o pai – Depois ele foi passado para o meu avô… depois para o meu pai… depois para mim… e agora chegou a sua vez… Quer comprar?
O sujeito está no bar, totalmente bêbado. Ele vê a única mulher do bar, sentada no balcão.

Ele vai até lá, põe a mão sobre a perna dela e começa a boliná-la. Depois do susto ela levanta e taca a maior bofetada no bêbado.

Ele imediatamente se desculpa e explica:

– Desculpe, eu pensei que fosse minha mulher. Você se parece demais com ela!
– Seu bêbado, vagabundo, desgraçado, filho da mãe… – responde ela.
– Olha só! Você fala igualzinho também!