O pai:
— Se estudares bastante, meu filho, poderás vir a ser um homem como eu!
A mãe:
— Credo, homem! Não assustes o pequeno!
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Anedota
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Anedota
– Então não sabes que não se joga a bola dentro de casa?, ralhou a mãe ao filho. – A mãe é que não percebe nada de futebol, respondeu o Marquinhos. Não vê que o Benfica umas vezes joga fora de casa outras vezes em casa?
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Anedota
– A mãe estava a bater com o chinelo no rabo do filho, quando este a interpelou com o que tinha ouvido na catequese: – A mãe está a bater no templo do Espírito Santo! A mãe ficou um pouco atrapalhada, mas logo se tranquilizou: – Não, porque ainda estou na sacristia.
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Anedota
– Mamã, que são anjos? – Gente que vive no céu. – Então a empregada também vive no céu? – Porque per- guntas isso, meu filho? – Porque já tenho ouvido o pai a chamar-lhe “meu anjo”.
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Anedota
– Paizinho, tu és pássaro? – Não, meu filho. Por- que é que perguntas isso? – É que a mãe disse que te ia cortar as asas…
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Anedota
-Doutor, entendo que vocês médicos se vistam de branco. Mas por que essa luz tão forte? -Meu filho, eu sou São Pedro.
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Anedota
– Paizinho, é verdade que antigamente as pessoas não tinham dinheiro e pagavam em géneros, por exemplo, com galinhas ou porcos? – Sim, meu filho. – Então como é que as pessoas podiam meter os animais na carteira ou no bolso?
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Anedota
– Porque é que a mãe já começa a ter os cabelos brancos?, pergunta o filho mais novo. – Porque vocês me dão cabo da paciência. – Ah, agora compreendo porque é que os cabelos da avozinha são todos branquinhos!
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Anedota
– A mãe, que não costumava beber, daquela vez dei- xou-se vencer pela tentação e bebeu um copo de whisky. Foi então deitar o filho, e ao dar-lhe um beijo ouviu-o segredar: – Ó mãe, hoje puseste o perfume do papá!…
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Anedota
O paciente chega ao Psiquiatra tímido, cabisbaixo:
-Doutor, eu tenho dupla personalidade.
-Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro… -
Anedota
– Aproximava-se o dia de anos do Toninho e ele pediu uma bicicleta ao pai. – Não pode ser, filho, que o pai não tem dinheiro. – Então, se não me compra uma bicicleta, também não faço anos…
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Anedota
– O bebé chorava tanto que o irmãozinho pergun- tou à mãe se realmente ele tinha vindo do céu. – Sim, filho. O miúdo calou-se por um instante mas sempre foi dizendo: – Bem razão tinham os anjos para o mandarem embora.
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Anedota
– A criança estava impaciente na Igreja, pois a cerimónia demorava. A mãe notou que o filho olhava fixamente para a luz avermelhada do sacrário. – Porque estás a olhar sempre para a lâmpada? – Estou à espera que acenda o verde para nos podermos ir embora.
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Anedota
– Mamã, ouvi dizer que o tempo foge. Porquê? – Sei lá, filho, talvez porque tem vergonha de como os homens vivem ou porque muita gente anda aborrecida e o quer matar.
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Anedota
O menino chega da escola e logo pergunta ao pai:
- Papai, papai… Você sabe escrever no escuro?
- Não, meu filho… Por quê?
- É que eu queria que você assinasse o meu boletim!
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Anedota
– O pai surpreendeu o filho de dez anos a fumar e repreendeu-o severamente, ameaçando castigá-lo. – Mas o pai também fuma, ripostou o catraio. – Mas alguma vez me viste a fumar com a tua idade?, respondeu o pai.

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