-Doutor, entendo que vocês médicos se vistam de branco. Mas por que essa luz tão forte? -Meu filho, eu sou São Pedro.
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– Paizinho, é verdade que antigamente as pessoas não tinham dinheiro e pagavam em géneros, por exemplo, com galinhas ou porcos? – Sim, meu filho. – Então como é que as pessoas podiam meter os animais na carteira ou no bolso?
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– Porque é que a mãe já começa a ter os cabelos brancos?, pergunta o filho mais novo. – Porque vocês me dão cabo da paciência. – Ah, agora compreendo porque é que os cabelos da avozinha são todos branquinhos!
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– A mãe, que não costumava beber, daquela vez dei- xou-se vencer pela tentação e bebeu um copo de whisky. Foi então deitar o filho, e ao dar-lhe um beijo ouviu-o segredar: – Ó mãe, hoje puseste o perfume do papá!…
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O paciente chega ao Psiquiatra tímido, cabisbaixo:
-Doutor, eu tenho dupla personalidade.
-Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro… -
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– Aproximava-se o dia de anos do Toninho e ele pediu uma bicicleta ao pai. – Não pode ser, filho, que o pai não tem dinheiro. – Então, se não me compra uma bicicleta, também não faço anos…
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– O bebé chorava tanto que o irmãozinho pergun- tou à mãe se realmente ele tinha vindo do céu. – Sim, filho. O miúdo calou-se por um instante mas sempre foi dizendo: – Bem razão tinham os anjos para o mandarem embora.
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– A criança estava impaciente na Igreja, pois a cerimónia demorava. A mãe notou que o filho olhava fixamente para a luz avermelhada do sacrário. – Porque estás a olhar sempre para a lâmpada? – Estou à espera que acenda o verde para nos podermos ir embora.
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– Mamã, ouvi dizer que o tempo foge. Porquê? – Sei lá, filho, talvez porque tem vergonha de como os homens vivem ou porque muita gente anda aborrecida e o quer matar.
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O menino chega da escola e logo pergunta ao pai:
- Papai, papai… Você sabe escrever no escuro?
- Não, meu filho… Por quê?
- É que eu queria que você assinasse o meu boletim!
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– O pai surpreendeu o filho de dez anos a fumar e repreendeu-o severamente, ameaçando castigá-lo. – Mas o pai também fuma, ripostou o catraio. – Mas alguma vez me viste a fumar com a tua idade?, respondeu o pai.
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– O pai mandou o filho comprar uma caixa de fós- foros, mas recomendando que fossem bons e não como os anteriores que não acendiam. – Estes são bons, garantiu o cachopo, porque já os experimentei todos e acendiam bem.
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O garoto chega em casa, procura a mãe e fala:
-Mãe, não agüento mais, lá na escola os caras ficam me chamando de gay! -Meu filho… Por que você não dá uma surra neles para ele pararem?
-Não sei, Mãe, eles são tão lindos…

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