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Um próspero empresário faz uma conferência numa universidade e um dos assistentes pergunta-lhe:
— Tem algum segredo de como começou a ganhar a vida?
— Tenho. Resume-se em poucas palavras: «O dinheiro não tem qualquer importância na vida. O que conta é o trabalho. Quanto mais se trabalha, mais sucesso se tem.»
— Realmente? Tem essa convicção?
— Tenho. Foi no dia em que os meus empregados acreditaram nisso que eu comecei a ganhar dinheiro.

Estavam uns rapazes a brincar no pátio da igreja na época de Natal, até que um deles sem querer parte um dos bonecos do presépio. Passado um bocado chega o padre:

  • Quem é que partiu o pastor?

Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa.

  • Então tens de pagar o estrago.
  • Eu não tenho dinheiro senhor padre.
  • Então paga o teu pai.
  • Eu não tenho pai.
  • Paga a tua mãe!
  • Também não tenho mãe…
  • Então não tens ninguém? Estas sozinho no mundo?
  • Não! Eu tenho uma irmã mais velha.
  • Pronto paga ela.
  • Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira.
  • Não se diz freira. Diz-se esposa de Cristo.
  • Okay, então o meu cunhado que pague!

O capitão de um navio-pirata era conhecido pela sua valentia. Certo dia, o navio dele foi abordado por um navio inimigo com o dobro do tamanho do seu. O capitão, como de costume, vestiu o seu camisolão vermelho e atirou-se ao combate com a maior energia.
Apesar de terem sofrido algumas baixas, os piratas venceram o combate e fizeram os inimigos pagar duramente o seu atrevimento.
Dias depois, o navio-pirata foi novamente atacado, desta vez por um navio muito bem armado e bastante mais rápido que ele. Uma vez mais, o valente capitão vestiu a sua camisola vermelha e dirigiu os seus bravos no combate ao navio inimigo.
Depois de mais uma brilhante vitória, e durante a festarola que se seguiu, perguntou um dos piratas veteranos ao capitão:
— Porquê uma camisola vermelha?
— Porque, se eu for atingido durante a luta —explicou o valente capitão —, não quero que as manchas de sangue desencorajem os homens!
A admiração pela valentia do chefe nunca fora tão grande como nessa altura.
Tempos mais tarde, os valentes piratas viram que uma frota de dez navios bem armados se dirigia para o seu navio. Apesar da gravidade da ameaça, todos se voltaram para o bravo capitão cheios de confiança. Antes do combate, este pediu com voz firme:
— Tragam-me as ceroulas castanhas!

O Joãozinho queria muito uma bicicleta nova. A mãe dele decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes:

  • Bem Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedires para ganhar uma bicicleta?

Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:

  • Querido Jesus, fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.

Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.

  • Querido Jesus, tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.

Bem, o Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto, portanto rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.

  • Querido Jesus, acho que fui um menino bem comportado este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.

Foi então que o Joãozinho olhou para o fundo da sua alma, o que, aliás, era o que mãe dele queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta, saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma Santa e sai a correr para casa. Escondeu a Santinha em baixo da cama dele e escreveu a seguinte carta:

  • Jesus, tenho a Tua mãe! Se queres vê-la novamente, dá-me uma bicicleta! Assinado: Você sabe quem.

Num bar esconso, num porto, um letreiro dizia: «Oferecem-se 500 euros a quem conseguir tirar sumo ao limão.»
Um tipo magricela entrou e perguntou que aposta era aquela. Um dos clientes do antro explicou que o dono da taberna, um latagão de 2 metros de altura, espremia completamente um limão e apostava com quem quisesse que não era possível tirar daquele limão nem mais uma gota de sumo.
— E eu também posso experimentar? — perguntou o lingrinhas.
Depois de ter rido a bom rir, o outro explicou-lhe:
— Já houve muitos que tentaram: estivadores, tipos das obras… Mas olhe que nem um ganhou a aposta!
Mesmo assim o pequenote quis tentar a sorte. Pegou no limão espremido pelo outro e, enquanto os outros riam a bom rir e iam pedindo copos de vinho, o homenzinho lá ia espremendo, espremendo, com persistência, sem nunca abrandar, até que, para surpresa de todos, lá apareceu mais uma gotinha de sumo.
Todos ficaram estupefactos, mas não havia dúvida: o homem tinha conseguido tirar sumo de um limão completamente seco.
— Diga-me uma coisa — perguntou o taberneiro cheio de admiração—, qual é a sua profissão? O senhor é estivador?
— Não — respondeu o outro com um sorriso finório —, sou funcionário do Ministério das Finanças…

Um tipo entra num banco, passa com determinação à frente de uma enorme fila, acotovela uma velhinha que está a falar com a caixa do banco e diz:
— Quero abrir uma conta!
A caixa volta-se para ele com grande calma e responde:
— Queira aguardar na fila, por favor.
E continua a falar com a velhinha que já estava a atender. O tipo volta a dar um encontrão à velhinha e diz:
— Quero abrir a porcaria de uma conta, já disse!
As pessoas que estão à espera na fila começam a levantar a voz, mas a caixa mantém a calma:
— Certamente. Quando chegar a sua vez…
— Pois então — disse o homem aos gritos— chame já o gerente!
Furiosa, a funcionária do banco levanta-se e volta momentos depois com o gerente. Muito eficiente, pergunta este ao homem:
— Que deseja, por favor?
— Eu já expliquei — diz ele vermelho de fúria— que só quero abrir a porcaria de uma conta com o milhão de euros que ganhei na lotaria!
Responde-lhe o gerente, enquanto o conduz ao seu gabinete:
— E estas parvalhonas estão só a chateá-lo, não é verdade?

A polícia secreta quer contratar um agente para uma missão delicada. Após terem feito uma pré-selecção de três homens, começam a entrevistá-los individualmente.
O primeiro homem entra no gabinete e senta-se com ar de ser um tipo teso.
— O senhor gosta da sua mulher? — pergunta-lhe o responsável pela entrevista.
— Sim — responde o outro com firmeza.
— O senhor ama o seu país?
— Sim.
— Qual vem em primeiro lugar, a sua mulher ou o seu país?
— O meu país — responde o homem sem hesitar.
— Muito bem — diz o outro com indiferença —, aqui está esta arma. A sua mulher está na sala ao lado. Vá lá e acabe com ela.
Desvairado, o homem pega na arma e entra na sala ao lado. Ao fim de 5 minutos ainda não se tinha ouvido um som. Nessa altura o homem volta ao gabinete. Está a transpirar e parece muito transtornado. Pousa a arma na secretária e sai sem uma palavra.
O segundo homem entra e o episódio repete-se.
Finalmente, a mesma arma é entregue ao terceiro homem. Ele pega-lhe e entra na sala ao lado. Ouvem-se estampidos: seis, precisamente. Depois disso ouvem-se ainda ruídos de luta e o terceiro homem volta, descomposto, vermelho e a arfar:
— A pistola que me deu só tinha balas falsas — explica ao entrevistador —, de maneira que tive de a estrangular…

Um tipo aproveitou a cunha de um tio, concorreu a guarda de passagem de nível na CP e foi chamado para uma entrevista.
— Que fazia o senhor — perguntaram-lhe — se visse que dois comboios iam em direcção um ao outro e estavam prestes a chocar?
— Mudava as agulhas de um dos comboios — respondeu ele, que tinha a lição sabida.
— E se a coisa não funcionasse?
— Corria para a linha —disse ele sem se atrapalhar— e usava a alavanca manual para trocar as agulhas.
— E se a alavanca manual estivesse partida?
— Sinalizava de maneira que os comboios vissem a tempo de travar.
— E se o mecanismo falhasse?
O tipo pensou, voltou a pensar, ponderou muito bem e respondeu:
— Nesse caso ia chamar o meu tio…
— Porquê? Por ele ter experiência de trabalhar com comboios?
— Não, porque em toda a sua vida nunca viu dois comboios chocarem…