Actualizações recentes

No fim da aula a professora está entregando os boletins:

  • Está aí, Juquinha… Suas notas foram muito ruins este ano!

Depois de dar uma olhada no boletim, Juquinha, vendo as notas, começa a chorar como um louco. A professora sente dó e tenta consolar o menino dizendo:

  • Não chore desse jeito, Juquinha, porque menino que chora fica feio quando cresce! Como moleque é moleque, o garoto responde:
  • É? Pô, “Fessora”, você deve ter sido uma péssima aluna, hein!?

Após consulta parlamentar sobre a invasão do espaço aéreo português, Portugal enviou uma mensagem à Rússia!
– Russos, declaramos-vos guerra: temos 85 tanques, 40 não andam por falta de combustível, 27 caças, 4 navios, 2 submarinos e 5.221 soldados!
O estado russo já respondeu:
– Aceitamos a declaração: temos 19.000 tanques, 790 navios, 9.000 aviões, 455 submarinos e 5,5 milhões de soldados.
Ao que Portugal respondeu:
– Retiramos declaração de guerra! Não temos como alojar tantos prisioneiros!

O Guarda manda o sujeito parar o carro.
– Os seus documentos, por favor! O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.
– Não, senhor Guarda, eu estava a 100, com certeza.
A sogra dele corrige:
– Ah, Chico, o que é isso?! Você estava a 130 ou mais!

O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.
– E sua lanterna direita não está funcionando…
– A minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada…
A sogra insiste:
– Ah, Chico, que mentira! Você estava dizendo há semanas que precisava de consertar a lanterna!

O sujeito fica fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.
– E o senhor está sem o cinto de segurança.
– Mas eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
– Ah, Chico, deixe disso! Você nunca usa o cinto!

O sujeito não se contém e grita para a sogra:
– CALE-SE DE UMA VEZ!

O Guarda inclina-se e pergunta à senhora:
– Ele grita sempre assim com a senhora?
Ao que ela responde:
– Não, senhor Guarda! Só quando ele bebe.

Numa igreja, onde havia um presépio, uns garotos estavam a admirá-lo. Em dado momento, o mais pequeno partiu um boneco. O padre perguntou quem o tinha partido, mas todos se calaram, até que o mais pequeno diz:
— Fui eu, senhor prior.
— Então tens que pagar o boneco — diz o padre.
— Mas eu não tenho dinheiro.
O padre: Não faz mal. Paga o teu pai.
— Mas eu não tenho pai.
O padre: Pois paga a tua mãe.
O garoto: Mas eu também não tenho mãe.
O padre: Então tu andas só, cá neste mundo?
— Tenho uma irmã.
O padre: Então paga a tua irmã.
— Ela não tem dinheiro! Ela é freira.
O padre: Não é freira que se diz; diz-se esposa de Cristo.
O garoto: Então o meu cunhado que pague.

Quatro homens estão na festa de Natal de um colégio infantil:
– Eu tenho cinco miúdos, uma equipa de basquetebol.
– Pois eu tenho seis, dá para formar uma equipa de voleibol — diz o segundo pai.
– Grande coisa: com os onze que eu tenho lá em casa, formo uma equipa de futebol.
Como o quarto elemento da conversa não dizia nada, um deles pergunta-lhe:
– E tu, quantos filhos tens?
– Filho, nenhum. Mas mulheres, tenho dezoito, um campo de golfe oficial.