Um bêbado ao contemplar o cadáver de um afogado diz:
- Vejam ao que conduz o abuso da agua!
Um bêbado ao contemplar o cadáver de um afogado diz:
Um indivíduo vai a entrar no emprego, num escritório, as 09h00 da manhã, quando no passeio junto à porta vê um tipo de joelhos e ouvido colado a uma tampa de saneamento. Já estava atrasado e não se pôde debruçar mais sobre caso.
Já tinha esquecido a coisa, quando à hora de almoço sai e lá está o mesmo fulano, exactamente na mesma posição, de ouvido colado à tampa. Ficou intrigado, mas a hora de almoço é curta e houve que seguir.
No regresso, o mesmo. O tipo parecia que nem se tinha mexido. Mas estavam a bater as duas e não deu para averiguar.
Às 6 vai a sair e quase tropeçava no outro: estático, ouvido colado à tampa…
Não aguentou:
E o outro, aflito, fazia-lhe sinais para que baixasse a voz, e logo de seguida para que o imitasse. Bem, só havia uma coisa a fazer: pôs-se de joelhos, e vai de encostar o ouvido no sítio onde o outro tinha estado o dia todo.
Passou um minuto, dois, três…
Levantou a cabeça e encarou o outro:
Andava um maluco com uma escova de dentes amarrada por um cordel pelos corredores de um manicómio. Cruza um enfermeiro que lhe diz :
Depois eu é que sou doido ! – Diz o maluco, e vai-se embora.
Passado um bocado, vira-se para trás e diz :
No hospício, o doido, sentado num banquinho, segura uma vara de pescar mergulhada num balde de água. O médico passa e pegunta:
Conversa entre dois malucos:
Um maluco está a esfregar-se com cera, quando aparece o enfermeiro:
Dois homens bebem num bar:
Um bêbado entra numa farmácia e grita:
Entra um bêbado no autocarro e quando se vai a sentar quase que se senta em cima do colo de uma senhora e diz a senhora muito chateada para ele:
Levanta-se o bêbado e chega-se ao pé do motorista e diz
Dois embriagados entraram num eléctrico. Confundem o revisor com um oficial da marinha, e apresentam-lhe os bilhetes. E ele diz não ser o Revisor:
Então dizem um para o outro:
Dois bêbedos na rua:
-“Olha lá, aquilo é a Lua ou o Sol?”
-“Não sei, não moro aqui…”
Havia um senhor muito bêbado que era casado com uma rapariga muito mais nova. E então, em vez de fazer a sua “obrigaçãozinha” lá em casa, aparecia sempre bêbado.
Um dia foram passear pela rua e o homem, ao ver uma taberna, diz:
Entrou na taberna e bebeu uns copos. Mais à frente encontrou outra taberna e disse:
Entrou na taberna e bebeu mais uns copos. E durante o passeio, o homem continuou a entrar numa série de tabernas.
Passados uns dias, o homem chegou sóbrio a casa. A mulher, ainda que desconfiada, pensou:
Chegou à noite e o homem, com um ar romântico, dá-lhe um beijo na testa.
Pensa a mulher:
O homem continua com os beijinhos e dá-lhe um beijo no queixo.
A mulher delirava de contente!
O homem continua a descer e dá-lhe um beijo no umbigo.
De seguida, o homem dá-lhe um beijo no joelho e,… deixou-se dormir.
Diz-lhe a mulher irritada: