O homem entra em pânico e começa a correr. O homem correu, correu, até que chegou a um sítio onde não tinha mais saída.
O maluco encosta-lhe a faca ao pescoço e diz-lhe:
– Agora,…tome lá a faca e corra você atrás de mim!
Certo dia, Jesus passava junto da multidão, quando vê um grupo de homens a preparar-se para apedrejar uma pobre
pecadora. Jesus diz:
— Aquele que nunca tenha errado que atire a primeira pedra! Ouvindo isto, um brasileiro pega num enorme pedregulho e, lançando-o em direcção da pobre mulher, acerta-lhe mesmo
no meio da testa.
Ao ver tal acto, Jesus pergunta muito irritado ao brasileiro:
— Ouve lá, homem de Deus, tu nunca falhaste na vida?
O brasileiro responde:
— A esta distância… não!
Um cristão, um muçulmano e um ateu estavam a jogar ás cartas quando a luz foi abaixo. Diz o cristão:
Deus, na sua imensa sabedoria e amor, há-de trazer-nos de novo a luz, Ãmen!
Diz o muçulmano:
Alá o grande! Louvado seja Alá Dá-nos luz!
De repente, a luz volta.
O ateu tinha ido mudar os fusíveis.
Devido a pregar ao ar livre, Jesus ficou rouco. O apóstolo Pedro disse-lhe:
— E preciso ter cuidado. Isso pode agravar-se e depois nem consegues falar. O remédio mais eficaz são os supositórios.
— Nem pensar! — grita Jesus.
— É melhor! Põe os supositórios.
— Pedro — diz Jesus —, não digas tolices. Sabes muito bem que as vias do Senhor são impenetráveis.
O papa reúne os cardeais num concílio. E diz-lhes:
— Tenho duas notícias da mais alta importância para vos dar. Uma é boa, outra é má. A boa é que Deus me telefonou… Os cardeais dão gritos de alegria e aplaudem. Quando se fez silêncio, o papa continuou:
— A má é que ele telefonou de Meca…
Um grande capitalista americano tem uma audiência com o papa e propõe pagar-lhe um milhão de dólares se, daí em diante, se disser no pai-nosso: «Dai-nos hoje a nossa coca-cola…» Apesar de insistir, é posto imediatamente na rua. Começa a afastar-se, resmungando:
— O pão nosso de cada dia… o pão nosso de cada dia… Sempre gostava de saber quanto lhe pagaram os padeiros!…
Naquela igreja, o santo de protecção daquela gente tinha-se partido e havia um homem muito parecido com aquele senhor e foram-lhe pedir a ele se ele queria ir para a igreja, lá prò altar fazer de santo e a ganhar cinquenta euros. E ele assim disse que queria. Foi para lá para o altar fazer de santo a ganhar cinquenta euros. Nisto, uma senhora já de idade queria cem euros para pagar a renda da casa e o senhorio que a punha fora. Ela ajoelha-se ao pé do santinho e começa:
— Ó santinho da minha devoção, dá-me cem euros para pagar a renda da casa! Ó santinho da minha devoção, dá-me cem euros para pagar a renda da casa, senão o senhorio põe-me na rua!
O homenzinho ouviu primeira e segunda vez… quando foi à terceira…
— Ó santinho da minha devoção, dá-me cem euros que o meu senhorio põe-me na rua se eu não pago a renda da casa.
— Ó mulher! Eu estou aqui a ganhar cinquenta e você já quer ganhar cem?!
O que é que fazem 10 alentejanos em frente de um lisboeta?? Fazem-lhe uma pega de caras.
Os psiquiatras de uma clínica aconselharam, por razões terapêuticas, um jovem doente a dedicar-se à pintura. Depois de semanas de trabalho intenso, o doente mostrou finalmente o resultado do seu esforço: uma magnífica tela em branco.
Os psiquiatras tentaram dizer-lhe qualquer coisa que não o afastasse de vez da pintura.
— Muito bonito… Mas o que é?
— E um quadro bíblico — explicou o doente. — Representa a fuga do Egipto.
— Percebo… — exclamou com bondade um médico. — Aquilo que nós não vemos é o mar Vermelho!
— Claro —concordou o doente—, porque foi separado, como explica o Antigo Testamento.
— E os Israelitas? ‘
— Esses já passaram! — diz o doente.
— E os Egípcios?
— O senhor doutor vê mal?! — perguntou o doente compadecido. — Não vê que esses ainda não chegaram?!
— Doutor, está um homem invisível na sala de espera! — diz alguém ao psiquiatra.
— Diga-lhe que agora não o posso ver!
— Não se pode discutir contigo. Não vale a pena. És burro.
— Valer, vale: «da discussão nasce a luz».
— Só se levares um murro no nariz que te faça ver as estrelas.