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O casal está no restaurante e o marido olha continuamente para uma mulher bêbeda que se encontra noutra mesa.
Diz-lhe a mulher:

  • Conheces?
  • Conheço… É a minha ex-mulher… Começou a beber logo depois de nos divorciarmos… E ouvi dizer que desde então nunca mais esteve sóbria…
  • Há quanto tempo foi isso?
  • Há três anos…
  • Meu Deus… Quem diria que era possível alguém celebrar continuamente durante tanto tempo…
Três amigos conversavam num bar, quando começaram a falar dos presentes que iriam dar às suas namoradas. O amigo médico disse:
– Vou dar à minha namorada um colar de ouro com brilhantes e um anel de rubis. Se ela não gostar do colar, tenho a certeza de que ela vai gostar do anel.
O amigo advogado continuou:
– Hoje à noite a minha namorada vai ganhar um telemóvel novo, o mais leve do mundo, e um vídeo gravador com 8 cabeças. Se ela não gostar do telemóvel, vai gostar do vídeo.
E por último falou o amigo engenheiro:
– Vou dar à minha namorada uma blusa da Zara e um vibrador.
Os amigos ficaram curiosos e quiseram saber porquê um vibrador.
E ele respondeu:
– Se não gostar da blusa, ela que se f*da!
À beira de um caminho há uma casa, habitada por um casal conhecido pela sua generosidade e desinteresse. O caminho encontra-se em muito mau estado e há continuamente acidentes e avarias nos veículos que nele transitam. Um dia passa um padre católico com o seu carro e o inevitável acontece. Os donos da casa consertam-lhe generosamente o veículo, convi- dam-no para almoçar e tratam-no com amabilidade. O padre vai-se embora e no dia seguinte, agradecido, manda-lhes uma enorme caixa de chocola- tes. Na semana seguinte acontece o mesmo, mas desta vez com um pastor protestante. Os donos da casa tratam dele, arranjam-lhe o carro, dão-lhe de comer e o pastor, agradecido e feliz, manda-lhes um belo presente no dia seguinte.
Finalmente, o destino decide que aconteça o mesmo a um rabino. Os donos da casa, tão amáveis como sempre, arranjam os estragos, convi- dam-no para almoçar, bebem juntos uns copos e o rabino vai-se embora muito contente. E o que lhes manda no dia seguinte? Outro rabino.

Num restaurante, um cliente diz para o empregado:
— Quando penso que há oito dias que estou de férias nesta terra!… Lamento muito não ter vindo aqui, logo no primeiro dia da minha chegada.
— O senhor está a lisonjear a nossa casa — replica o empregado.
— Não, não — rectifica o cliente — Queria dizer que melhor era ter comido este peixe, há oito dias, do que hoje ao almoço.