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Um rabino, um pastor protestante e um padre católico, reúnem-se ecumenicamente, seguindo uma tradição local. Falam de Deus, dos seus paroquianos e da difícil tarefa que se propuseram na terra.
Comentam também a sua vida quotidiana.
– O que fazer com as contribuições dos fiéis?
– Eu – diz o padre –, resolvi o assunto desta forma: traço um círculo
no chão, pego no dinheiro das esmolas e atiro-o para o círculo. O que fica dentro do círculo é para Deus, o que fica de fora, para as minhas necessi- dades.
– Eu – acrescenta o pastor protestante – faço algo semelhante. Traço um risco no chão e atiro o dinheiro. O que for para além do sinal é para Deus; o que não for, é para mim. E você, rabino?
– Eu? Eu resolvo directamente com Deus. Junto todo o dinheiro e atiro-o em direcção ao céu. O que Deus quer, guarda-o; o que não quer, deixa cair ao chão e fica para mim.
Lula está fazendo uma visita num hospital. Ele está passando por uma ala acompanhado do diretor do hospital, quando vê um homem num quarto masturbando-se ferozmente. A situação é meio constrangedora, e o presidente pede uma explicação. O diretor explica:
– Trata-se de uma doença rara. Este paciente produz uma quantidade anormal de esperma, e ele é obrigado a masturbar-se quatro vezes ao dia para evitar que seus testículos explodem.
O presidente se satisfaz com a resposta e prossegue a visita. Mais adiante, ele vê um paciente sentado numa cama com uma enfermeira ajoelhada aplicando-lhe uma bela sessão de sexo oral.
– Exijo uma explicação para esta imoralidade num hospital tão conceituado como este.
O diretor responde:
– Mesmo problema, só que o plano de saúde desse é melhor…

Um médico censurava um dos seus amigos pelo abuso que fazia da genebra.
— Ora, adeus — respondeu o censurado, encolhendo os ombros—. Bebo genebra desde a idade de dezasseis anos e, apesar disso, já fiz os meus setenta.
— Quem sabe — tornou o médico — se nunca a tivesse bebido, não contava já os seus oitenta.

O estudante, em apuros monetários, teve de empenhar o fato, mas não queria que o pai soubesse. Finalmente, resgatou o fato e levou-o para casa, na mala da roupa. Enquanto o rapaz estava ocupado no seu quarto, o pai começou a desfazer-lhe a mala. Ao deparar com a etiqueta da casa de penhores, presa ao casaco, perguntou ao filho:
— João, que etiqueta é esta? 
O rapaz não hesitou e replicou:

— É que fui a um baile, ontem à noite… e isso é a etiqueta que lhe puseram no bengaleiro…
Um momento depois a mãe viu uma etiqueta igual presa às calças e perguntou, surpresa:
— João, mas que espécie de baile foi esse?!…

No restaurante, o cliente faz o seu pedido:

  • Olhe, queria um bife bem passado, mas tão passado que já esteja meio esturricado e até seja difícil de o comer! As batatas, queria-as meio cruas. Salada temperada só com sal, mas com sal em exagero. E para beber, um copito de vinho, mas do pior que se possa arranjar.
  • O senhor vai ter que me desculpar, mas… Eu não lhe posso trazer isso…
  • Ora essa! Então porquê?
  • Ora, porque há normas! Porque há padrões de qualidade! Eu não lhe posso trazer uma refeição dessas!
  • Sinceramente, não estou a ver qual é o problema… Ainda ontem vim cá, pedi-lhe um bife com batatas, e você trouxe-me precisamente isto que eu lhe pedi agora!

O casal está no restaurante e o marido olha continuamente para uma mulher bêbeda que se encontra noutra mesa.
Diz-lhe a mulher:

  • Conheces?
  • Conheço… É a minha ex-mulher… Começou a beber logo depois de nos divorciarmos… E ouvi dizer que desde então nunca mais esteve sóbria…
  • Há quanto tempo foi isso?
  • Há três anos…
  • Meu Deus… Quem diria que era possível alguém celebrar continuamente durante tanto tempo…