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Jesus, muito preocupado, chama os seus discípulos para uma reunião de emergência, dado o alto consumo de drogas na Terra.
Depois de muito pensar, chegam à conclusão de que o melhor para poderem enfrentar o problema é provar a droga eles mesmos e depois tomar as medidas adequadas.
Decide-se que uma comissão de discípulos desça ao mundo e recolha diferentes drogas.
Efetua-se a operação secreta e dois dias depois começam a regressar os comissários.

Jesus espera à porta do céu quando chega o primeiro discípulo:
– Quem é? – diz Jesus.
– Sou Paulo.
Jesus abre a porta.
– E o que trazes, Paulo?
– Trago haxixe de Marrocos.
– Muito bem, filho. Entra.

– Quem é?
– Sou Marcos.
– E o que trazes, Marcos?
– Trago marijuana da Colômbia.
– Muito bem, filho. Entra.

– Quem é?
– Sou Mateus.
– E o que trazes, Mateus?
– Trago cocaína da Bolívia.
– Muito bem, filho. Entra.

– Quem é?
– Sou João.
Jesus abre a porta e pergunta de novo:
– E tu, o que trazes, João?
– Trago crack de Nova Iorque.
– Muito bem, filho. Entra.

– Quem é?
– Sou Lucas.
– E o que trazes, Lucas?
– Trago speeds de Amesterdão.
– Muito bem, filho. Entra.

– Quem é?
– Sou Judas.
Jesus abre a porta.
– E tu, o que trazes, Judas?
– TRAGO A JUDICIÁRIA! TODOS CONTRA A PAREDE!

Morrem três raparigas e vão ter com o São Pedro, e este diz:
– Estamos sem espaço e, para não entrar toda a gente, vou fazer-vos um pequeno teste.

Para a 1.ª senhora:
– Qual foi a 1.ª mulher na terra?
– É fácil: foi a EVA.
– Pode entrar.

Para a 2.ª senhora:
– Qual foi o 1.º homem na terra?
– Foi Adão.
– Pode entrar.

E a outra pensa:
“Isto é super fácil!”

– E para si: qual foi a 1.ª coisa que Adão disse à Eva?

Diz a mulher muito baixinho:
– É pá, isto é mais difícil do que eu pensava!

– Pode entrar.

Um homem pacato morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.

Primeiro, vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
– O que fazem aqui?
– Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e, por fim, o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e de muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.

Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola: era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e respondem-lhe:
– Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e, por fim, o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
– Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?

– Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.

O Presidente de Angola foi aos EUA e, na chegada ao aeroporto, passou revista às tropas americanas. Foi então que perguntou a um soldado americano:
– Que farias pela tua Pátria?
O soldado americano respondeu:
– Pela Pátria eu ou mato ou morro.
O Presidente angolano ficou muito espantado com a convicção do soldado e perguntou-lhe porquê. Ao que o soldado responde:
– Porque para mim a Pátria é tudo!!
A situação inverte-se e chegou a vez da visita do Presidente dos EUA a Angola. Também ele passou revista às tropas angolanas quando chegou ao aeroporto. Quando está a fazer a revista, faz a seguinte pergunta a um soldado angolano:
– O que farias pela tua Pátria?
O soldado angolano prontamente respondeu:
– Pela Pátria ou mato ou morro!
O presidente americano perguntou ao soldado angolano o porquê daquela afirmação e este respondeu:
– Porque se os inimigos vêm pelos mato eu fujo pelos morro, se eles vêm pelos morro eu fujo pelos mato…