Autor: Anedota

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido: – Amor… Amo-or!

  • Hummmm???!!! – Acorda!!!
  • Hummm?!
  • Acoorda!!!!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta: – O que é que aconteceu?!

  • Estou com um desejo…
  • Desejo???
  • Sim… de comer carne de corvo…
  • Corvo??? Mas onde é que eu vou arranjar

um corvo agora???

  • Vai ao zoo…
  • Estás maluca!!! Não vou agora ao zoo. Vou mas é pintar um frango de preto e depois comes.
  • Não vou comer carne de corvo mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é pretinho, mesmo pretinho. Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

  • Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo e agora o meu filho nasceu preto como o corvo.

A mãe, bem-humorada, consola o filho que está em pranto:

  • Não chores meu filho… Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim cornudo, mas só agora é que se começou a notar.

Na fronteira suíça os guardas interceptam um homem que transporta, numa bicicleta, um grande saco, cheio de areia. Revistam, e verificam que ele não mente: é um saco cheio de areia. O incidente repete-se dois dias depois, e na semana seguinte, e assim durante meses.
— É um louco — diziam os guardas-fiscais.
Os anos passaram. Um dos guardas reforma-se e encontra, por acaso, o ciclista.
— Afinal — pergunta ele —, é capaz de me dizer o que é que você passava noutro tempo, na fronteira, por contrabando.
— Nada. Somente bicicletas.

Na montagem de electricidade de uma fábrica, o oficial diz ao ajudante:
— Ó Malaquias, sobe aqui esta escada. Vês aqueles dois fios?
— Vejo, sim senhor.
— Então agarra um.
O outro sobe a escada, e agarra num fio. Pergunta-lhe o oficial:
— Dá choque?
— Não.
— Então não mexas no outro, que é de alta tensão — 1000 volts.

Um marinheiro, a bordo duma fragata, teve a desgraça de deixar cair ao mar um bule de prata, e, cheio de receio, foi ao camarote do comandante e perguntou:
— Meu capitão: pode dizer-se que está perdida uma coisa que se sabe onde está?
— Não, visto que se sabe o paradeiro.
— Nesse caso, não vale a pena procurar o seu bule, porque eu sei que está no fundo do mar.

A professora notou que um dos alunos tinha algum problema.

  • Vasco, qual é o teu problema?
  • Sou demasiado inteligente para estar no 1o.ano. A minha irmã está no 3o.ano e eu sou

muito mais inteligente do que ela, quero ir para o 3o. Ano também! A professora. vê que não vai conseguir resolver o problema e leva-o ao conselho directivo.
Enquanto Vasco está na sala de espera, a prof. explica a situação ao director. Este decide fazer um teste ao miúdo. A professora. então chama o Vasco e diz que lhe vão fazer um teste e caso ele responda correctamente a todas as perguntas, passará de imediato para o para o 3o. ano.
Entram no gabinete e o Director começa a fazer as perguntas: – Vasco, quantos são 3 x 3 ?

  • 9.
  • E quantos são 6 x 6 ?
  • 36.

O Director continua com as perguntas a que um aluno do 3o. ano deve saber responder e Vasco não erra nada. Então o Director diz para a professora:

  • Acho que vamos ter mesmo que passar o Vasco para o 3o. ano.
  • Posso também fazer algumas perguntas sr. Director? Interroga a professora. O Director concorda, e a professora começa:
  • A vaca tem quatro e eu só tenho duas. O que é? Vasco pensa um instante e responde:
  • Pernas.

Ela faz-lhe outra pergunta:

  • O que é que tu tens nas tuas calças, que eu não tenho nas minhas?

(O Director arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper…)

  • Bolsos. Responde o Vasco.
  • O que é que entra na frente da mulher e só pode entrar atrás no homem?

Estupefacto com as questões, o Director prende a respiração!… – A letra “M”. Responde o miúdo.
A professora. continua o questionário:

  • Onde é que a mulher tem o cabelo mais encaracolado?
  • Em África.
  • O que é que é mole, mas na mão das mulheres fica duro?
  • O verniz.
  • O que é que as mulheres têm no meio das pernas?
  • Os joelhos.
  • O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?

(O Director transpira por todos os poros, está quase a rebentar…) -A cama.

  • Qual o monossílabo que começa com a letra C e termina com a letra U e ora está sujo, ora está limpo?
  • O céu.

-O que é que começa com C tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei a várias pessoas? – CD.
(Não se contendo mais, o Director interrompe, respira aliviado e diz à professora): – Ponha o Vasco no 5o. ano, até agora EU errei todas!!!…

O Joãozinho achou tão excitante o que tinha visto que não se conteve e correu para casa contar à mãe, o que tinha visto.

  • Mãe! Mãe! Eu estava no pátio da escola, quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia. Fui atrás para ver. O pai estava a dar um grande beijo na tia. Depois ele ajudou-a a tirar a blusa, depois a tia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia …

Nesse ponto, a Mãe interrompeu-o e disse:

  • Joãozinho, essa é uma história tão interessante, que vais guardá-la para contar à hora do

jantar!… Quero ver a cara do pai, quando lhe contares tudo isso, à noite.
Ao jantar, a mãe pediu ao Joãozinho para contar a história.

  • Eu estava a brincar no pátio da escola quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia.

Corri para ver. Ele estava a dar um grande beijo à tia. Ajudou-a a tirar a blusa e a tia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia e o pai começaram a fazer as mesmas coisas que a mãe e o tio Jacinto faziam, quando o Pai estava na tropa!
A Mãe desmaiou!

Dois amigos estão no funeral de um terceiro. A dada altura, um pega numa nota de cinquenta euros e atira-a para dentro da sepultura. Admirado com aquilo, o outro pergunta:
— O que estás a fazer?
— Aqui o nosso amigo, em tempos, emprestou-me cinquenta euros e eu nunca lhos paguei. Para não ficar com problemas de consciência, aqui ficam.
— Eh pá! É verdade! Ele também me emprestou cinquenta euros e eu nunca lhos paguei — diz o primeiro e, pegando no livro de cheques, passa um cheque de cem euros, atira-o para a sepultura e recolhe os cinquenta euros que o amigo lá tinha deitado.

Um jovem ambicioso fala com o barão de Rothschild.
— Senhor barão, penso que é altura de encontrar um marido para a sua filha. Venho-me oferecer como candidato.
— De facto, a minha filha preocupa-me. Mas, claro, serei muito exigente quanto às qualidades dos pretendentes.
— Que pensa o senhor de um director do Banco Nacional?
— Seria um bom partido, de facto.
O pretendente dirige-se então ao ministro das Finanças.
— Senhor ministro, é certo que procura um candidato a director do Banco Nacional?
— De facto. Precisava de alguém jovem e com outros atributos importantes.
— Que pensa do genro dos Rothschild?

O pai do Zezinho foi buscá-lo à escola para o levar a uma consulta ao dentista. Sabendo que os papéis, no grupo de teatro da escola tinham sido distribuídos nesse dia, perguntou ao filho se lhe calhara algum. O Zezinho, entusiasmado, disse que sim.
— Calhou-me o papel de um homem que está casado há vinte anos. 
Responde o pai:

— Óptimo, filho. Continua o bom trabalho, que qualquer dia dão-te um papel em que possas falar.