Etiqueta: velhote

Um velhote entrou na sala de espera de um consultório médico.
Quando se aproximou da mesa da recepção, a recepcionista disse: – Bom dia caro senhor, qual é o seu problema?
– O meu problema é na piça, minha senhora. respondeu o velhote.
A recepcionista, irritada, retorquiu: – Desculpe lá, mas o senhor não devia dizer uma coisa dessas numa sala de espera de um consultório cheia de gente, porque isso pode causar um grande embaraço aos outros doentes. O senhor devia ter dito que estava com um problema na orelha, por exemplo, e depois dizia a verdade ao doutor, lá dentro, no consultório.
Então, o velhote retirou-se da sala, esperou alguns instantes, entrou de novo e a recepcionista perguntou: – Faz o favor de dizer?
– Menina, estou com um problema na minha orelha. respondeu o velhote.
A recepcionista fez um aceno de aprovação e sorriu, triunfante: – E qual é o problema na sua orelha, meu caro senhor?
– Arde pra caralho quando mijo…
A Madame abre a porta do bordel e encontra um velhinho vestido com roupa modesta:
– Diga?, pergunta ela.
– Eu quero a Natália, respondeu o velhinho.
– Caro senhor, a Natália é uma das nossas melhores ‘meninas’ e é muito cara. Talvez eu lhe possa apresentar alguma outra!
– Não, eu quero a Natália!, insiste o velhinho.
Então a Natália aparece! Um espectáculo de mulher, em saltos altos, corpete, meias e cinto de ligas, e diz ao velhinho que o preço é de 500 Euros por visita. O velhote nem pisca e, tirando o dinheiro da carteira, diz que tudo bem. Então ela leva-o para o quarto onde ele passa uma hora inesquecível, com sexo louco como nunca tinha tido. Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente e chama pela Natália. Ela estranha, diz que nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que ela não faria nenhum desconto pela fidelização. O velhinho tira mais 5 notas de 100 euros e entrega à rapariga, que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior. Na noite seguinte, ninguém acredita! Mais uma vez o velhote entrega o dinheiro à moça, e tornam a ir para o quarto. Depois da hora que passaram juntos, Natália não resiste e pergunta ao velhinho:
– Ninguém usou os meus serviços três noites seguidas, porque sou a melhor desta casa e levo muito caro. De onde é o senhor?
– Sou de Cuba, no Alentejo!, responde o velhinho.
– Sério? Eu tenho uma irmã que mora em Cuba!
– Eu sei! Foi ela que me pediu para lhe entregar os 1.500 Euros.
Um velho telefona ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher. A atendente pergunta- lhe:
– Qual o problema de sua esposa?
– Surdez. Não ouve quase nada.
– Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, fará um teste, para facilitar o diagnóstico do médico. Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, e vai-se aproximando até que perceba a que distância ela consegue ouvi-lo. Então, quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Certo?
– Está certo.
À noite, quando a mulher estava preparando o jantar, o velhote decidiu fazer o teste. Verificou que a mulher estava a 15 metros de distância, e perguntou-lhe:
– Maria, o que temos para jantar?
Nada! Silêncio! Aproximou-se 5 metros:
– Maria, o que temos para jantar?
Nada! Silêncio! Fica à distância de 3 metros:
– Maria, o que temos para jantar?
Nada! Silêncio! Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
– Maria, o que temos para jantar?
– Frango, porra! É a quarta vez que respondo!

Duas senhoras idosas estavam a tomar o café da manhã num restaurante.
Ethel notou uma coisa engraçada na orelha de Mabel e disse:

  • Mabel, você sabe que está com um supositório na sua orelha esquerda?

Mabel respondeu:

  • Eu tenho um supositório na minha orelha?

Ela puxou-o, olhou para ele e então disse:

  • Ethel, estou feliz que você tenha visto isso… agora acho que sei onde é que posso encontrar o meu aparelho auditivo…

Um casal idoso estava num cruzeiro e o tempo estava tempestuoso. Eles estavam sentados na traseira do navio, a olhar a lua, quando veio uma onda e levou a velha senhora. Procuraram por ela durante dias, mas não conseguiram encontrá-la. O capitão enviou o velho senhor para terra, com a promessa de que o notificaria assim que encontrasse alguma coisa. Passaram-se três semanas e finalmente ele recebeu um fax do navio. Leu:
«Senhor: lamento informar que encontrámos o corpo de sua esposa no fundo do mar. Nós içámos o corpo para o deck e, presa à senhora, havia uma ostra. Dentro da ostra havia uma pérola que deve valer 50000 dólares. Por favor,diga-nos o que fazer.»
O velho homem respondeu:
«Mande-me a pérola e atire de novo o isco.»

Estava a ser realizada uma cerimónia funerária devido ao falecimento recente de uma velhota. No final da cerimónia, os carregadores estavam a levar o caixão para fora, quando, acidentalmente, bateram numa parede, deixando o caixão cair. Ouviram um fraco lamento. Abriram o caixão e descobriram que a mulher ainda estava viva!
Ela viveu por mais dez anos e, então, morreu. Mais uma vez foi realizada uma cerimónia e, no final da mesma, os carregadores estavam novamente a carregar o caixão. Quando eles se aproximaram da porta, o marido gritou:

  • Cuidado com a parede!

Três velhinhas estão em casa.
Diz uma delas:

  • Ai… Estou com a vassoura na mão, mas não me lembro se ia varrer ou se já varri…

Diz outra:

  • Xi… Tenho a camisa de dormir vestida, mas não me lembro se acordei agora ou se me ia deitar…

Diz a terceira, conforme bate com a mão na mesa três vezes:

  • Bolas, espero nunca ficar como estas duas…

Faz uma pequena pausa e diz:

  • Eu já venho, que parece que alguém bateu à porta.

Há um culturista que está a mirar-se ao espelho e repara que está todo bronzeado, menos numa parte. Resolve ir para a praia, enterrasse todo na areia e deixa de fora apenas a parte onde não está bronzeado. Entretanto passam duas velhotas e diz uma para a outra:

  • Olha para isto Emengarda! Não há justiça no Mundo! Aos dez anos eu tinha medo disto; aos vinte anos eu andava curiosa sobre isto; aos trinta anos eu gozei-o; aos quarenta eu perdi-o; aos cinquenta, eu cheguei a pagar por isto; aos sessenta anos, eu cheguei a rezar por isto; aos setenta anos, até me cheguei a esquecer disto; e agora, que já tenho oitenta anos, estas porcarias até crescem assim na areia!

Um casal de idosos estava sentado na sala de estar quando o homem diz à sua mulher que vai buscar uma taça de gelado. O homem levanta-se para ir à cozinha, mas a sua mulher agarra-o. Como já eram idosos, estavam a ficar muito esquecidos. Por isso, concordaram recentemente em anotar tudo o que iam fazer para se lembrarem. A mulher diz-lhe que também quer uma taça de gelado, mas pede-lhe para anotar. O marido diz:
— Não é necessário, querida, eu não me esqueço.
A meio caminho entre a sala e a cozinha, a mulher grita:
— Põe também um pouco de chocolate em cima!
E o marido responde:
— Eu não me esqueço.
Quando se preparava para entrar na cozinha, a mulher grita de novo:
— Põe uma cereja em cima, e vê lá se anotas tudo, estás a ficar muito esquecido!
O homem responde:
— Deixa estar que eu não me esqueço, filha.
Uns minutos depois, o marido regressa da cozinha e dá à mulher um cachorro quente, no prato. Ela olha para a sanduíche e diz:
— Vês! Eu disse-te para escreveres! Esqueceste-te da mostarda.

Um jornalista foi fazer uma reportagem a um asilo de velhos e pergunta a um velhote que estava sentado:

  • A que é que se deve a sua idade tão avançada?
  • Método, meu filho… Sempre tive uma hora certa para me deitar e para me levantar. O nosso organismo é uma máquina que precisa de método e horário.

O jornalista foi ter com outro e faz-lhe a mesma pergunta, ao que o velho responde:

  • Sempre evitei as mulheres, meu jovem!

A seguir pergunta a outro:

  • Eu nunca fumei, nunca bebi nem tive vícios de qualquer espécie.

A seguir o jornalista descobre o mais velho, o mais acabado, o mais enrugado de todos e muito admirado pergunta:

  • Então, e o senhor, a que deve essa longevidade? Nunca teve vícios, festas ou mulheres?
  • Qual quê! Eu nunca tive horário para nada, muita borga, copos, fumava três maços de tabaco por dia, jogo, mulheres com força, noites e noites sem dormir, eu sei lá que mais…
  • Então, e quantos anos é que tem?
  • Trinta e dois.

Um velhote ia pela auto-estrada a uma velocidade regular, quando um carro da polícia o mandou encostar. Muito surpreendido, o velhote desce o vidro e pergunta ao guarda:
— Mas que foi que eu fiz, senhor guarda?
— Não foi o senhor, foi a sua mulher. A senhora caiu do carro há mais de 20 quilómetros!
— Graças a Deus! — respondeu o velhote com grande alívio. — E eu a julgar que tinha ficado surdo.