Uma loira e um advogado estão sentados lado a lado num vôo de São Paulo para Belém.
De repente o advogado diz:
Eu aprendi um jogo interessante aqui em São Paulo! Você não quer jogar comigo?
Não, moço… Obrigado… Eu só quero dormir mesmo! ? e vira pro lado pra tirar uma soneca.
Por favor! ? insiste o advogado ? É um jogo fácil e bastante divertido!
Como é esse jogo? ? pergunta a loira contrariada.
É assim: eu te faço uma pergunta e se você não souber a resposta me paga cinco reais! Aí depois é a sua vez!
A loira pensou, pensou e disse:
Não estou interessada! ? virando novamente pra tirar uma soneca.
OK, então se você não souber a resposta me paga cinco reais e se eu não souber, te pago quinhentos!
Tá bom, vai! ? finalmente concordou a loira ? Faz logo a primeira pergunta!
Qual a distancia exata entre a Terra e a Lua?
A loira não disse nenhuma palavra, abriu a bolsa, pegou cinco reais e entregou ao advogado. Então ela perguntou:
O que é que sobe a montanha com três pernas e desce com quatro pernas?
O advogado pensou, pensou e pagou os quinhentos reais para a loira.
Muito obrigada! Foi um prazer jogar com você! ? disse ela, virando-se para tirar a tão desejada soneca.
Peraí! ? diz o advogado ? Qual é a resposta da sua pergunta?
Então a loira abriu a bolsa, deu cinco reais ao advogado e voltou a dormir.
Com as etiquetas: advogado Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado
-
Anedota
-
Anedota
Seu João pensou melhor e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar a transportadora (dona da pick up) para o tribunal.
No tribunal, o advogado da transportadora começou a inquirir seu João:- O Senhor não disse na hora do acidente: “Estou bem”?
Seu João responde:
- Bem, vou lhe contar o que aconteceu, eu tinha acabado de colocar minha mula favorita na caminhonete…
- Eu não pedi detalhes, – interrompeu o advogado – só responda a pergunta. O Senhor não disse na cena do acidente: “Estou bem”?
- Bem, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia…
O Advogado interrompe novamente e diz:
- Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui, na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, isso é uma fraude. Por favor poderia dizer a ele que simplesmente responda a pergunta?
Mas a essa altura o Juiz estava muito interessado na resposta de Seu João e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu João agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
- Como eu estava dizendo, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia quando uma pick up atravessou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rodovia e a mula foi lançada ao outro lado. Eu estava muito ferido e não queria me mover. De qualquer forma eu podia ouvir a mula zurrando e grunhido e pelo barulho eu pude perceber que o estado dela era muito ruim.
Logo após o acidente o patrulheiro rodoviário chegou ao local. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi até onde ela estava. Depois de dar uma olhada nela ele pegou a arma e atirou bem entre os olhos do animal. Então o policial atravessou a estrada com sua arma na mão, olhou para mim e disse:
- A mula estava muito mal e eu tive que atirar nela, como está se sentindo?
-
Anedota
Batem à porta do advogado. Ele abre a porta e lá fora está um padre que diz:
- Bom dia. Nós fizemos umas investigações e reparamos que o senhor ganha muito dinheiro, mas que nunca contribuiu com nada para a paróquia… O senhor não gostaria de fazer um donativo?
O advogado pensa um bocado e diz:
- Olhe lá… e nas suas investigações também não descobriu que a minha Mãe está prestes a morrer e gasta uma fortuna em medicamentos?
- Bem… não…
- E também não descobriu que o meu irmão é um veterano de guerra confinado a uma cadeira de rodas que não tem qualquer meio de sustento?
- Pois, quer dizer…
- E suponho que também não saiba que a minha irmã acaba de ficar viúva e que agora tem três filhos para sustentar sozinha, não é?
- Pois, realmente eu não fazia ideia…
- Então agora diga-me lá… se eu não dou dinheiro nenhum aqueles gajos, porque raio é que devia de o dar a si?
-
Anedota
— Perdeu-se a questão, mas não está tudo perdido. Temos o recurso da apelação.
Apele! Apele e verá como ganhamos.
— A pele?! A pele já o senhor doutor me levou. Agora só se forem os ossos. -
Anedota
Certo cliente expunha ao seu advogado uma questão em que não tinha sombra de razão, mas, querendo mostrar que a tinha, alongava-se em rodeios, metendo os pés pelas mãos…
O advogado interrompeu-o:
— Diga as coisas claramente; como são. Para as embrulhar, cá estou eu! -
Anedota
No consultório de um conhecido advogado de Lisboa apresenta-se um indivíduo que tem uma questão pendente no tribunal da Boa-Hora, em que ele é queixoso. Trata-se dum caso de difamação, começando ele por declarar ao advogado que está disposto a gastar toda a sua fortuna para obter que a Justiça castigue o difamador.
— Muito bem! — exclamou o advogado. Diga-me, então, quais as palavras de que o réu se queixa.
O cliente: Disse que me desafiava a encontrar um maior ladrão e mentiroso do que eu.
— E o que lhe respondeu o senhor?
— Que vinha procurar o meu advogado. -
Anedota
Numa comarca da Louisiana, o tribunal ocupa-se de uma causa, cujo advogado não goza das boas graças do juiz. Resumia o juiz os factos principais quando um burro, na vizinhança, zurrou descompassadamente.
— O que é isto? — perguntou o juiz, aborrecido.
— Nada, senhor — respondeu o advogado — É o eco da voz de Vossa Senhoria.
Não respondeu o juiz, mas pouco depois a casualidade veio em seu auxílio.
Quando o advogado refutava acaloradamente certas observações do juiz, tornou o burro a zurrar com tal força que não se ouvia a voz do advogado.
Então, o juiz disse com toda a gravidade:
— Cale-se um de vocês, se querem ser ouvidos, porque falando os dois ao mesmo tempo é impossível. -
Anedota
Uma advogada muito feia defende um belo rapaz.
Estou de tal modo convicta da sua inocência — diz ela — que me disponho a casar consigo depois da absolvição.
— Nesse caso — grita o acusado —, prefiro confessar! -
Anedota
Um casal jovem e apaixonado morre num acidente na véspera do casamento. Chegando ao Paraíso, pedem a Deus para se casarem lá mesmo. O Senhor responde:
— Esperem cinco anos e, se vocês ainda quiserem casar-se, daremos um jeito.
Passaram-se cinco anos, e o casal continua com a firme intenção de casar. Vão outra vez à presença do Senhor e repetem o pedido. O Senhor, mais uma vez, responde:
— Infelizmente, vocês vão ter de esperar mais cinco anos.
Passados mais cinco anos, finalmente, a resposta esperada:
— Okay, podem casar. Teremos uma bela cerimónia este sábado na capela celeste.
Poucos meses depois, o casal já se quer separar. Vão à presença do Senhor, que ouve o pedido. E diz:
— Demorei dez anos para arranjar um padre aqui no Paraíso. Vocês têm ideia de quanto tempo vai levar para arranjar um advogado? -
Anedota
Numa noite de neblina, numa estrada, um automóvel dirigido por um médico chocou com outro, guiado por um advogado. Nenhum dos dois sabia precisar de quem fora a culpa, mas, como estivessem ainda aturdidos e nervosos pelo acidente, o advogado tirou uma pequena garrafa de uísque do porta-luvas do seu carro e ofereceu um trago ao médico.
O doutor, com mãos trémulas, pegou na garrafa e bebeu. Depois, passou-a ao advogado:
— O senhor não vai também beber um pouco para acalmar os nervos?
— Claro que vou — disse o advogado. — Mas só depois de a Brigada de Trânsito chegar. -
Anedota
O túmulo tinha gravado: «Aqui jaz um homem honrado e um grande advogado.»
— As coisas devem estar más — disse o visitante ao coveiro — andam a pôr dois na mesma campa. -
Anedota
O Instituto Pasteur anunciou que não vai usar ratos em experiências médicas. No lugar dos ratos utilizará advogados. Houve três razões para tomar esta decisão:
1. Existem no momento mais advogados do que ratos.
2. Os pesquisadores não ficam tão ligados emocionalmente aos advogados como aos ratos.
3. Há certas coisas que nem os ratos fazem. -
Anedota
O advogado recebe no escritório um cliente preocupado com seu processo:
— Doutor, se eu perder este caso, estou arruinado.
— Tudo depende do juiz… — diz o advogado.
— Se eu desse um presentinho ao juiz, isso ajudaria?
— Não! Este juiz é muito ético e consciente. Se lhe der um presente, só irá prejudicar-se! Nem pense nisso!
Passado algum tempo, sai a sentença: a favor do cliente. Este procura o advogado e diz:
— Obrigado pela dica sobre o presentinho, funcionou!
— Mas como? Se você tivesse enviado o presente, teríamos perdido a causa!
— Mas eu mandei o presente… Foi por isso que a ganhámos.
— Você está louco? Como?
— Bem, eu mandei o presente e, dentro da caixa, coloquei um cartão-de-visita do nosso adversário. -
Anedota
Um talhante entra no escritório de um advogado e pergunta:
— Se um cão à solta na rua entra num talho e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento do dono do cão?
— Sim, claro — responde o advogado.
— Então o doutor deve-me dois euros. O seu cão andava à solta e roubou um chouriço da minha loja.
Sem reclamar, o advogado preenche um cheque no valor de dois euros e entrega-o ao talhante. Alguns dias depois, este recebe uma carta do advogado, cobrando quinze euros pela consulta. -
Anedota
Um advogado e um engenheiro estão a pescar nas Caraíbas, quando o advogado diz:
— Estou aqui porque a minha casa ardeu, e tudo foi destruído pelo fogo. A companhia de seguros pagou tudo e, com o que sobrou, vim para cá.
— Que coincidência! Estou aqui porque a minha casa e tudo o que estava dentro foi levado por uma enchente. O seguro cobriu tudo — diz o engenheiro.
O advogado fica calado por alguns instantes e então pergunta:
— E como é que você provocou a enchente? -
Anedota
No tribunal, o acusador, encolerizado:
— Senhores jurados, este ser abjecto matou o pai e a mãe, e não revela o menor remorso. Proponho que lhe seja aplicada uma pena exemplar.
O advogado de defesa, dirigindo-se aos jurados:
— Por favor, meus senhores, mantenham a calma. Sobretudo, não se esqueçam de que estão a julgar um infeliz órfão.

Responder