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Miquelina conduzia rua abaixo suando porque tinha uma reunião
importante e não conseguia encontrar um lugar para estacionar.
Olhando para o céu disse: “Meu Deus, tem pena de mim. Se me arranjares um lugar para estacionar passarei a ir à missa todos os Domingos até ao fim dos meus dias e não farei mais sexo nem beberei álcool.”
Como que por milagre, aparece um lugar para estacionar.
Ela olha então para o céu e diz: “Esquece o que eu disse! Já encontrei um!”

Um camponês passa por uma loja que tinha as estantes quase vazias, e perguntou com ironia ao caixeiro o que é que se vendia ali. O caixeiro, querendo também troçar dele, disse-lhe em tom aborrecido:
— Aqui vendem-se cabeças de burro.
— Grande negócio tem feito esta casa. pelo que vejo, pois não resta senão a tua — respondeu o camponês às gargalhadas.

— Ora até que enfim que o encontro. Venho por aquela continha, que já se vai fazendo velha. Tenho cá vindo umas poucas de vezes, mas nunca o encontro.
— E hoje também não. Não estou em casa: saí.
— Pois se saiu, já voltou.
— Não estou em casa, já lhe disse.
— Não está, como? Se eu estou-o vendo!…
— Homem! Você tem acreditado no que lhe mando dizer pela criada e não acredita no que eu próprio lhe digo?! Não estou.