Sabem porquê que os alentejanos andam sempre com uma navalha no bolso e os ribatejanos não?
É que uns defendem-se com a navalha e outros com os cornos.
Sabem porquê que os alentejanos andam sempre com uma navalha no bolso e os ribatejanos não?
É que uns defendem-se com a navalha e outros com os cornos.
Um jovem casal que ganhara muitos e valiosos presentes de casamento instalou o seu lar num bairro da zona sul. Certa manhã, receberam pelo correio duas entradas para uma peça musical que estava em cena na cidade, juntamente com um bilhete com a seguinte e única frase:
— Adivinhem quem mandou?
Tentaram descobrir, pela letra, quem era o gentil ofertante, mas não chegaram a uma conclusão. A noite, foram ao teatro e divertiram-se com a peça. Voltando tarde para casa, e ainda tentando adivinhar a identidade de quem havia mandado as entradas, depararam com o apartamento «depenado» de todos os objectos valiosos.
Sobre a mesa da sala de jantar encontraram um bilhete escrito com a mesma caligrafia do que acompanhara as entradas de teatro, e que dizia: «Agora já sabem.»
Um ladrão está a assaltar uma casa e a dada altura ouve uma voz dizer:
O homem não liga. Ouve a voz outra vez:
O homem desta vez olha para trás e vê um papagaio.
Ouve-se um rosnar e salta um rotweiller para cima do homem. O papagaio diz com voz sábia:
Dois gangsters encontram-se num bar. Um deles pergunta ao outro:
— Gostas de flores?
O outro responde:
— Muito!
O primeiro puxa da pistola e abate-o a tiro, enquanto lhe diz:
— Amanhã, vais ter muitas!
– O meu pai diz que é melhor dar do que receber, confidenciava uma criança para o colega mais velho. – Então ele deve ser um bom cristão. – Não, respondeu a criança: é boxista…
O filho de um gangster volta de um exame na universidade. O pai:
— Então, rapaz, correu bem?
— Muito bem. Estiveram a interrogar-me durante duas horas mas eu aguentei-me. Não abri a boca.
Um menino passa, de bicicleta, fazendo habilidades em frente do banco onde está a mãe em conversa com as amigas, e grita entusiasmado:
Daí a um bocadinho, vem a pé, com a máquina à mão, cara ensanguentada, lamuriando:
No consultório psiquiátrico:
Paciente:
-Doutor, vou lhe contar um segredo: eu sou um galo! O psiquiatra resolve aprofundar a anamnese:
-E desde quando o senhor acha que é um galo? Paciente:
-Ah, desde que eu era um pintinho.
Psiquiatra para o paciente bebum:
-O senhor vai parar de beber cerveja, durante um ano só vai beber leite. -Outra vez, doutor?
-O que, o senhor já fez esse tratamento?
-Já, durante os primeiros meses da minha vida…
– O bebé chorava tanto que o irmãozinho pergun- tou à mãe se realmente ele tinha vindo do céu. – Sim, filho. O miúdo calou-se por um instante mas sempre foi dizendo: – Bem razão tinham os anjos para o mandarem embora.
Sentado no passeio, diante da igreja, um miúdo vê sair os noivos. Então, exclama:
Responder