- Mãe, mãe … Na escola me chamaram de dentuço.
- Não liga pra eles, Paulinho… e fecha a boca que você tá riscando o chão!
Numa certa paróquia havia, para as confissões, um código conhecido por todos os moradores, que era utilizado pelas mulheres quando se confessavam, fazendo com que, em vez de dizerem que tinham praticado adultério, diziam antes que tinham escorregado na calçada.
Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se, mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.
Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.
Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão, decidiu que tinha de intervir.
Assim, acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:
– Boa tarde, Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras; muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.
O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.
O padre, inconformado, nem esperou por uma resposta:
– Olhe que não se devia rir de assuntos sérios. É só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.
— Então, morreu a tua mulher?
— É verdade. Em resultado duma queda que deu, quando montava a cavalo.
— Claro, vendeste o cavalo…
— De modo nenhum. Tenciono casar outra vez.
Um senhor já de idade tinha um bonito lago na sua enorme herdade. Durante bastante tempo deixou de dar o seu passeio até ao lago, mas naquele dia decidiu ir ver se estava tudo em ordem. Pegou num balde para trazer fruta das árvores do pomar.
Ao aproximar-se do lago, ouviu vozes femininas, animadas e divertidas. Era um grupo de mulheres muito jovens a tomar banho no lago, completamente nuas. Todas fugiram para a parte mais funda do lago, deixando apenas a cabeça fora da água. Uma delas gritou:
— Não saímos daqui enquanto o senhor não se for embora!
O velho respondeu:
— Calma, minhas meninas, eu não vim até aqui para as ver a nadar ou para as ver a sair nuas do lago!
Mostrando o balde, acrescentou:
— Eu só vim dar de comer ao jacaré…
Dois homens conversam à mesa do café:
— Sabes, já lá vão uns seis meses que não falo à minha mulher.
— Eh pá, seis meses? Mas porquê? Tiveram alguma zanga?
— Não! O que se passa é que eu acho falta de educação interrompê-la.
Acordei com a mãe de todas as ressacas, virei-me e ao lado da cama havia um copo de água e duas aspirinas. Olhei à volta e vi a minha roupa passada e pendurada. O quarto estava em perfeita ordem. Havia um bilhete da minha mulher: «Querido, deixei o café pronto na cozinha. Fui ao supermercado. Beijos.»
Desci e encontrei um café à minha espera. Perguntei à minha filha:
— Não me lembro de nada! Sabes o que aconteceu ontem?
— Bem, pai, tu chegaste às três da madrugada, completamente bêbado, vomitaste no tapete da sala, partiste móveis, urinaste no guarda-roupa e aleijaste-te no olho ao bater na porta do quarto.
— E porque está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?
— Bem, é que a mãe arrastou-te até à cama e, quando ela estava a tirar-te as calças, tu disseste: «Não faça isso, por favor! Eu sou casado!»
Num convento de freiras, a madre superiora, rigorosíssima, levanta-se da cama e exclama:
– Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
– Bom dia, irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
– Obrigada, madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, encontrou outra freira:
– Bom dia, irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
– Obrigada, madre. A senhora também está com bom aspeto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama.
A madre superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Todas as freiras que encontrava e cumprimentava respondiam a mesma coisa.
Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo:
– Bom dia, irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
– Sim, madre.
– E posso saber porquê?
– É que a senhora calçou as sandálias do padre António, madre.
Jesus e Moisés encontram-se, mas não se reconhecem.
– Quem és tu?
– Eu sou Moisés!
– Então prova-o!
Moisés aproxima-se de um rio e afasta as águas.
– Vês?
– Ah, és Moisés, sim. Olha, eu sou Jesus.
– Então prova-o!
Jesus aproxima-se do rio e caminha em direção à água, mas vai ao fundo.
Moisés ajuda-o a sair da água e diz-lhe:
– Ah, afinal não és Jesus!
– Sou, sou! Só que desde que me fizeram estes buracos nos pés que tem sido complicado.
Como nasceu o hábito dos casais andarem de mãos dadas?
Foi um procedimento de iniciativa masculina: “Se eu a soltar, ela vai às compras.”
Numa instituição de auxílio de deficientes, o médico passa pela cozinha e o cozinheiro pergunta:
- Tá afim de uma torta, doutor?
- Não, “brigado”. Acabei de comer uma cega!
O marido vai em viagem ao estrangeiro. A mulher escreve–lhe: «Promete-me que, enquanto aí estiveres, só saíras com homens. Pela minha parte, farei o mesmo.»
Apesar da crise, a empregada de serviço dirige-se à patroa na esperança de obter um aumento:
— Minha senhora, estou a precisar de um aumento.
A senhora, muito aborrecida, pergunta:
— Maria, porque achas que mereces um aumento? Só estás aqui há 3 meses!
— Por três razões. Em primeiro lugar, eu passo as roupas melhor do que a senhora.
— Quem foi que te disse isso?
— Foi o patrão.
— Em segundo lugar, eu cozinho melhor do que a senhora.
— Que absurdo! Quem te disse isso?
— Foi o patrão.
— Em terceiro lugar, sou melhor na cama do que a senhora.
— Filha da p**a! Foi o meu marido que te disse isso também?
— Não, minha senhora. Foi o motorista…
A patroa, muito depressa:
— E… quanto queres ser aumentada?
Dois bêbados, muito bêbados mesmo, estavam andando na linha do trem. Aí um fala: – Caramba! Essa escadaria não acaba mais!
E o outro responde:
- O pior é esse corrimão baixinho. Cansa pra burro!
Havia um alentejano tão preguiçoso que esperava que o padre dissesse ámen para ele dizer dois…
O homem pergunta à mulher:
— Querida, quando eu morrer, vais chorar muito?
— Claro, querido. Sabes que eu choro por tudo e por nada.
- Mãe, mamãe… Se Deus nos dá o que comer, a cegonha traz os bebês, e Papai Noel os presentes no Natal… Pra que serve o papai?