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Uma mãe e uma filha recém-casada vão ao médico. A filha muito a custo lá começa a dizer o que é que as lá levou:

  • Sabe Sr. Dr. é que eu queria que nos aconselhasse … Já nos conhece há algum tempo … é o meu marido … Ele … Ele …
  • Que é que tem o seu marido ? Ele está doente ?
  • Não Sr. Dr. ele está bem … Ele é que agora … Ele … Não sei, ele…
  • Diga , diga ! Ele não cumpre os deveres de marido , é isso ?
  • Não é bem isso … é que … Tenho vergonha . Mãezinha , diz tu.
  • Sabe Sr. Dr., é o marido dela…Tem umas manias…Ele…Ele quer ir-lhe ao rabo.

Pronto.
O médico muito espantado :

  • A mim ? Mas ele nem me conhece de lado nenhum !
Depois de comparecerem ao velório de um colega, dois motoristas de ônibus começam a filosofar.

– Quando eu morrer – diz o primeiro, emocionado – tomara que seja de forma apoteótica, numa trombada daquelas!

– Eu não! – diz o segundo – Quero morrer como meu avô: tranquilo, dormindo. E não berrando e gritando como os passageiros do ônibus que ele dirigia…
Um avião vinha do Nordeste para o Rio de Janeiro, então os funcionários do setor de desembarque de cargas perceberam que um cachorrinho chegou morto.

Desesperados, eles atrasaram o desembarque da bagagem dando uma desculpa qualquer, como sempre…

Depois de muita confusão, os funcionários concluíram que o comandante se esqueceu de aquecer o porão de cargas, o que matou o coitado do totó. Com medo de perder o emprego, um funcionário foi até um canil próximo e achou um cachorro idêntico ao falecido.

Liberaram as bagagens e entregaram o cachorro para a dona. Mas, apesar do esforço, a mulher insistia que aquele não era seu cachorro.

E os funcionários insistiam no contrário.

Por fim, um funcionário disse que ela não estava reconhecendo o cachorrinho era por causa da pressurização que afeta as pessoas.

Aí, a dona respondeu:

– Esta pressurização deve ser boa mesmo, pois meu cão embarcou morto no nordeste para ser enterrado aqui no Rio.

Uma senhora de meia-idade chega ao hospital toda em frangalhos, vítima de atropelamento. O médico examina-a, enquanto a enfermeira vai anotando numa ficha:

  • Escoriações na cabeça… fratura no braço direito… luxação na clavícula… desarticulação do tornozelo esquerdo… secção longitudinal na coxa esquerda

… – e virando-se para a mulher: – Qual a sua idade, minha senhora?

  • Trinta e cinco!

O médico vira-se para a enfermeira:

  • Anota também: “Perda de Memória.”

Um homem vai ao psiquiatra:

  • Qual é o seu problema? – perguntou o doutor.
  • Bem… é que eu tive uma discussão com a minha sogra e ela disse-me que não falaria comigo durante um mês.

E o psiquiatra:

  • Para muitos, isso não e’ problema. Muito pelo contrário…
  • Só que para mim é um grande problema!
  • Mas porquê? – quis saber o psiquiatra.
  • É que o prazo termina hoje!
No consultório, a paciente, que tinha sete filhos, diz ao ginecologista:

– Doutor, eu preciso de uma orientação sua.
– Pode dizer Dona Marli. Qual é o problema?
– Eu engravido com muita facilidade!
– Eu tenho uma solução muito barata. Tome alguns copos com água!
– Nossa! Que interessante! Mas eu devo tomar antes de ou depois de?
– Nem um, nem outro. A senhora deve tomar em vez de…