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O sujeito leva o cachorro ao veterinário.

– Eu quero cortar o rabo do meu cachorro!

O veterinário, acostumado a esse tipo de serviço, obedece calado. Vinte minutos depois está de volta.

– Pronto, meu senhor! Aqui está!
– Péra aí! Eu mandei cortar o rabo todo mas o senhor ainda deixou um pedaço!
– Se eu cortar o rabo todo, o seu cachorro vai ficar horrível! – defende-se o veterinário.
– Não me interessa! Quero que corte tudinho!
– Tudo bem! Tudo bem! – concorda o médico. – Mas posso ao menos saber o motivo da implicância com o pobrezinho?
– Implicância nenhuma, doutor! É que a minha sogra vai almoçar em casa no próximo domingo e eu não quero ver nenhuma manifestação de alegria!

O menino Zézinho chega esbaforido e todo sujo,alêm de atrasado, à aula. A Professora toda empertigada,intrepela o Zézinho:

  • ENTÃO ISTO Á QUE SÃO HORAS DE CHEGAR? E ainda por cima todo sujo? Isto não tem explicação.
  • Tem sim, xôpessora:tive de levar a vaca lá de casa, pró touro cobrir.
  • Mas o seu pai não pode fazer isso?
  • Poder, pode…,mas acho que a vaca prefere o touro

Estava um carteiro a distribuir cartas num bairro pela altura da Pascoa e como ele já era conhecido na zona as pessoas custumavam dar-lhe algum dinheiro. Ele ia ele de porta em porta e recebia 500$, 1000$00 até que chegou a uma porta em que uma loira de 1.90m o atendeu e disse-lhe para entrar, ele lá entrou, depois ela disse-lhe para subir com ele para o quarto, e lá foram os dois e começaram a fo**r.. Quando acabaram ela disse-lhe para ele ir á cozinha com ela , lá ela puxa da carteira e dá-lhe 100$00. O carteiro não entendeu porque ela tinha feito aquilo e perguntou-lhe ao que ela respondeu:

  • Foi o que o meu marido me disse o que fazer: Fode o carteiro dá-lhe 100$00!

Um português e um espanhol engatam duas garotas, vão para quartos contíguos, e combinam que pagará todas as despesas aquele que menos vezes conseguir ter relações sexuais com a rapariga.
-JÁ CÁ VAI A PRIMEIRA!! – diz o português batendo na porta do outro.
-E MIM DOBRA! – responde o espanhol.
O outro ficou admirado pela rapidez do espanhol, faz um esforço e grita:
-JÁ DEI A SEGUNDA!
-E MIM DOBRA! responde o espanhol novamente.
E veio a terceira, quarta, quinta e sempre o espanhol dizia que dobrava. Cansado e exausto e sem poder acreditar na virilidade do espanhol, entra pelo quarto do vizinho e pergunta á rapariga:

  • É verdade que esse tipo já deu dez?
  • Dez? – diz a rapariga – Ele ainda não a conseguiu endireitar para a primeira, sequer! Não vale um caracol. Dobra, dobra, e não passa disto!
Três amigos estavam reunidos tomando uma cervejinha, entre outras coisas falavam sobre as melhores posições durante o ato sexual:

– Um deles disse: Para mim a melhor é o 69!
– O outro disse… para mim é o papai e mamãe!
– E o último disse: Não há nada melhor do que o RODEIO!

Os outros dois amigos o olharam assombrados e perguntaram do que se tratava.

O homem explicou:

Bem, fale para sua mulher que se coloque de quatro… comece a transar por trás, ao estilo cachorrinho… uma vez que as coisas estejam bem quentes… apoie seu peito sobre as suas costas, abrace-a fortemente, e diga com delicadeza, bem baixinho, ao seu ouvido:

“Esta é a posição favorita da minha secretária… E DEPOIS TENTE SE MANTER EM CIMA DELA POR MAIS DE OITO SEGUNDOS.”
O gaúcho chega em uma churrascaria em São Paulo, senta e, indignado, chama o garçom:

– Mas bah! Na minha terra não tem essa hitória de cardápio. A gente escolhe a carne cheirando a faca do assador!

O garçom deu um sorriso irônico, mas como não queria perder o cliente o atendeu a caráter.

O garçom dirigiu-se ao assador da carne, pegou sua faca que tinha acabado de cortar um cupim e levo-a ao gaúcho.

O gaúcho pegou a faca, colocou-a em frente de seu nariz e exclamou:

– Mas bah! Esse cupim está maravilhoso, me traz um pedaço!

O garçom, assustado, serviu o gaúcho e, logo após, buscou a faca utilizada para cortar a costela e deu para o gaúcho.

O mesmo exclamou:

– Mas bah! Essa costela está no ponto pode trazer!

O garçom, louco da vida com o gaúcho, buscou uma faca e pediu pra a cozinheira:

– Júlia (cozinheira) passa a mão naquele lugar e depois esfregue-a nessa faca!

Dito e feito, o garçom pegou a faca e entregou para o gaúcho, ele colocou-a em frente de seu nariz, suspirou e disse:

– Mas bah! Como esse mundo é pequeno! A Júlia trabalha aqui!

O Juan (Espanhol) corre todo entusiasmado para a maternidade, pois já lhe tinham telefonado a avisar que o seu filho tinha nascido. Sobe de elevador para o 3o andar e vê: BEBÉS MUITO BONITOS, numa placa, e pensa. “É o meu Manolo!” Vai à enfermeira e pergunta onde estava o seu Manolo.
-Manolo, Manolo, não. Tente o 2o andar. Lá vai ele pelas escadas e vê outra placa: BEBÉS BONITOS.
-Olhe desculpe, o meu filho está aqui chama-se Manolo?
-Não, tente o 1o
No primeiro: BEBÉS NORMAIS.
-Que se lixe é o normal, é o meu filho, o Manolo.
Mas a mesma lenga lenga:
-Manolo não temos, tente no R/C.
Lá desceu e la estava a placa habitual: “BEBÉS FEIOS”.
-Os homens não se querem bonitos. -Pensa o Juan.
-Olhe desculpe, um amigo meu teve um filho chama-se Manolo, está ai?
Mas não… Tinha de tentar a Cave:”BEBÉS MUITO FEIOS.”

  • Olhe um amigo meu (que eu já nem vejo há muito tempo) teve um filho, acho que se chama Manolo, está ai?

-Não tem que tentar a SUB-Cave.
O Juan desce e lê a placa: MANOLO

A loira chega no trabalho em lágrimas. O chefe, sempre solícito com a loira pergunta o que aconteceu:
– Hoje de manhã, antes de sair para trabalho, recebi um telefonema dizendo que minha mãe morreu!
O chefe propõe imediatamente: – Patrícia, volte para casa imediatamente. Vá descansar.
– Não quero – responde a loira – prefiro ficar trabalhando, vai me distrair.
Algumas horas depois o chefe nota que a loira voltou a chorar, mais sofrido ainda. Ele vai até ela e pergunta:
– Não melhorou?
A loira explica: – A bruxa tá solta! Acabei de receber um telefonema de minha irmã. A mãe dela também morreu…

Uma mulher, farta dos pontapés e das estaladas que o marido lhe dava quando estavam na cama, decide separar-se e por um anuncio no jornal à procura dum homem que não desse pontapes, nem estaladas, mas que fosse bom na cama. Certo dia tocam à campainha e ela abre: era um homem sem bracos e sem pernas, numa cadeira de rodas.

  • O que é que o senhor deseja?
  • Venho por causa do anuncio, como ve, não lhe posso dar pontapes, nem estaladas.
  • Mas o senhor não deve ter lido o anuncio todo, eu pedia tambem um homem bom na cama.
  • Oica lá! E como é que julga que eu toquei à campainha!