— Menino Augusto: dê o exemplo de um animal desdentado.
— A minha avó, senhor professor.
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Anedota
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Anedota
Um homem entra num Restaurante e fica surpreendido com a dimensão de tudo o que o rodeia.
Pede um “Bife com Batatas Fritas” e quando o empregado vem servi-lo exclama:- Mas este bife dá pelo menos para quatro pessoas.
Ao que o empregado responde:
- Isto aqui é tudo em grande.
Pede vinho da casa para acompanhar a refeição. Volta a surpreender-se, pois trazem-lhe um garrafão de cinco litros para a mesa.
O empregado, vendo o ar perplexo do homem, volta a dizer-lhe:- Isto aqui é tudo em grande.
Já no fim da refeição e porque tinha bebido imenso, o nosso homem pergunta onde fica a casa de banho.
O empregado explicou-lhe que era à direita ao fundo do corredor.
Mas o homem, que já estava meio com os copos, engana-se e vira à esquerda. Cai dentro da piscina.
No meio da sua aflição só gritava:- Não puxem o autoclismo… Não puxem o autoclismo…
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Anedota
— Na escola:
— Diga-me, Pedrinho, porque é que o leão tem juba?
— Porque não há barbeiro que se atreva a cortá-la.
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Anedota
No hospício, o doido, sentado num banquinho, segura uma cana de pescar mergulhada num balde de água.
O médico passa e pergunta:
– O que é que estás a pescar?
– Otários, doutor – responde o doido.
– E já pegou algum? – pergunta o médico, rindo.
– O senhor é o quinto.
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Anedota
– Meti uma ferradura de cavalo na pasta para me dar sorte no exame e afinal chumbei!, lamentava-se o Ambrósio para o amigo. – Ora deixa ver! Afinal não é uma ferradura de cavalo mas de burro…
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Anedota
No Jardim Zoológico, o professor acompanha os alunos numa visita. Dentro duma jaula vêem um carpinteiro a trabalhar. Um dos alunos pergunta:
— Senhor professor: aquele é que é o bicho carpinteiro?
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Anedota
Dois bêbados:
- Porque te embebedas tanto?
- É para afogar as minhas mágoas! – diz o outro emborcando mais um copo.
- E achas que tem resultado pá?
- Não… As malditas sabem nadar!…
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Anedota
Numa lição de História Natural, a professora perguntou às suas alunas:
— Não acham maravilhosa a forma como os pintainhos saem das suas cascas?
Uma aluna, com oito anos e muito viva, observou logo:
— O que me dá mais que pensar, minha senhora, é a forma como eles entram lá para dentro!
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Anedota
O sujeito encontra um conhecido e desabafa:
-A minha esposar fugiu com o meu melhor amigo.
-Caraca! Quem é esse cara? – pergunta o conhecido, com ar de indignado.
-Também não sei, mas agora ele é o meu melhor amigo!
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Anedota
Uma velhota entra numa drogaria.
Empregado:
– Então? Aquelas bolas de naftalina que lhe vendi, sempre deram resultado?
– Sim, sim, deram. Já me livrei das traças, quase todas. Queria mais 20 bolas.
– Mais 20? Mas já levou 10, da outra vez… Para que quer mais 20?
– É que as bolas de naftalina realmente funcionam, mas é preciso ter cá uma pontaria…
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Anedota
Uma loira sempre que comprava um pacote de leite abria no supermercado, sabem porque?
Porque o pacote dizia, abre aqui!
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Anedota
Num manicómio, dois loucos discutem:
– Esse espelho é meu! Dá cá isso!
Responde o outro:
– Estás parvo ou quê?! Não vês que tem a minha cara?
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Anedota
Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
– Diga-me, qual é o seu problema?
– Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
– Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
– Sim, mas e daí?
– O senhor já viu uma ervilha com braços?
– Não…
– Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
– Não… nunca pensei nisso…
– Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
– Não acredito, doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e, entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
– Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
– Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
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Anedota
— Reprovarem-me no exame. Perguntaram-me que animalzinho passava a vida a trabalhar para a mãe ter meias de seda, eu respondi que era o meu pai, e fiquei reprovado!
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Anedota
Um casal de velhotes está a ouvir atentamente um padre na telefonia:
– Irmãos, se alguém tiver algum problema, que ponha a mão no lugar do corpo que está doente e eu rezarei agora para a sua cura…
O velhinho mete a mão devagar na virilha; a velhota ao ver isto diz-lhe:
– Esquece isso, António. O padre está a dizer que vai curar os vivos e não ressuscitar os mortos…
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Anedota
Era dia de exames de rotina no hospício para ver se havia algum louco que podia ser libertado.
Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:
– O hospício está inundando! O hospício está inundando!
Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.
Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:
– Por que é que tu não estás a nadar?
E o louco respondeu:
– Você pensa que eu sou tonto?
Aí o médico pensou:
– “Este já deve estar bom.”
E o louco continua:
– Vou esperar pelo barco!

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