Porque é que o Benfica tem as cores do Pai-Natal?
Porque só as crianças acreditam nele!
Porque é que o Benfica tem as cores do Pai-Natal?
Porque só as crianças acreditam nele!
– Bom dia, é da receção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou.
– Qual é o nome do paciente?
– Chama-se Pedro e está no quarto 302.
– Um momento, eu vou transferir a ligação para o setor de enfermagem.
– Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?
– Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Pedro do quarto 302, por favor!
– Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
– Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
– Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Pedro que está internado há três semanas no quarto 302.
– Ok, vou consultar o prontuário do paciente. Um instante! Aqui está, ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.
– Ahhhh, graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família?
– Não, sou o próprio Pedro telefonando aqui do quarto 302! É que todo mundo entra e sai deste quarto e ninguém me diz nada. Eu só queria saber como estou!
O promotor pergunta ao réu:
– Mas vamos lá a ver se deslindamos este caso de uma vez por todas. O senhor matou ou não matou a vítima?
– Não, eu não sou o assassino.
– O senhor sabe qual é a pena por perjúrio?
– Sei, sim. É muito menor do que a pena de assassinato!
O médico diz ao paciente:
– Eu lamento, mas o senhor já só tem cinco minutos de vida.
– Cinco minutos? Mas o senhor não me pode fazer nada?
– Em cinco minutos, só se for um ovo estrelado.
O promotor pergunta pro réu, o cara que matou a mãe na primeira piada: -O senhor matou sua mãe?
Já devidamente orientado pelo advogado, ele responde:
-Não, eu não sou o assassino.
-O senhor sabe da pena por perjúrio, isto é, mentir no tribunal? -Sei, sim. É muuuuito menor do que a de assassinato!
Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:
– Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.
– Estou a caminho.
Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:
– O caso é grave?
– É sim – responde ele, muito sério – é tão grave, que já há outros três médicos no local.
A mãe: Estiveste então a comer cerejas lá no cinema. Espero que não tenhas deitado os caroços para o chão.
— Ah, não, mãezinha! Deitei-os no chapéu do senhor que estava ao meu lado.
Uma mulher ao passar numa loja de animais e, ao ver um papagaio, fica com vontade de também ter um em casa. Entrou e comprou um. Quando estava a levar a gaiola com o novo papagaio, o vendedor disse:
– Olhe, tenho que a advertir que este papagaio pertencia a uma dona de um bordel e, de vez em quando, ele diz algumas asneiras.
– Não faz mal. Levo-o na mesma — pensando ela, atendendo ao baixo preço que pagou.
O papagaio chega à nova casa e diz:
– Casa nova, dona nova.
A mulher acha divertido. Algum tempo depois, chegam as duas filhas adolescentes da escola. O papagaio diz:
– Casa nova, dona nova, p**.. novas.
Inicialmente ofendidas, as miúdas acabam por se rir. Mais tarde, chega o marido. O papagaio diz:
– Casa nova, dona nova, p**.. novas, clientes velhos. Olá, Zé!
— Mãezinha: foi Nosso Senhor que a fez, mãezinha?
— Pois com certeza, meu filho.
— E também me fez a mim?
— É claro que sim.
— Ah… mãezinha: não acha que Nosso Senhor tem feito progressos no seu trabalho?
O brasileiro, todo feliz da vida foi patentear sua mais nova invenção: a água em pó ! É tão simples de se utilizar que só é preciso acrescentar água .
— Mãezinha! — chamou a pequenina.
— O que é, filha?
— Sabe, aquela jarra que a mãezinha diz que tem passado, há muitos anos, na família, das mãos duma geração para a outra?
— Sim. E então?
— Olhe: esta geração deixou-a cair das mãos.
Um agente da ASAE vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho agricultor:
– Preciso inspecionar a sua propriedade. Há uma denúncia de plantação ilegal.
O agricultor diz:
– Ok! Inspecione o que quiser, mas não vá àquele campo ali.
E aponta para uma determinada área.
O agente da ASAE diz, indignado:
– O senhor sabe que tenho o poder da autoridade comigo?
E tira do bolso um crachá, mostrando ao agricultor:
– Este crachá dá-me a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?
O agricultor, muito educado, pede desculpa e volta para o que estava a fazer.
Poucos minutos depois, ouve uma gritaria e vê o agente de autoridade a correr para salvar a sua própria vida, perseguido pelo Asdrúbal, o maior touro da quinta.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será apanhado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O agente está apavorado.
O agricultor larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças dos seus pulmões:
– O crachá, mostre-lhe o CRACHÁ!
No outro dia, fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.
Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…
Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…
Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota, espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.
Vendo isto, os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.
E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).
No dia seguinte, a minha mãe acorda-me e diz:
– Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?
Após 3h a fazer amor com a namorada, o rapaz diz à rapariga:
– Durante algum tempo vais deixar de me ver…
– Mas vais de férias? Vais deixar-me???
– Não! — responde ele: – Vira-te!
A mulher do Joaquim foi ao médico:
Conversa entre duas amigas:
– Apanhei o meu marido a masturbar-se na sala!
– Ai, sim! E o que fizeste? — pergunta a outra.
– Fiz-lhe uma mamada! Sempre é mais fácil lavar os dentes que o sofá…
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