Etiqueta: mãe

Nasce um miúdo na maternidade. A enfermeira levanta-o e dá-lhe a clássica palmada. Puto não chora. Dá-lhe outra. Nada. Outra com montes de força. Nada. Pega no puto e bate com ele na mesa várias vezes. Nada.
Roda-o no ar partindo vários armários. Finalmente atira-o pela janela.
A mãe, aterrorizada, grita:

  • O que é que está a fazer ao meu menino???
  • Estava a gozar minha senhora, já nasceu morto.

Uma familia de sádicos vai dar uma volta de carro. No automóvel vai o marido, a mulher, o filho, o avô e a avó. De repente o pai abre a porta e empurra a avó, que se esborracha toda no chão. O resto da familia começa a bater palmas muito contentes. Passado mais alguns instantes o puto abre a porta e empurra o avô, que fica debaixo de um camião. O jovem delira, assim como o resto da família. Mais à frente, a porta do carro abre-se e fecha-se logo a seguir e o puto pergunta:

  • Papá, o que foi isto?
  • Fui eu que empurrei a tua mãe.

O jovem começa a chorar.

  • Estás a chorar de quê, filho da puta?
  • É que eu não vi.

Um cachopo para a mãe

  • Oh mãe, mãe , aquele embrulho azul é para mim ?
  • Não filho, o embrulhinho azul é para o papá!
  • Então o embrulho verde é que é para mim?
  • Não, o embrulho verde é para a mamã!
  • Então mamã, é o embrulho vermelho que é para mim, não é ?
  • Não, o embrulho vermelho é para a mana !
  • Oh mãezita, então este ano pelo Natal eu não tenho presente ?

-Então mas olha lá,tu com um tumor na cabeça ainda te convences que chegas ao Natal?

O filho pergunta ao pai o que é a Realidade Virtual e qual é a diferença entre Real e Virtual. O pai para dar um exemplo prático pede ao filho para perguntar a mãe se ela estaria disposta a ir para a cama com o vizinho por mil euros.
Depois do filho trazer a resposta afirmativa da mãe, o pai pede-lhe para fazer a mesma pergunta à sua irmã.
Depois do filho ter igualmente obtido um ‘Sim’ da parte da irmã o pai explica ao filho:
Virtualmente, nós podemos ganhar 2 mil euros, mas o que temos na Realidade são duas putas em casa.

Uma loira estonteante, de 20 aninhos, olhos azuis e um corpo perfeito estava andando pela rua quando viu um tapete lindo em uma vitrine.

– Quanto é? – ela perguntou ao vendedor.

– São 500 reais!

– Ai, moço… Eu só tenho 300! Você me vende por 300?

Depois de pensar um pouco, o vendedor disse:

– Se você me der o cu em cima desse tapete, você pode levar até de graça! Mas tem uma condição: não pode peidar!

A loira aceitou, o vendedor trancou a loja e o abaixou as calças.

– Meu Deus! – gritou a loira, abismada com o tamanho do membro do rapaz, que quase batia no joelho.

Mas como já estava tudo combinado, ele subiu em cima da loira e, quando deu a primeira encostadinha ela gemeu, suspirou e… peidou.

Voltou pra casa aos prantos e contou a história para a mãe.

– O quê? – gritou a mãe, assustada – Eu vou lá resolver isso! Vou trazer esse tapete, é uma questão de honra!

Já na loja, a mamãe corajosa agüentou bem por cerca de dez segundos, depois prendeu a respiração, mordeu os lábios e… peidou.

Chegou em casa xingando o desgraçado, indignada e contou o fracasso pra filha. A avó da loira, que ouviu a história, se intrometeu:

– Esse é um problema pra eu resolver! É uma questão de tradição de família! – e correu para a loja.

Depois de uma hora, ela volta com o tapete enrolado no ombro. A mãe e a filha fizeram a maior festa, abraçaram a velha, pularam e perguntaram como ela tinha conseguido se segurar diante daquele fenômeno.

– Mas quem foi que disse que eu consegui – disse a vovó – Eu caguei o tapete inteiro! Só estou trazendo ele pra lavar…

Era um miúdo de 7 anos, que estava sempre a chatear os pais, porque queria saber como é que tinha nascido. Os pais para o correrem, respondiam-lhe sempre:

  • Olha, estás a ver aquele buraquinho no tecto? Foi por ali que tu nasceste.

O puto, enfim lá se calava e ia-se embora.
Um dia, numa chuvada torrencial, começou a chover dentro de casa através do buraco no tecto.
Como o tecto era muito alto, o homem meteu a mulher às cavalitas, para ela meter betume no buraco.
Entretanto toca o telefone, e dizem:

  • Olha, eu queria falar com a tua mãe.
  • A minha mãe agora não pode, está em cima do meu pai a tapar o buraco por onde eu nasci.